A biblioteca municipal estava quase vazia naquela terça-feira à tarde. Só o barulho baixo do ar-condicionado e o farfalhar ocasional de páginas. Dona Helena, 60 anos, entrou com a bolsa pendurada no ombro e o óculos na ponta do nariz. Vestia uma saia plissada até o joelho, blusa de botão e sapatos baixos. Tinha ido buscar um livro de receitas que a irmã tinha reservado. A bibliotecária estava atrás do balcão. Chamava-se Márcia. Quarenta e poucos anos, cabelo preto preso num coque apertado, óculos de armação fina, corpo firme de quem malhava em silêncio. Sempre fora educada com Helena. Naquele dia, porém, o olhar dela era diferente quando a viu entrar. — Boa tarde, Dona Helena. O livro está no fundo, na seção de consultados. Vem comigo. Helena seguiu. O corredor entre as estantes altas era estreito e mal iluminado. Quando chegaram na última fileira, longe da porta e das câmeras, Márcia parou. Virou-se. O rosto estava sério. — Você chegou atrasada na última vez que reservou. E ainda devolveu o livro com a página marcada a caneta. Helena franziu a testa, confusa. — Eu… nem lembrava. Márcia deu um passo à frente. A voz saiu baixa e dura. — Tira a blusa. Helena riu, nervoso. — O que é isso, Márcia? Você está brincando? A resposta veio na forma de um tapa aberto no rosto. O óculos de Helena voou e caiu entre os livros. A bochecha ficou vermelha na hora. Antes que ela pudesse gritar, Márcia já tinha puxado o cabelo grisalho dela para trás e empurrado o corpo contra a estante. — Eu não estou brincando. Tira a blusa. Agora. As mãos de Helena tremiam quando abriu os botões. A blusa caiu no chão. O sutiã bege foi o próximo. Márcia rasgou o fecho com uma puxada seca. Os seios pesados e caídos de Helena saltaram para fora, as auréolas escuras e largas, a pele flácida pelo peso dos anos. Márcia não perdeu tempo. A primeira palmada veio direto na teta direita. O estalo seco ecoou entre os livros. Helena soltou um grito abafado. Outra palmada, agora na esquerda. Depois de novo na direita. Márcia batia com a mão aberta, forte, mirando as pontas dos seios e a carne macia em volta. Os seios balançavam a cada tapa, ficando vermelhos rapidamente. Helena tentava se proteger com os braços, mas Márcia segurava os pulsos dela com uma mão só e continuava batendo com a outra. — Mãos para trás. Se fechar de novo eu uso o livro. Helena obedeceu, soluçando. As tetas já estavam quentes e latejando quando Márcia pegou um volume grosso de enciclopédia da prateleira. O livro pesado desceu com força sobre o seio direito. O impacto foi seco e dolorido. Helena gritou de verdade. Márcia repetiu no esquerdo. Depois alternou, batendo com a capa dura do livro nas tetas já vermelhas, deixando marcas retangulares da borda. Quando os seios estavam roxos e sensíveis demais para continuar só neles, Márcia virou Helena de frente para a estante e levantou a saia até a cintura. A calcinha foi puxada para baixo até os tornozelos. A bunda grande e branca ficou exposta. A surra nas nádegas começou com a mão. Palmadas fortes, ritmadas, uma atrás da outra. A pele foi ficando vermelha, depois escura. Márcia não parava. Batia de um lado, depois do outro, às vezes no meio, bem em cima da entrada da buceta. Helena chorava abertamente, a testa encostada nos livros, as mãos apertando a prateleira. Depois veio o livro de novo. Márcia usou o mesmo volume pesado. O impacto do livro grosso contra a bunda fazia um som abafado e profundo. Cada golpe deixava a carne tremer. Helena gritava a cada um. Márcia contava em voz alta, sem pressa: — Oito… nove… dez… Quando a bunda já estava um mapa de vermelho e roxo, Márcia a virou de novo e a forçou a se ajoelhar no chão frio da biblioteca. Segurou o cabelo dela e começou a bater no rosto com a mão aberta. Tapas secos, de um lado para o outro. A boca de Helena sangrou no canto. O nariz escorria. As bochechas ardiam. — Abre a boca. Helena abriu. Márcia enfiou dois dedos fundo, mexendo, forçando a garganta. Depois tirou e deu mais dois tapas. — Agora a buceta. Ela empurrou Helena de costas no chão, entre as estantes, e abriu as pernas dela com os joelhos. A buceta madura, os lábios escuros e um pouco flácidos, já estava úmida de pura reação do corpo. Márcia não se importou. Começou a bater com a mão aberta direto nela. Palmadas secas e precisas nos lábios, no clitóris, na entrada. Helena se contorcia, tentando fechar as pernas, mas Márcia segurava firme. Quando a mão já não bastava, Márcia pegou um livro mais fino e usou a lombada. O impacto era mais agudo, mais localizado. Helena soluçava, o corpo inteiro tremendo, a buceta latejando e vermelha. Só então Márcia se levantou e tirou o próprio vestido. Por baixo usava só um cinto de couro largo e um strapon preto, grosso e realista, já encaixado. O tamanho era considerável. Ela passou saliva na cabeça e se ajoelhou entre as pernas de Helena. — Agora você vai levar. O strapon entrou de uma vez. Helena gritou, a cabeça jogada para trás. Márcia meteu fundo, seco, sem carinho. Cada estocada fazia o corpo de Helena balançar no chão. Ao mesmo tempo, a mão dela continuava batendo: ora na teta, ora na bunda, ora no rosto. O livro ainda estava ao alcance. De vez em quando Márcia parava de meter só para descer o volume pesado de novo sobre os seios ou sobre a coxa interna. A foda foi longa e brutal. Márcia variava o ângulo, tirava quase tudo e enfiava de novo com força, sempre acompanhando com palmadas ou com o livro. Helena gozou duas vezes sem querer, o corpo se contraindo ao redor do strapon, soluçando de dor e de tesão confuso. Márcia não parou. Continuou metendo até sentir o corpo da mulher mais velha completamente mole e entregue. Quando finalmente tirou o brinquedo, a buceta de Helena estava aberta, vermelha e latejando. Márcia limpou o strapon na própria coxa de Helena e se levantou. Olhou para baixo, para a mulher de 60 anos nua, com as tetas roxas, a bunda destruída, o rosto inchado e a buceta usada, espalhada no chão da biblioteca entre livros caídos. — Da próxima vez que atrasar um livro, eu uso a edição de capa dura. Márcia se vestiu com calma, ajustou o coque e voltou para o balcão como se nada tivesse acontecido. Helena ficou ali por vários minutos, sem conseguir se mexer. O corpo inteiro doía. As tetas latejavam a cada respiração. A bunda ardia contra o chão frio. O rosto queimava. A buceta pulsava. Quando finalmente se levantou, as pernas tremiam. Vestiu a roupa como pôde, pegou os óculos tortos e saiu da biblioteca andando devagar, cada passo doendo. Ninguém na rua percebeu o estado em que ela estava. Mas ela sabia. E a bibliotecária também.
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