Minha mãe não conseguiu tirar da cabeça a consulta anterior. Durante a semana inteira a bunda latejava, os seios doíam ao menor toque e a buceta ainda ficava sensível. Mesmo assim, quando a Dra. Helena mandou mensagem marcando o retorno, ela respondeu na hora. Dessa vez, porém, ela não foi sozinha. A sobrinha dela, Larissa, 15 anos, sempre tinha sido a mais tarada da família. Corpo novo, seios firmes, bunda empinada e uma língua sem freio. Quando minha mãe, ainda marcada e ofegante, contou pela metade o que tinha acontecido no consultório, Larissa ficou de olhos brilhando. — Me leva junto. Minha mãe hesitou só um segundo. — Você não sabe no que está se metendo… — Eu sei exatamente. E quero ver você apanhando e sendo fodida por aquela mulher. No dia marcado as duas entraram juntas no consultório. Helena trancou a porta assim que as viu. O olhar dela passou de uma para a outra, frio e calculista. — Trouxe companhia? — Minha sobrinha — minha mãe respondeu, a voz já um pouco falha. — Ela… quer participar. Helena sorriu de canto pela primeira vez. — Então as duas vão se despir. Agora. Larissa não precisou que falassem duas vezes. Tirou a roupa rápido, ficando nua sem vergonha nenhuma. Minha mãe demorou um pouco mais, ainda com as marcas roxas da semana anterior visíveis na bunda e nos seios. Helena andou em volta das duas, avaliando. — A sobrinha é novinha e tarada… e a tia já está toda marcada. Perfeito. Ela abriu a gaveta e tirou dois strapons. Um era o mesmo grosso da outra vez. O segundo era um pouco mais fino, mas ainda considerável, com um formato que prometia chegar fundo. Helena entregou o segundo para Larissa. — Coloca. Hoje vocês duas vão me ajudar a destruir ela. Larissa obedeceu com um sorriso safado, ajustando o cinto na cintura. O strapon balançava entre as pernas dela enquanto olhava para a tia. Helena não perdeu tempo. Empurrou minha mãe de quatro na cadeira odontológica e começou a surra. A mão aberta bateu forte na bunda já marcada, reativando a dor antiga. Depois veio o cinto. Os golpes eram secos e pesados. Minha mãe gemia, a cabeça baixa. Larissa ficou observando, o strapon duro apontado para frente, claramente excitada. — Pode bater também — Helena autorizou. Larissa não hesitou. Deu vários tapas fortes na bunda da tia, depois nos seios pendurados. O som da mão dela batendo na carne era diferente, mais jovem, mais ávido. Helena aproveitou e segurou o rosto de minha mãe, dando tapas de um lado e de outro até a pele ficar vermelha. Quando a bunda e os seios já estavam latejando de novo, Helena posicionou o strapon grosso na entrada da buceta e enfiou de uma vez. As estocadas começaram imediatamente, profundas e violentas. Enquanto fodia, ela puxava o cabelo de minha mãe e dava tapas no rosto. — Agora você — ordenou para Larissa. Larissa se posicionou na frente da tia, segurou a cabeça dela e enfiou o strapon na boca. Começou a foder a garganta com vontade, segurando o cabelo com as duas mãos. Minha mãe engasgava entre as duas: o strapon grosso da dentista destroçando a buceta por trás e o da sobrinha invadindo a garganta pela frente. Helena tirou o brinquedo, repositionou e forçou a entrada no cu. Minha mãe gritou contra o strapon que ainda estava na boca. A penetração anal foi seca e profunda. Helena começou a foder o cu com força total enquanto Larissa continuava usando a boca dela. As duas se revezavam. Helena fodia o cu, depois a buceta, depois o cu de novo. Larissa tirava o strapon da boca só para bater nos seios da tia ou dar tapas no rosto, e depois enfiava de novo na garganta. Em um momento as duas encaixaram os strapons ao mesmo tempo: Helena no cu e Larissa na buceta. Minha mãe foi penetrada nos dois buracos ao mesmo tempo, o corpo preso entre as duas, gemendo alto e abafado. A surra não parava. Enquanto fodia, Helena batia na bunda com a mão livre ou com o cinto. Larissa apertava e esbofeteava os seios, torcendo os mamilos. De vez em quando uma das duas segurava o rosto de minha mãe e dava uma sequência de tapas secos. Elas a usaram em várias posições. De quatro na cadeira, deitada de costas com as pernas abertas, prensada contra a parede, ajoelhada no chão. Em todas, os dois strapons entravam e saíam sem piedade. Quando uma tirava, a outra já enfiava. A buceta e o cu de minha mãe ficaram dilacerados, vermelhos e latejando, o lubrificante e os fluidos escorrendo pelas coxas. Larissa estava visivelmente excitada. Em determinado momento ela tirou o strapon, se posicionou na frente da tia e esfregou a buceta molhada no rosto dela. — Chupa, tia. Minha mãe obedeceu, a língua trabalhando enquanto Helena continuava fodendo o cu dela por trás com estocadas violentas. O som molhado e os gemidos enchiam o consultório. Depois de muito tempo, as duas decidiram terminar. Helena enfiou o strapon fundo no cu e segurou ali, enquanto Larissa fodia a boca com força até gozar esfregando a buceta contra o rosto da tia. Minha mãe ficou engasgando, o rosto sujo de fluidos, o corpo inteiro tremendo. Quando finalmente pararam, ela estava destruída. Bunda e seios cobertos de marcas novas por cima das antigas, rosto vermelho e inchado, boca, buceta e cu dilacerados e escorrendo. Larissa ainda respirava ofegante, o sorriso safado no rosto. Helena tirou o strapon com calma e olhou para as duas. — Próxima vez as duas voltam. E dessa vez a sobrinha também vai apanhar. Larissa lambeu os lábios. — Pode deixar, doutora. Minha mãe só conseguiu ficar deitada na cadeira, o corpo latejando em todos os lugares, incapaz de falar. A sobrinha tarada tinha ajudado a dentista a foder e destruir ela por completo. E as duas já estavam combinando a próxima sessão.
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