A escola já estava quase vazia naquela sexta-feira. A maioria dos alunos tinha ido embora. Os corredores estavam silenciosos. Minha mãe, professora de português do nono ano, permanecia na sala 12 terminando de corrigir provas. A porta se abriu sem bater. Era a professora de matemática, Denise, 44 anos, alta, corpo firme, cabelo preso em um coque baixo. Sempre fora rígida com todo mundo. Naquele dia o olhar dela era diferente: frio, decidido, quase cruel. Ela fechou a porta com chave e encostou o corpo nela. — Levanta, Helena. Minha mãe olhou surpresa, ainda sentada atrás da mesa. — Denise? O que foi? Denise não respondeu. Caminhou até a mesa, agarrou minha mãe pelo braço e a puxou para o meio da sala, entre as carteiras. Com a outra mão já abria o próprio cinto de couro preto. — Hoje você apanha. Aqui dentro. E vai ser demorado. A primeira cinta veio sem aviso. Seca, forte, bem no meio da bunda ainda coberta pela saia social. O estalo ecoou na sala vazia. Minha mãe gritou de surpresa. Denise não esperou. Puxou a saia para cima, arrancou a calcinha de uma vez e desceu o cinto de novo, agora na pele nua. A marca vermelha apareceu na hora. — Fica de quatro em cima da minha mesa — Denise ordenou. Minha mãe obedeceu, tremendo. Denise continuou a surra com método. Cintada na bunda esquerda, cintada na direita, depois bem no meio, bem embaixo, perto da buceta. A carne tremeu, ficou vermelha, depois roxa. Minha mãe gritava, os dedos cravados na madeira da mesa. Denise não acelerava. Cada golpe era pesado, calculado, feito para doer e marcar. Depois de várias cintadas, ela parou só o suficiente para rasgar a blusa de minha mãe e puxar o sutiã para baixo. Os seios pesados saltaram. Denise desceu o cinto neles. Uma, duas, três vezes em cada um. Os mamilos ficaram duros e vermelhos. Minha mãe soluçava, a testa encostada na mesa. — Vira de barriga para cima. Minha mãe virou. Denise abriu as pernas dela à força e desceu o cinto direto na buceta. O som foi molhado e cruel. Minha mãe gritou mais alto, as pernas se fechando por reflexo. Denise abriu de novo e deu mais quatro, cinco, seis cintadas bem no meio da xota. A pele inchou, ficou vermelha, latejando. A surra não parou ali. Denise voltou para a bunda, depois para os seios, depois de novo para a buceta. De vez em quando descia a mão aberta no rosto de minha mãe, dando tapas secos que faziam a cabeça balançar. A sala inteira cheirava a couro e pele quente. Minha mãe já não gritava direito. Só soluçava e tremia, o corpo inteiro marcado. Quando a bunda e os seios estavam roxos e a buceta inchada, Denise largou o cinto. Abriu a própria calça, puxou a calcinha para o lado e subiu na mesa, sentando o sexo molhado no rosto de minha mãe. — Chupa enquanto eu descanso a mão. Minha mãe obedeceu, a língua tremendo. Denise gemeu baixo, esfregando a buceta no rosto marcado, ao mesmo tempo em que voltava a bater com a mão aberta nos seios e na parte interna das coxas. Depois desceu, virou minha mãe de quatro de novo e enfiou três dedos de uma vez na buceta inchada, metendo com força enquanto a outra mão descia o cinto mais uma vez na bunda já destruída. A sessão durou quase uma hora. Quando Denise finalmente parou, minha mãe estava caída de lado em cima da mesa de professora, nua da cintura para cima, a saia amontoada, o corpo inteiro coberto de marcas vermelhas e roxas: bunda, seios, coxas, buceta, rosto. A respiração era curta e irregular. Algumas lágrimas escorriam misturadas com saliva. Denise ajeitou a própria roupa, pegou o cinto e olhou o estrago com satisfação. — Segunda-feira você vem mais cedo. A sala continua a mesma. E a surra também. Ela abriu a porta e saiu, deixando minha mãe sozinha na sala 12, o corpo destruído, as provas ainda espalhadas pelo chão. Eu estava escondido atrás da porta do depósito ao lado. Vi tudo. Ouvi cada cintada. E vi minha mãe, a professora, tentar se levantar da mesa com as pernas tremendo, a pele ainda latejando.
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