O sol da tarde batia forte no quintal dos fundos quando Dona Helena, 60 anos, saiu para ver o andamento da obra. O pedreiro estava sozinho naquele dia. Chamava-se Rogério, 28 anos, corpo queimado de sol, ombros largos, braços grossos de quem carrega saco de cimento o dia inteiro. Usava só uma bermuda suja de argamassa e botinas velhas. O peito nu brilhava de suor. Helena parou a alguns metros, de braços cruzados. Vestia um vestido leve de algodão, sem sutiã por causa do calor, e chinelos. O cabelo grisalho estava preso num rabo de cavalo baixo. — Está atrasado de novo, Rogério. A parede tinha que ter subido ontem. Ele ergueu o olhar, limpou o suor da testa com o antebraço e sorriu de lado. — Atrasado por causa da senhora, Dona Helena. Toda vez que a senhora aparece aqui de vestido assim, eu perco o foco. Helena franziu a testa, mas sentiu o rosto esquentar. Não era a primeira vez que ele falava daquele jeito. Sempre no limite entre a grosseria e a cantada. Rogério largou a colher de pedreiro e pegou uma ripa de madeira que estava no chão. Tinha cerca de meio metro, fina, mas firme. Bateu de leve na própria mão, como quem testa o material. — A senhora veio só reclamar… ou veio pedir o que tá precisando? Helena abriu a boca para responder, mas ele já tinha andado até ela. A mão grande e calejada segurou o queixo dela com firmeza. — Eu vi a senhora ontem na janela. Olhando. Com a mão embaixo do vestido. O rosto de Helena ficou vermelho de vergonha. Era verdade. Tinha se tocado pensando no corpo dele. Rogério não esperou mais. Virou-a de costas com facilidade e a empurrou contra a parede de tijolos ainda úmidos. O vestido foi erguido até a cintura de uma vez. Por baixo ela usava só uma calcinha fina. Ele puxou o tecido para o lado e deu o primeiro tapa com a mão aberta na bunda direita. O estalo soou alto no quintal. Helena soltou um grito abafado. Antes que pudesse reclamar, a ripa de madeira desceu. O impacto foi seco, preciso e dolorido. Uma faixa vermelha surgiu imediatamente na pele clara. Helena gritou de verdade. Rogério não deu tempo de recuperação. A ripa subiu e desceu de novo, agora na nádega esquerda. Depois de novo na direita. O som da madeira batendo na carne ecoava. — Conta quantas — ele mandou, a voz baixa e controlada. — Se errar, eu recomeço. Helena tentou falar, mas a voz saiu embargada. — U-uma… A ripa desceu de novo. — Duas… Ele batia com ritmo constante, sem pressa, mas com força. A cada golpe a bunda de Helena tremia. A pele foi ficando vermelha, depois escura, marcada pelas linhas finas e queimadas da madeira. Helena chorava abertamente, as mãos apoiadas na parede, os seios pesados balançando dentro do vestido a cada impacto. Quando chegou na vigésima, a bunda já estava latejando tanto que ela mal conseguia ficar parada. Rogério largou a ripa por um momento, puxou a calcinha até os tornozelos e abriu as pernas dela com o joelho. — Agora você vai levar pau com a bunda queimando. Ele abriu a bermuda. O pau já estava duro, grosso, a cabeça escura e brilhante de pré-gozo. Cuspiu na mão, passou no comprimento e se posicionou. Empurrou de uma vez. Helena gritou. O pau abriu ela com violência. Rogério segurou a cintura macia dela com as duas mãos e começou a meter fundo, seco, sem carinho. Cada estocada fazia a bunda castigada bater contra a pele dele. A dor das marcas se misturava com a penetração grossa. Ele não parou de usar a ripa. Enquanto metia, a madeira continuava descendo. Às vezes no meio de uma estocada, às vezes quando ele tirava quase tudo só para bater e enfiar de novo. Helena soluçava, a testa encostada nos tijolos quentes, a boca aberta, a saliva escorrendo. Os seios tinham saído do vestido e balançavam pesados a cada impacto. — Grita mais baixo, dona de casa — ele falou, sem diminuir o ritmo. — Senão o vizinho escuta a puta apanhando. Helena gozou sem conseguir segurar. O corpo se contraiu em volta do pau dele, as pernas tremeram, um gemido longo e agudo escapou da garganta. Rogério riu baixo e acelerou. As estocadas ficaram mais violentas, a ripa descia com mais força. A bunda de Helena já não era mais só vermelha: tinha marcas roxas e algumas linhas onde a madeira tinha raspado a pele. Quando ele gozou, foi fundo. Segurou o cabelo grisalho dela com uma mão, a ripa ainda na outra, e jorrou dentro, gemendo pesado. Continuou metendo enquanto o porra escorria para fora, misturado com a lubrificação dela, escorrendo pela coxa e pingando no chão de cimento. Só então parou. Tirou o pau devagar. Um fio grosso e branco acompanhou. Deu mais duas chicotadas leves com a ripa, só para ver a carne já destruída tremer, e largou a madeira no chão. Helena ficou apoiada na parede, ofegante, a saia ainda erguida, a bunda latejando tanto que o simples toque do ar doía. As pernas tremiam. O porra escorria devagar pela parte interna da coxa. Rogério ajeitou a bermuda, pegou a colher de pedreiro de novo e voltou para a parede como se nada tivesse acontecido. Antes de virar de costas, falou sem olhar para ela: — Amanhã eu venho cedo. Deixa a porta dos fundos aberta. E não põe calcinha. Helena não respondeu. Só conseguiu puxar o vestido para baixo com mãos trêmulas e caminhar devagar de volta para dentro de casa, cada passo uma fisgada na bunda queimada. No banheiro, na frente do espelho, ela virou o corpo e olhou. A bunda estava destruída. Marcas vermelhas e roxas da ripa cobriam as duas nádegas. Algumas linhas ainda ardiam como fogo. Entre as pernas, o sêmen continuava escorrendo. Ela passou a mão devagar sobre as marcas, sentindo o calor, e fechou os olhos. Amanhã a porta dos fundos ficaria aberta.
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