Eram onze mulheres na casa da fazenda naquela noite. Dona Helena, 60 anos, e suas dez irmãs. Todas entre 55 e 68 anos. Corpos maduros, pesados, cheios de curvas: seios caídos e volumosos, barrigas macias, quadris largos, bundas grandes e firmes de quem carregou filhos e trabalhou a vida inteira. Algumas ainda tingiam o cabelo, outras já deixavam o grisalho aparecer. Estavam reunidas para o aniversário da mais velha. Comeram, beberam vinho barato, riram alto e, quando a noite avançou, ficaram só de camisolas finas e roupões abertos por causa do calor. Ninguém trancou a porta dos fundos. O moleque entrou sem fazer barulho. Tinha uns 24 anos, corpo magro e marcado, ombros largos, tatuagens no peito e nos braços, bermuda larga e chinelo. Era um daqueles que ficava na estrada, vendendo coisa ou simplesmente esperando oportunidade. Tinha visto as luzes acesas e as silhuetas das mulheres pela janela. Entrou armado só com a cara e o pau. Quando as onze perceberam, ele já estava no meio da sala. — Boa noite, mãezinhas. Helena foi a primeira a se levantar, indignada. — Sai daqui, moleque! Vai embora antes que eu chame a polícia! Ele sorriu e puxou a bermuda para baixo. O pau saltou para fora, já meio duro. Grosso, longo, veias saltadas, a cabeça escura e brilhante. O tamanho fez várias das irmãs abrirem a boca sem querer. — Vocês vão gritar. Mas ninguém vai vir. Ele não deu tempo de reação. Agarrou Helena pelo cabelo grisalho e a jogou de bruços no sofá grande. A camisola subiu. A bunda enorme e branca ficou exposta. A mão dele desceu com força. O estalo ecoou pela sala. Helena gritou. Outra palmada, mais forte. Depois outra. A pele ficou vermelha na hora. As outras irmãs tentaram se mexer. Duas correram para a porta. Ele foi mais rápido. Agarrou a mais próxima pelo braço, a jogou no chão e começou a bater na bunda dela também, palmadas secas e ritmadas enquanto ela esperneava. Em menos de dois minutos ele tinha três delas de quatro no chão e no sofá, camisolas levantadas, bundas no ar, recebendo surra. O resto ficou paralisado pelo choque e pelo medo. Ele trabalhou metodicamente. Primeiro a surra. Uma por uma, ele obrigava cada irmã a ficar de quatro ou de bruços. Levantava a camisola ou o roupão, puxava a calcinha para o lado ou rasgava, e começava a bater. Mão aberta, forte, sem dó. O som de carne batendo em carne enchia a casa. Algumas choravam logo no começo. Outras xingavam. Ele não se importava. Batia até a bunda ficar vermelha, depois roxa, depois latejando. Quando uma tentava se levantar, ele segurava o cabelo e continuava. Helena foi a que apanhou mais. Ele a deixou por último entre as primeiras, de joelhos no meio da sala, a bunda já destruída, enquanto as outras dez assistiam, nuas da cintura para baixo, gemendo e soluçando. — Olha só essas cadelas velhas — ele falou, andando entre elas, o pau batendo contra a barriga. — Onze putas maduras. Todas vão apanhar. Todas vão mamar. Todas vão levar. Ele começou a foder. Pegou a irmã mais nova das onze (55 anos), empurrou a cabeça dela no chão e enfiou o pau de uma vez. Ela gritou. Ele meteu fundo, seco, enquanto dava palmadas na bunda já marcada. Cada estocada fazia a carne tremer. Depois de alguns minutos a tirou, ainda gozando pré-porra, e passou para a seguinte. Foi assim com todas. Uma após a outra, ele enfiava, metia com força, dava surra enquanto fodia, depois tirava e ia para a próxima. As que já tinham levado ficavam de quatro no chão, a bunda aberta e vermelha, a buceta pingando, esperando a vez de novo. Ele fazia elas se beijarem, se lamberem, se segurarem enquanto apanhavam. Obedeciam. O medo e a dor tinham quebrado qualquer resistência. Helena foi a que ele mais usou. Deixou ela por último de propósito. Quando chegou nela, a bunda já estava um mapa de marcas roxas e vermelhas das palmadas anteriores. Ele a colocou de quatro no meio das irmãs, segurou o cabelo grisalho com uma mão e enfiou o pau grosso de uma vez. Helena gritou alto. Ele meteu com violência, batendo a bacia contra a bunda dela, enquanto a outra mão descia sem parar em palmadas secas e fortes. — Grita, mãe. Grita para as suas irmãs ouvirem. Helena gritava. O corpo inteiro balançava. Os seios pesados balançavam para frente e para trás. A boca aberta, a língua para fora, a saliva escorrendo. Ele a fodia como se quisesse quebrar. A cada dez estocadas parava só para bater mais, deixando a bunda latejar, depois voltava a meter. As outras dez irmãs estavam ao redor, de joelhos ou de quatro, assistindo. Algumas ainda soluçavam. Outras já tinham o olhar vazio de quem tinha desistido. Ele mandava uma ou outra se aproximar para lamber as bolas enquanto ele fodia Helena. Mandava outra chupar os seios da irmã. Mandava duas se beijarem com a língua para fora enquanto olhavam a surra. Quando gozou a primeira vez, foi dentro de Helena. Enterrou fundo, segurou o cabelo com força e jorrou, gemendo baixo. Não tirou. Continuou metendo enquanto o porra escorria para fora a cada estocada. Depois puxou o pau, cheio de porra e de lubrificação dela, e passou de irmã em irmã, enfiando a cabeça suja na boca de cada uma. — Limpa. Elas limparam. Ele ainda não tinha terminado. Fez uma segunda rodada de surra. Agora com o cinto que tirou da calça de uma das irmãs. O couro estalava nas bundas já destruídas. Algumas gritaram tanto que a voz falhou. Helena apanhou de novo, de quatro, a cabeça baixa, enquanto ele chicoteava e metia ao mesmo tempo. O cinto deixava faixas mais escuras sobre as marcas das mãos. Na terceira rodada ele já estava gozando de novo. Desta vez no rosto de três delas ao mesmo tempo, obrigando-as a ficar de joelhos lado a lado, bocas abertas, enquanto ele batia punheta e jorrava. Depois fez as outras lamberem o que tinha escorrido. A casa cheirava a sexo, suor, saliva e pele chicoteada. O chão estava sujo de porra, de lubrificação e de lágrimas. As onze mulheres estavam espalhadas pela sala: algumas de quatro ainda, outras deitadas de bruços, todas com as bundas vermelhas e roxas, algumas com porra escorrendo da buceta, outras com o rosto sujo. O moleque se vestiu devagar, como se tivesse acabado de resolver um problema qualquer. Olhou para Helena, que ainda estava de quatro, ofegante, a bunda latejando tanto que ela mal conseguia se mexer. — Avisa para as suas irmãs. Da próxima vez que eu voltar, quero todas de quatro já esperando. Ele saiu pela mesma porta dos fundos, sumindo na escuridão da estrada. As onze ficaram ali por um longo tempo, sem conseguir se levantar. O único som era o soluço abafado de algumas e a respiração pesada de todas. Helena, no meio delas, com a bunda destruída e a buceta ainda latejando, só conseguiu pensar numa coisa: Ele tinha fudido e espancado as onze. E tinha prometido voltar.
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