Minha mãe e Larissa combinaram tudo no carro, ainda com o gosto da vingança na boca. — Hoje a gente acaba com ela — Larissa disse, os olhos brilhando. — Entra, tranca a porta e a gente fode aquela vadia até ela pedir arrego. Minha mãe, ainda marcada das sessões anteriores, só balançou a cabeça. As duas estavam decididas. Chegaram no horário em que a clínica costumava estar quase vazia. Larissa já levava o strapon escondido na bolsa. Minha mãe carregava o cinto. A porta do consultório estava entreaberta. Elas entraram sem bater, já com o sorriso de quem ia dominar a situação. O que encontraram foi completamente diferente. A Dra. Helena estava de pé no meio da sala, de jaleco aberto, os braços cruzados. Ao redor dela, quatro mulheres. Todas na casa dos trinta e poucos, corpos firmes, olhar frio. Uma loira alta de cabelo preso, uma morena de ombros largos, uma ruiva de expressão fechada e uma morena mais baixa, mas de pernas fortes. Nenhuma sorria. Helena falou primeiro, a voz calma e perigosa: — Eu estava esperando vocês duas. Larissa ainda tentou manter a pose. — A gente veio terminar o que eu comecei— Não conseguiu terminar a frase. A loira avançou rápido e deu um tapa seco e pesado no rosto de Larissa. A cabeça da sobrinha virou para o lado. Ao mesmo tempo a morena de ombros largos segurou minha mãe pelo cabelo e a jogou de joelhos no chão. O primeiro tapa no rosto da tia veio logo em seguida, estalado, forte. Helena nem se mexeu. Só observou. — Vocês acharam que iam me pegar sozinha de novo? Bobas. As quatro amigas não perderam tempo. Em menos de um minuto minha mãe e Larissa estavam nuas. As roupas foram rasgadas e jogadas para o canto. A loira e a ruiva seguravam Larissa, enquanto a morena forte e a outra controlavam minha mãe. A surra começou sem aquecimento. Na sobrinha, a loira desferiu uma sequência pesada de tapas no rosto, alternando os lados até a pele ficar vermelha e quente. Depois baixou as mãos e começou a bater nos seios firmes de Larissa com força, estalando a carne, apertando e torcendo os mamilos. A ruiva, atrás, abriu as pernas da menina e começou a bater com a mão aberta direto na buceta, golpes secos e repetidos que faziam Larissa gritar. Minha mãe levava ainda pior. A morena de ombros largos usava o cinto que elas mesmas tinham levado. Os golpes de couro caiam pesados na bunda já marcada, reativando todas as dores antigas. A cada chicotada minha mãe soltava um grito. A outra amiga segurava os seios pesados dela e batia neles sem piedade, deixando as tetas vermelhas e latejando. De vez em quando descia a mão e dava tapas fortes e diretos na buceta inchada. Helena finalmente se aproximou, já vestindo um strapon grosso. — Vocês duas vão aprender o que acontece quando tentam humilhar alguém no lugar errado. Ela acenou e as quatro amigas posicionaram as duas de quatro no chão, lado a lado. Helena enfiou o strapon primeiro na buceta de Larissa, fundo e seco, e começou a foder com estocadas violentas. Enquanto isso, a loira se ajoelhava na frente da sobrinha e enfiava outro strapon na boca dela, fodendo a garganta sem dó. Minha mãe recebeu o mesmo tratamento ao mesmo tempo. A morena forte enfiou um strapon no cu dela de uma vez e começou a foder com força total, enquanto a outra amiga usava a boca da tia, segurando o cabelo e empurrando até o fundo da garganta. As quatro mulheres e Helena se revezavam. Enquanto uma fodia, as outras batiam. Tapa no rosto, tapa na teta, tapa na bunda, tapa seco na buceta. O consultório ficou cheio de gritos, estalos de mão e couro contra carne, e o som molhado de strapons entrando e saindo com violência. Larissa, que tinha chegado tão confiante, agora chorava e gemia abafado com o pau de borracha na garganta. Minha mãe estava ainda pior: a bunda sendo destroçada por estocadas anais profundas enquanto levava chicotadas e tapas nos seios ao mesmo tempo. Helena mudava de uma para a outra. Fodia o cu de Larissa, depois a buceta de minha mãe, depois voltava. As amigas seguravam as duas imóveis, abrindo as pernas à força, puxando o cabelo, mantendo os rostos para cima para receber tapas. Em determinado momento as cinco mulheres colocaram as duas de costas no chão. Duas seguravam as pernas de Larissa abertas enquanto Helena e a loira revezavam os strapons na buceta e no cu dela. As outras duas faziam o mesmo com minha mãe. Os corpos das duas estavam cobertos de marcas: rostos inchados, seios roxos, bundas destruídas, bucetas e cus dilacerados. A humilhação era completa. Helena obrigava cada uma a lamber o strapon sujo da outra, a pedir desculpas em voz alta, a agradecer cada tapa e cada estocada. Quando alguma demorava a obedecer, recebia uma sequência extra de chicotadas ou tapas na buceta. Elas foram usadas por muito tempo. As cinco mulheres pareciam não cansar. Revezavam posições, strapons, mãos e cintos. Minha mãe e Larissa gozaram várias vezes contra a vontade, o corpo traindo o medo e a dor com espasmos humilhantes. Quando finalmente pararam, as duas estavam caídas no chão do consultório, nuas, tremendo, completamente destruídas. Fluidos escorriam pelas coxas. Os corpos eram um mapa de hematomas e marcas de mão e cinto. Helena tirou o strapon, se abaixou e segurou o queixo de cada uma, forçando-as a olhar para ela. — Da próxima vez que pensarem em voltar aqui para me humilhar, lembrem que eu nunca estou sozinha. As quatro amigas riram baixo. Larissa tentou falar alguma coisa, mas só conseguiu um gemido rouco. Minha mãe nem tentou. As duas sabiam que tinham se dado muito mal. Helena jogou as roupas rasgadas em cima delas. — Agora se vistam e saiam. E rezem para eu não ter gravado tudo. Minha mãe e a sobrinha saíram do consultório se apoiando uma na outra, andando com dificuldade, cada passo puxando a dor da bunda, dos seios e entre as pernas. A vingança que tinham planejado tinha virado a pior surra e a pior foda da vida das duas. E a Dra. Helena, cercada pelas amigas, só observou a porta se fechar, um sorriso frio no rosto.
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