A vingança do gay



Minha mãe sempre teve a língua afiada. Aos 46 anos, ainda se achava intocável. Corpo firme, seios pesados, bunda larga e aquela arrogância de quem nunca tinha levado uma surra de verdade. Naquela noite ela bebeu demais e decidiu que seria engraçado debochar de um gay que conhecia de vista.
Ele se chamava Rafael. 28 anos, corpo definido, ombros largos, voz baixa. Minha mãe o encontrou no bar, sozinho, e foi direto:
— Olha só o viadinho aqui… Será que aguenta olhar pra uma mulher de verdade ou só serve pra chupar pau?
Rafael ergueu o olhar devagar. Não sorriu. Não se exaltou. Só a observou por alguns segundos e falou, baixo:
— Terminou?
Ela riu alto, chamando atenção.
— Terminei não. Ainda tenho mais. Quer que eu desenhe como é uma buceta pra você, seu passivo?
Ele pagou a conta, se levantou e parou bem perto dela.
— Você tem carro?
— Tenho. Por quê?
— Porque eu vou te foder até você não conseguir mais abrir a boca pra falar merda.
Minha mãe gargalhou. Achou que era bleff. Aceitou o desafio só de deboche. Subiram no carro dela. No caminho ele não falou quase nada. Só deu o endereço de um apartamento.
Assim que a porta se fechou, a coisa mudou.
Rafael segurou o cabelo dela com força e a jogou de joelhos no chão.
— Agora você vai aprender a diferença entre deboche e consequência.
O primeiro tapa veio no rosto. Estalado, seco, forte. A cabeça dela virou para o lado. Antes que ela pudesse reagir, veio o segundo, do outro lado. Depois o terceiro. Ele não estava brincando. Segurava o cabelo e batia com a mão aberta no rosto dela várias vezes seguidas, até a pele ficar vermelha e quente.
— Abre a boca.
Ela abriu. Ele cuspiu dentro e deu mais dois tapas.
— Fala de novo que eu sou viado.
A voz dela saiu trêmula:
— Você é…
O tapa seguinte foi mais forte. O lábio dela rachou levemente.
Ele rasgou a blusa dela. Os seios pesados saltaram. Rafael segurou um deles com força e começou a bater com a mão aberta em cima da teta. O som era diferente: carne mole sendo castigada. Ele alternava os seios, batendo forte, apertando o mamilo depois de cada sequência e torcendo até ela gritar. As tetas logo ficaram vermelhas e latejando.
— Ainda acha graça?
Ela não respondia mais. Só ofegava.
Ele a puxou pelo cabelo até a sala e a jogou de quatro no chão. A saia foi erguida, a calcinha rasgada. A bunda larga ficou exposta. Rafael não perdeu tempo. Começou a bater com a mão aberta, pesado, sem ritmo. Cada tapa fazia a carne tremer. Depois pegou o cinto.
O primeiro golpe do couro na bunda fez ela gritar de verdade. Ele não espalhou. Concentrou os golpes, deixando marcas vermelhas e inchadas. Quando a bunda já estava em chamas, ele mudou o alvo.
Abriu as pernas dela à força e começou a bater com a mão aberta direto na buceta. O impacto era seco e dolorido. Ela tentou fechar as coxas, mas ele segurou com força e continuou. Vários tapas seguidos na boceta, fazendo o clitóris latejar de dor e, ao mesmo tempo, de excitação suja. A buceta logo ficou inchada e vermelha.
Ele a virou de costas, segurou os seios de novo e voltou a bater neles enquanto enfiava dois dedos com força na buceta inchada. Os dedos entravam e saíam rápido, sem carinho, só violência. De vez em quando ele dava um tapa seco no clitóris.
— Debocha agora — ele ordenou.
Ela só conseguia gemer e chorar.
Rafael tirou a roupa. O pau estava duro, grosso, veias saltadas. Ele segurou o cabelo dela e enfiou na boca de uma vez, fundo. Fodeu a garganta sem piedade, segurando a cabeça com as duas mãos e empurrando até o fundo. Ela engasgava, saliva escorrendo pelo queixo, o rosto já marcado de tapa. Ele só tirava quando ela estava quase sem ar, e depois enfiava de novo.
Depois a jogou de quatro outra vez. Enfiou o pau na buceta inchada de uma só vez, seco e fundo. Começou a foder com estocadas violentas, batendo a pelve contra a bunda marcada a cada embalo. Enquanto fodia, ele continuava batendo: tapa na bunda, tapa na teta, tapa no rosto quando ela virava a cabeça.
Ele a usou em várias posições. De quatro, de costas com as pernas abertas à força, prensada contra a parede, sentada no colo dele enquanto ele segurava o cabelo e a fazia quicar com violência. Em nenhum momento foi suave. Cada estocada era funda e pesada. De vez em quando ele parava, dava uma sequência de tapas nas tetas ou na buceta, e voltava a foder.
Quando a buceta já estava destruída e escorrendo, ele puxou o pau para fora, cuspiu na entrada do cu e forçou a penetração. Minha mãe gritou. Ele não esperou ela se acostumar. Empurrou até o fundo e começou a foder o cu com a mesma força bruta. Enquanto penetava por trás, batia nas tetas por baixo, apertando e esbofeteando os seios pesados.
A surra não parava. Mesmo durante a foda ele encontrava jeito de castigar: tapa no rosto, tapa na teta, tapa na bunda, tapa seco na buceta quando tirava o pau. O corpo dela estava todo marcado. Rosto vermelho e inchado, seios roxos e latejando, bunda coberta de marcas de mão e cinto, buceta inchada e dolorida.
Ele gozou a primeira vez no cu dela, fundo, segurando o quadril com força. Depois tirou o pau e empurrou a cabeça dela para baixo.
— Limpa tudo.
Ela lambeu o pau sujo, a língua passando devagar, o gosto amargo e sujo. Assim que terminou, ele já estava duro de novo. A virou de costas, abriu as pernas e enfiou na buceta outra vez, recomeçando a foda violenta.
Dessa vez ele focou mais no rosto e nas tetas. Segurava o cabelo e dava tapas no rosto enquanto fodia. Apertava os seios com força e batia neles com a mão aberta no meio das estocadas. A cada gemido alto dela, ele aumentava a força.
Quando gozou a segunda vez, foi dentro da buceta, fundo, sem tirar. Depois se afastou e a olhou caída na cama: rosto marcado, boca vermelha, seios inchados e roxos, bunda destruída, buceta e cu latejando e escorrendo porra.
Rafael se vestiu com calma, pegou o celular dela e tirou algumas fotos.
— Se abrir a boca de novo pra debachar de mim, essas fotos vão aparecer em todo lugar. E na próxima eu não paro só nisso.
Minha mãe não conseguiu responder. Só respirava ofegante, o corpo inteiro doendo, a mente nublada. A pior surra da vida dela tinha vindo exatamente de quem ela achou que podia humilhar.
E, no meio de toda a dor latejante nas tetas, na bunda, na buceta e no rosto, uma certeza suja e clara nasceu:
Ela nunca mais ia debochar de um homem daquele jeito.
Mas uma parte dela, a parte mais podre, já queria que ele fizesse de novo.



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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico alemaofofoqueiro

Nome do conto:
A vingança do gay

Codigo do conto:
276671

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
07/11/2026

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