A Dra. Helena não esperava. Naquela tarde o consultório estava quase vazio. Ela tinha liberado a secretária mais cedo e estava organizando os instrumentos quando a porta se abriu com força. Larissa entrou sozinha, sem bater, o olhar já diferente do sorriso safado da consulta anterior. Dessa vez não havia deboche. Havia intenção. Helena franziu a testa. — Você não marcou horário. E onde está sua tia? Larissa trancou a porta atrás de si e girou a chave, colocando-a no bolso. — Hoje quem manda sou eu. Antes que a dentista reagisse, Larissa avançou. Empurrou Helena contra a parede com força e deu o primeiro tapa estalado no rosto. O impacto fez a cabeça da mulher virar para o lado. O segundo tapa veio logo em seguida, do outro lado. Helena tentou empurrá-la, mas Larissa era mais nova, mais rápida e estava determinada. Segurou o cabelo da dentista e começou a desferir uma sequência de tapas secos e pesados no rosto, até a pele ficar vermelha e quente. — Você achou que podia foder a gente e mandar na história pra sempre? — rosnou Larissa. — Agora é a sua vez de apanhar. Helena ainda tentava se soltar, a voz saindo alterada: — Para com isso! Eu vou chamar a polícia— O tapa seguinte foi mais forte, cortando a frase. Larissa rasgou a blusa branca da dentista e o sutiã logo em seguida. Os seios firmes saltaram. Sem hesitar, ela começou a bater neles com a mão aberta, forte, estalando a carne. Cada tapa fazia os seios tremerem. Depois apertava os mamilos com força e torcia, arrancando gemidos de dor de Helena. — Cala a boca. Larissa a arrastou pelo cabelo até a cadeira odontológica e a jogou de quatro em cima dela. Puxou a calça e a calcinha para baixo de uma vez só, deixando a bunda da dentista exposta. O primeiro tapa na bunda foi seco e pesado. Depois veio outro, e outro. Larissa não tinha a técnica fria de Helena. Tinha raiva e tesão. Bateu com vontade, espalhando a pele, deixando as nádegas vermelhas rapidamente. Quando a mão já doía, ela pegou o cinto que Helena costumava usar nas pacientes. O primeiro golpe de couro fez a dentista gritar de verdade. Larissa não espalhou. Concentrou os golpes, chicoteando a mesma área várias vezes até a pele inchar e ficar roxa. Helena tentava se mexer, mas Larissa segurava o cabelo com força e continuava. Depois abriu as pernas da dentista à força e começou a bater com a mão aberta direto na buceta. O impacto era seco, dolorido, degradante. Vários tapas seguidos no clitóris e nos lábios, deixando tudo inchado e vermelho. Helena gemia alto, a voz já sem o tom de autoridade de antes. — Para… por favor… — Agora você pede por favor? — Larissa riu baixo. — Antes não pedia quando estava fodendo a minha tia. Ela continuou a surra. Tapa na bunda, tapa na teta, tapa no rosto, tapa seco na buceta. Alternava sem piedade. O rosto de Helena estava marcado, os seios latejando, a bunda destruída e a buceta inchada de tanto bater. Só então Larissa tirou da bolsa o strapon que tinha levado escondido. Era grosso, realista, já lubrificado. Ajustou o cinto na cintura e posicionou a cabeça na entrada da buceta inchada da dentista. — Agora você vai levar. Empurrou de uma vez, fundo. Helena gritou. Larissa não deu tempo de nada. Começou a foder com estocadas violentas e profundas, segurando o quadril da mulher e batendo a pelve contra a bunda marcada a cada embalo. Enquanto fodia, continuava castigando: tapa no rosto, aperto forte nos seios, chicotada ocasional com o cinto. Depois de vários minutos destroçando a buceta, tirou o strapon, repositionou e forçou a entrada no cu. Helena gritou mais alto, o corpo se contraindo. Larissa empurrou até o fundo e começou a foder o cu com a mesma força bruta. As estocadas eram longas, pesadas, sem qualquer cuidado. A cada uma ela puxava o cabelo da dentista e dava um tapa seco no rosto ou nos seios. — Grita mais alto — ordenou. — Quero ouvir. Helena estava irreconhecível. O rosto vermelho e inchado de tapa, os seios marcados e doloridos, a bunda coberta de hematomas, a buceta e o cu dilacerados pelo strapon. Ela tremia, ofegava, tentava pedir para parar, mas Larissa não tinha a menor intenção de parar. A sobrinha a usou em várias posições. De quatro na cadeira, deitada de costas com as pernas abertas à força, prensada contra a parede do consultório, ajoelhada no chão enquanto levava o strapon fundo na garganta. Em todas, a surra continuava. Larissa parecia incansável. Fodia o cu, depois a buceta, depois a boca, sempre intercalando com tapas e chicotadas. Em determinado momento ela tirou o strapon, se sentou na cadeira e puxou o rosto de Helena para entre as pernas. — Agora chupa. E chupa direito. A dentista, humilhada e apavorada, obedeceu. A língua trabalhou enquanto Larissa segurava o cabelo dela e ocasionalmente dava um tapa no rosto. Depois de gozar esfregando a buceta contra a boca da mulher, Larissa colocou o strapon de novo e voltou a foder o cu de Helena com ainda mais força, como se quisesse gravar a lição. Quando finalmente parou, a Dra. Helena estava caída na cadeira, o corpo inteiro destruído. Respirava com dificuldade, as pernas tremendo, fluidos escorrendo pela coxa. O olhar de autoridade tinha desaparecido. Só restava medo e humilhação. Larissa tirou o strapon, se vestiu com calma e jogou a chave da porta em cima do peito da dentista. — Da próxima vez que pensar em foder a minha tia, lembra que eu sei onde você trabalha. E eu posso voltar. Helena não respondeu. Só conseguiu fechar os olhos, o corpo latejando em todos os lugares que tinham sido castigados. Larissa saiu do consultório sem olhar para trás, deixando a dentista nua, marcada e destruída no meio do próprio consultório. A sobrinha tarada tinha virado o jogo. E a Dra. Helena, pela primeira vez, tinha levado a pior surra da vida dela.
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