A dentista 1



Minha mãe tinha marcado o horário só por causa de uma dor chata no dente. Nunca imaginou que aquela consulta ia virar a sessão mais humilhante e violenta da vida dela.
A dentista se chamava Dra. Helena. 38 anos, alta, corpo firme, mãos fortes e um olhar frio por cima dos óculos. O consultório era no fundo de uma clínica pequena, quase vazia naquele horário da tarde. Assim que minha mãe sentou na cadeira, a porta foi trancada.
— Abre a boca — Helena ordenou, já vestindo as luvas.
Minha mãe obedeceu. A dentista examinou o dente com calma profissional, mas os dedos demoravam mais do que o necessário. Depois de alguns minutos, ela parou, tirou as luvas e olhou diretamente nos olhos dela.
— Você está com o corpo tenso demais. Ombros travados, pernas fechadas… nervosismo?
— Só um pouco — minha mãe respondeu, tentando sorrir.
Helena não sorriu de volta.
— Levanta. Tira a blusa e o sutiã.
Minha mãe piscou, confusa.
— O quê?
— Você ouviu. Ou prefere que eu chame a secretária e explique que a paciente está se recusando a cooperar?
O tom não admitia discussão. Com o coração acelerado, minha mãe tirou a blusa e o sutiã. Os seios pesados ficaram expostos sob a luz fria do consultório. Helena andou em volta dela, avaliando.
— Agora a calça e a calcinha.
Minha mãe hesitou só um segundo. Depois obedeceu. Ficou completamente nua no meio do consultório.
Helena abriu uma gaveta e tirou um cinto de couro largo e um strapon grosso, realista, já encaixado num cinto de couro. O tamanho era intimidador.
— De quatro na cadeira. Agora.
Minha mãe engatinhou até a cadeira odontológica e ficou de quatro, a bunda para cima, os seios pendurados. Helena não perdeu tempo. O primeiro tapa veio seco e forte na bunda direita. O som ecoou no consultório silencioso. Logo em seguida outro, na esquerda. Ela começou a bater com a mão aberta, pesado, sem aquecimento. Cada tapa fazia a carne tremer.
— Conta — ordenou.
— Um… dois… três…
Quando chegou aos vinte, a bunda já estava vermelha e latejando. Helena pegou o cinto. O primeiro golpe de couro fez minha mãe gritar. Ele não espalhou os golpes. Concentrou nas nádegas, deixando marcas largas e queimando. Depois de várias chicotadas, a pele estava inchada e quente.
Helena parou só o suficiente para apertar os seios de minha mãe por baixo e começar a bater neles também. A mão aberta estalava contra a carne macia. Os mamilos logo ficaram duros e doloridos. Ela alternava: três ou quatro tapas fortes em cada teta, depois apertava e torcia o mamilo até minha mãe soltar um gemido agudo.
— Ainda está tensa? — perguntou, a voz calma.
Antes que minha mãe respondesse, Helena segurou o queixo dela e deu o primeiro tapa no rosto. Seco, estalado. Depois outro do outro lado. O rosto logo ficou vermelho. Ela continuou dando tapas no rosto enquanto a outra mão apertava e batia nos seios.
Quando o rosto, as tetas e a bunda já estavam marcados, Helena pegou o strapon. Passou lubrificante só o suficiente e posicionou a cabeça grossa na entrada da buceta.
— Respira.
Empurrou de uma vez, fundo. Minha mãe gritou com a penetração brusca. O strapon era grosso e longo. Helena não deu tempo de adaptação. Começou a foder com estocadas profundas e violentas, segurando o quadril dela com força. A cada embalo a pelve batia contra a bunda já castigada.
Enquanto fodia a buceta, Helena continuava castigando. Uma mão segurava o cabelo e puxava a cabeça para trás, a outra dava tapas no rosto e nos seios. De vez em quando parava as estocadas só para desferir uma sequência rápida de chicotadas com o cinto na bunda, e depois voltava a enfiar o strapon com força total.
Depois de vários minutos fodendo a buceta, ela tirou o brinquedo, repositionou e empurrou contra o cu. Minha mãe tentou se mexer, mas Helena segurou firme.
— Aguenta.
O strapon forçou a entrada. Foi seco e dolorido. Helena empurrou até o fundo e começou a foder o cu com a mesma violência. As estocadas eram longas e pesadas. A cada uma, ela batia na bunda com a mão livre ou dava um tapa seco no rosto de minha mãe.
O consultório ficava cheio dos sons: o estalo da carne sendo batida, o gemido abafado, o barulho úmido do strapon entrando e saindo. Helena não tinha pressa. Alternava entre o cu e a buceta, sempre com força bruta. Quando fodia a buceta, enfiava dois dedos no cu. Quando fodia o cu, apertava e batia nas tetas.
Em um momento ela puxou minha mãe para a beira da cadeira, segurou o cabelo com as duas mãos e enfiou o strapon fundo na garganta. Fodeu a boca com o mesmo ritmo violento, fazendo ela engasgar e salivar. Lágrimas escorriam. O rosto já estava marcado de tapa, a boca vermelha e inchada.
Helena a usou por muito tempo. Mudou de posição várias vezes: de quatro na cadeira, deitada de costas com as pernas abertas à força, prensada contra a parede do consultório, ajoelhada no chão enquanto levava o strapon na garganta. Em todas as posições a surra continuava. Tapa na bunda, tapa na teta, tapa no rosto. Sempre.
Quando finalmente decidiu parar, minha mãe estava destruída. A bunda roxa e inchada, os seios marcados e latejando, o rosto vermelho e quente, a buceta e o cu dilacerados e escorrendo lubrificante. Ela tremia inteira, a respiração ofegante, incapaz de falar direito.
Helena tirou o strapon, se limpou com calma e olhou para ela caída na cadeira.
— Próxima consulta daqui a sete dias. E dessa vez venha já sem calcinha.
Minha mãe só conseguiu balançar a cabeça, a voz rouca:
— …Sim, doutora.
Helena abriu a porta do consultório como se nada tivesse acontecido.
— Pode se vestir. E não esquece de escovar os dentes.
Minha mãe se vestiu com dificuldade, cada movimento puxando as marcas na bunda e nos seios. Saiu da clínica andando devagar, as pernas tremendo, o rosto ainda quente. No caminho até o carro, sentia o lubrificante escorrendo pela coxa e a dor latejando em todos os lugares que tinham sido castigados.
E, no meio de toda aquela dor, uma certeza suja e clara:
Ela ia voltar.
Na próxima consulta.
E na outra.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico alemaofofoqueiro

Nome do conto:
A dentista 1

Codigo do conto:
276672

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
07/11/2026

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