A dentista 7



Larissa passou três dias se recuperando.
O corpo inteiro doía. A bunda estava preta de hematoma, os seios latejavam, o rosto ainda inchado. Cada movimento puxava a dor. Mas a raiva era maior. Ela não ia deixar barato.
No quarto dia mandou mensagem para o grupo antigo.
“Preciso de vocês. Todas. É sério.”
Em menos de duas horas as respostas começaram a chegar. Eram dez. Todas na casa dos 23, 24 anos. Amigas de escola que tinham crescido juntas, que sabiam o quanto Larissa era tarada e o quanto odiava levar a pior. Nenhuma recusou.
Elas se reuniram no apartamento de uma delas. Larissa contou tudo: a dentista, a tia, a humilhação no consultório, a surra que tinha levado depois. Quando terminou, o silêncio durou só alguns segundos.
— A gente vai acabar com elas — disse a primeira.
Duas noites depois, minha mãe e a Dra. Helena estavam no apartamento da dentista, tomando vinho, ainda rindo baixinho do que tinham feito com Larissa. A campainha tocou. Helena foi abrir sem desconfiança.
A porta foi empurrada com violência.
Larissa entrou na frente. Atrás dela, as dez amigas. Todas de roupa preta, olhar frio, algumas já segurando cintos e strapons. A porta foi trancada. As chaves sumiram no bolso de uma delas.
Helena ainda tentou falar:
— Vocês não têm ideia do que—
Não conseguiu terminar.
Duas amigas a seguraram pelos braços enquanto outra desferia o primeiro tapa estalado no rosto. Ao mesmo tempo, outras três imobilizaram minha mãe. O tapa no rosto da tia veio logo em seguida, forte o suficiente para fazer o lábio sangrar.
A surra final começou sem qualquer conversa.
As onze mulheres (Larissa e as dez) dividiram as duas. Cinco ficaram com a dentista. Seis ficaram com minha mãe. Não havia pressa. Havia método e raiva acumulada.
Na Dra. Helena a coisa foi brutal. Seguraram ela de quatro no chão da sala. Duas amigas batiam na bunda com cintos ao mesmo tempo, os golpes de couro caindo sem intervalo. Outra abria as pernas dela à força e desferia tapas secos e repetidos direto na buceta, deixando tudo inchado e vermelho em minutos. Duas seguravam os seios e batiam neles com as mãos abertas, alternando com apertos violentos nos mamilos. Larissa, pessoalmente, cuidava do rosto: sequências longas de tapas de um lado e de outro até a pele de Helena ficar roxa e o olho começar a inchar.
Minha mãe levava ainda pior. As seis amigas não tinham qualquer contensão. Usavam cinto, chinelo, mão e até uma palmatória que uma delas tinha trazido. A bunda da tia, que já estava marcada de tantas surras anteriores, foi destruída de novo. Os golpes se sobrepunham, criando hematomas escuros e profundos. Os seios foram espancados até ficarem roxos e latejantes. A buceta recebeu dezenas de tapas diretos, o clitóris sendo atingido várias vezes seguidas. O rosto era estapeado toda vez que ela tentava falar ou gritar alto demais.
As duas logo estavam gritando de verdade. Pediam para parar. Pediam desculpas. Ninguém escutava.
Quando a surra já tinha passado de qualquer limite, os strapons apareceram. Eram vários. Larissa enfiou o dela primeiro no cu da tia, seco e fundo, e começou a foder com estocadas violentas enquanto duas amigas continuavam batendo nos seios e no rosto de minha mãe. Ao mesmo tempo, três amigas revezavam strapons na dentista: uma na buceta, outra no cu, outra na boca. As duas mulheres eram penetradas em todos os buracos ao mesmo tempo, o corpo preso, imobilizado, recebendo estocadas e tapas sem pausa.
A sessão durou horas.
Revezavam posições. Viravam as duas de costas, de quatro, prensadas contra a parede, ajoelhadas. Enquanto uma era fodida, a outra era obrigada a assistir e a levar mais pancada. Larissa pessoalmente garantiu que a tia levasse no cu por muito tempo, as estocadas profundas e pesadas, enquanto as amigas cuidavam de destruir os seios e o rosto dela. A dentista recebeu o mesmo tratamento das outras: strapons entrando e saindo com força, tapas constantes, chicotadas na bunda já irreconhecível.
Em vários momentos as duas quase desmaiaram. As amigas as acordavam com tapas no rosto e continuavam. O chão da sala ficou molhado de fluidos, saliva e, em alguns pontos, um pouco de sangue onde a pele tinha cedido demais.
Quando finalmente pararam, minha mãe e a Dra. Helena estavam caídas lado a lado, nuas, imóveis, o corpo inteiro coberto de hematomas escuros. Rostos inchados. Seios roxos. Bundas destruídas. Bucetas e cus dilacerados e latejando. Respiravam de forma irregular e fraca. Mal conseguiam abrir os olhos.
Larissa, ofegante, suada, o strapon ainda preso na cintura, se abaixou entre as duas e falou baixo, a voz rouca:
— Acabou. Vocês duas nunca mais vão colocar a mão em mim.
Uma das amigas tirou fotos. Outra recolheu os cintos e os strapons. Larissa olhou pela última vez para a tia e para a dentista destruídas no chão.
— Se tentarem qualquer coisa depois disso… a gente volta. E da próxima vez não para.
As onze mulheres saíram deixando as duas caídas no meio da sala, incapazes de se mexer, o corpo latejando em ondas de dor tão fortes que mal conseguiam pensar.
A surra final tinha sido dada.
E dessa vez, minha mãe e a Dra. Helena tinham levado até o limite.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico alemaofofoqueiro

Nome do conto:
A dentista 7

Codigo do conto:
276679

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
07/11/2026

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