Larissa não esperava. Depois de ter destruído a tia no meio da sala, ela se sentia no controle. Tinha gozado, tinha descontado a raiva e tinha deixado minha mãe caída no chão, tremendo. Foi dormir no quarto de hóspedes achando que o assunto estava encerrado. Não estava. No dia seguinte, no final da tarde, a campainha tocou. Larissa, ainda marcada e andando com cuidado, foi abrir. Do outro lado da porta estavam as duas: minha mãe e a Dra. Helena. O olhar das duas era o mesmo. Frio. Calculado. Sem qualquer resquício de hesitação. Antes que Larissa pudesse falar, Helena empurrou a porta com força e entrou. Minha mãe trancou atrás delas. — Você se achou muito esperta ontem, não foi? — a voz da tia saiu baixa, rouca, carregada de ódio. Larissa deu um passo para trás. — Tia, eu só— O primeiro tapa veio da própria mãe. Seco, pesado, estalado no rosto. A cabeça de Larissa virou. O segundo veio logo em seguida, do outro lado. Helena não esperou. Segurou o cabelo da sobrinha com força e começou a desferir uma sequência violenta de tapas no rosto, sem ritmo, sem piedade. A pele logo ficou vermelha e quente. O lábio rachou. — Cala a boca — rosnou Helena. As duas rasgaram a roupa de Larissa em questão de segundos. Ficou completamente nua no meio da sala. Minha mãe empurrou a sobrinha de quatro no chão e começou a bater na bunda com a mão aberta, com toda a força que tinha. Cada tapa fazia a carne tremer. Helena se ajoelhou na frente e começou a bater nos seios firmes de Larissa, estalando, apertando, torcendo os mamilos até a menina gritar. A surra foi diferente de todas as anteriores. Não tinha o tesão controlado das outras vezes. Tinha raiva pura. As duas estavam decididas a fazer Larissa pagar caro. Minha mãe pegou o cinto. Os golpes de couro caíram pesados, um atrás do outro, sem espalhar, concentrando a dor. A bunda de Larissa rapidamente ficou roxa e inchada. Helena, ao mesmo tempo, abriu as pernas da menina à força e começou a bater com a mão aberta direto na buceta. Tapas secos, repetidos, brutais. O clitóris e os lábios inchavam a cada impacto. Larissa gritava, tentava se arrastar, mas as duas a seguravam firme. — Grita mais alto — minha mãe ordenou, a voz tremendo de ódio. — Eu quero ouvir. Elas não paravam. Tapa no rosto, tapa na teta, tapa na bunda, tapa na buceta. Alternavam sem descanso. Helena usava o cinto também. Minha mãe usava a mão e o chinelo. A pele de Larissa foi sendo coberta de marcas profundas, hematomas escuros, áreas que começavam a roxear de verdade. O rosto estava inchado. Os seios latejavam. A bunda parecia ter sido destruída. A buceta estava vermelha, inchada e dolorida demais. Larissa já chorava sem conseguir parar. Pedia para parar. Pedia desculpas. As duas ignoravam. Quando a surra já tinha passado de qualquer limite razoável, Helena tirou o strapon da bolsa e ajustou. Minha mãe segurou a sobrinha de quatro, puxando o cabelo para trás. Helena posicionou a cabeça grossa na entrada da buceta inchada e empurrou de uma vez, seco e fundo. Larissa gritou alto. Helena não teve qualquer cuidado. Começou a foder com estocadas violentas e profundas, batendo a pelve contra a bunda destruída a cada embalo. Enquanto a dentista fodía, minha mãe continuava castigando. Batia nos seios, dava tapas no rosto, chicoteava as coxas. De vez em quando enfiava os dedos na boca de Larissa e forçava a garganta. Helena tirou o strapon, repositionou e forçou a entrada no cu. Foi brutal. Larissa gritou até a voz falhar. A dentista empurrou até o fundo e começou a foder o cu com a mesma violência, sem diminuir o ritmo. Minha mãe, ao mesmo tempo, se posicionou na frente e esfregou a própria buceta no rosto da sobrinha, obrigando-a a lamber enquanto levava o strapon no cu. As duas se revezavam. Uma fodia enquanto a outra batia. Depois trocavam. Larissa foi virada, empurrada, arrastada. Levaram ela até o quarto e continuaram em cima da cama. O corpo da sobrinha já não reagia direito. Os gritos tinham virado gemidos fracos e chorosos. A cada estocada e a cada tapa ela tremia inteira. Elas não pararam fácil. Continuaram fodendo e batendo muito além do ponto em que qualquer pessoa normal teria desistido. A bunda de Larissa estava irreconhecível. Os seios cobertos de hematomas escuros. O rosto inchado e marcado. A buceta e o cu dilacerados e latejando. Em vários momentos ela chegou a perder o fôlego, o corpo mole, quase desmaiando. As duas a acordavam com tapas no rosto e continuavam. Quando finalmente pararam, Larissa estava caída de bruços na cama, imóvel, respirando de forma irregular e fraca. O corpo inteiro era um mapa de violência. Hematoma por cima de hematoma. A pele em alguns pontos parecia prestes a ceder. Ela mal conseguia abrir os olhos. Helena tirou o strapon, ofegante, e olhou para minha mãe. — Acho que ela aprendeu. Minha mãe, ainda com o cinto na mão, olhou para a sobrinha destruída e respondeu com a voz rouca: — Se não aprendeu, a gente repete. Larissa não conseguiu responder. Só soltou um gemido fraco, quase inaudível. O corpo latejava em ondas de dor tão fortes que ela mal conseguia pensar. Tinha levado a pior surra da vida. Tinha sido fodida sem qualquer piedade. E, pela primeira vez, sentiu que as duas realmente tinham passado do limite. Minha mãe e a dentista se olharam. Não havia arrependimento no olhar de nenhuma das duas. A sobrinha tarada tinha se vingado da tia. Agora a tia e a dentista tinham devolvido com juros. E Larissa, quase incapaz de se mexer, sabia que tinha se dado muito, muito mal.
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