A casa estava quieta quando Dona Helena entrou. Eram quase duas da manhã. O vestido ainda estava amassado, o cabelo grisalho solto e sujo de sujeira de rua, e o cheiro de sexo e suor ainda grudava nela. Os 60 anos pesavam nos ombros, mas as pernas ainda tremiam da suruba na calçada horas antes. Ela tentou fechar a porta sem fazer barulho. Não adiantou. O avô estava sentado na poltrona da sala, debaixo da luz amarela do abajur. Noventa anos. Corpo magro, ossudo, pele enrugada e manchada, cabelo branco ralo, mãos grandes e calejadas de uma vida inteira de trabalho pesado. Os olhos, porém, ainda eram vivos e duros. Ele usava apenas uma camiseta velha e uma calça de pijama. O cinto de couro grosso já estava enrolado na mão direita. — Chegou. A voz dele era rouca, baixa, sem pressa. Helena engoliu em seco. — Pai… eu… — Tira a roupa. Ela hesitou só um segundo. Foi o suficiente. O avô se levantou com uma agilidade que assustava para a idade. Segurou o braço dela com força e a puxou para o meio da sala. O cinto estalou no ar uma vez, só de aviso. — Eu disse tira a porra da roupa. Helena tirou o vestido com as mãos tremendo. Ficou de sutiã bege e a calcinha rasgada que ainda restava. O avô puxou o sutiã com violência, arrebentando o fecho. Os seios pesados e caídos saltaram para fora. Depois rasgou o que sobrava da calcinha. Helena ficou nua no meio da sala, a bunda ainda marcada de vermelho e roxo das palmadas de horas atrás. O avô a empurrou de bruços sobre o sofá. A barriga macia e a bunda grande ficaram para cima. Ele passou a mão enrugada sobre as nádegas já sensíveis, apertando, sentindo o calor das marcas antigas. — Atrasada. Cheirando a porra de moleque. Bunda já marcada. Cadela velha desobediente. O primeiro golpe do cinto veio sem aviso. O estalo seco ecoou pela casa. Helena gritou. Uma faixa vermelha instantânea surgiu no meio da nádega direita. O segundo golpe veio logo em seguida, na esquerda. Depois de novo na direita. O avô não tinha pressa, mas também não tinha piedade. Cada chicotada do cinto de couro era forte, precisa, feita com o braço ainda firme de um homem que nunca parou de trabalhar. Helena esperneava, soluçava, pedia desculpas entre os gritos. — Pai… por favor… dói… — Cala a boca. Ele continuou. Dez, quinze, vinte chicotadas. A bunda dela foi ficando um mapa de faixas vermelhas e roxas que se sobrepunham. A pele latejava, quente, quase em carne viva em alguns pontos. Helena chorava de verdade, o rosto enterrado no sofá, as mãos apertando o tecido até os nós dos dedos ficarem brancos. Eu estava no corredor, escondido atrás da porta entreaberta. Tinha acordado com o primeiro grito. Fiquei parado, sem ar, vendo o avô de 90 anos castigar a filha de 60 como se ela fosse uma adolescente rebelde. Quando a bunda de Helena já estava destruída, o avô largou o cinto. A respiração dele estava um pouco ofegante, mas os olhos continuavam frios. Ele abriu a calça do pijama. O pau saiu já duro — grosso, enrugado, veias saltadas, a cabeça escura e brilhante. Não era o pau de um jovem, mas ainda era pesado e funcional. Ele cuspiu na mão, passou no pau e se posicionou atrás dela. — Abre. Helena abriu as pernas com dificuldade. O avô enfiou de uma vez só. O gemido dela foi abafado pelo sofá. Ele meteu fundo, seco, sem carinho. As mãos ossudas seguravam a cintura macia dela com força, puxando o corpo para trás a cada estocada. A bunda castigada batia contra a pele enrugada dele com um som molhado e dolorido. Ele fodia com ritmo constante, profundo, quase mecânico. A cada estocada dava um tapa com a mão aberta em cima das marcas do cinto, fazendo Helena gritar de novo. O sofá rangia. O cheiro de sexo e de pele chicoteada enchia a sala. — Você é uma puta, Helena. Uma puta velha que chega em casa fedendo a porra de estranho. Isso é o que você merece. Helena só conseguia gemer e chorar. O corpo dela, traidor, reagia. A buceta molhava mesmo com a dor. O avô sentiu e riu baixinho, um som rouco e cruel. — Até goza levando surra. Cadela. Ele acelerou. As estocadas ficaram mais violentas. A mão direita descia sem parar na bunda já destruída, palmadas secas e fortes que faziam a carne tremer. Helena gozou gritando, o corpo inteiro se contraindo, a buceta apertando o pau do pai. O avô xingou e gozou logo depois, enterrando fundo e jorrando dentro dela com gemidos baixos e guturais. Ficou parado alguns segundos, respirando pesado, ainda enterrado nela. Depois tirou o pau. Um fio grosso de porra escorreu pela coxa interna de Helena e pingou no chão. Ele se virou para o corredor. Me olhou direto nos olhos. Eu não tinha me escondido a tempo. O avô limpou o pau na própria camiseta, sem pressa, e falou com a mesma voz rouca e calma: — Neto. É assim que se trata uma puta cadela desobediente. Depois apontou com o queixo para a mãe, ainda de bruços no sofá, a bunda vermelha e roxa, a buceta vazando, o corpo soluçando. — Aprende. Um dia vai precisar. Ele fechou a calça, pegou o cinto e foi andando devagar até o quarto, como se tivesse apenas resolvido um problema doméstico qualquer. Helena continuou deitada no sofá por um longo tempo, sem conseguir se mexer. Eu fiquei parado no corredor, o coração batendo forte, a imagem gravada na cabeça: a mãe de 60 anos nua, castigada e fodida pelo próprio pai de 90, e a frase dele ecoando. É assim que se trata uma puta cadela desobediente.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.