A noite já estava quente demais para uma sexta-feira qualquer. Dona Helena, 60 anos, saía da farmácia carregando uma sacola com remédios e um pote de pomada para as articulações. O cabelo grisalho preso num coque baixo, óculos de grau na ponta do nariz, vestido estampado até o joelho e sandálias confortáveis. Corpo de mulher que envelheceu com curvas: seios pesados e caídos, barriga macia, quadris largos, coxas grossas e uma bunda grande, firme e arredondada que ainda chamava atenção quando ela andava. O caminho até casa era curto, mas ela precisava atravessar aquela praça mal iluminada onde sempre ficava um grupo de moleques. Não eram meninos. Eram homens jovens, entre 20 e 25 anos, desempregados, de bermuda, camisa aberta e chinelo. Fumavam, bebiam e falavam alto. Helena já tinha aprendido a baixar a cabeça e passar rápido. Naquela noite, porém, um deles a reconheceu. — Olha só… a Dona Helena. O grupo riu. Eram cinco. O mais alto, o que todo mundo chamava de Cauã, se afastou dos outros e bloqueou o caminho dela. Tinha 23 anos, corpo magro e marcado de academia de rua, ombros largos, tatuagens no peito e no braço. O sorriso era de quem já sabia o que queria. — Boa noite, mãe. Tá saindo sozinha nessa hora? Helena tentou passar por ele. — Deixa eu ir embora, menino. Não tenho tempo pra conversa fiada. Cauã não se moveu. Os outros quatro se aproximaram, formando um semicírculo. A sacola dela caiu no chão quando um deles puxou o braço dela com força. Helena tropeçou. O óculos escorregou. O coração dela disparou. Foi então que Cauã puxou o elástico da bermuda para baixo. O pau dele saltou para fora, já meio duro. Era absurdamente grosso e longo. A cabeça escura e brilhante, as veias saltadas, o tamanho quase irreal para o corpo dele. Helena congelou. Os olhos se arregalaram atrás dos óculos tortos. A boca abriu sozinha num “meu Deus…” abafado. — Apavorou, mãe? — Cauã perguntou, a voz baixa, quase carinhosa. — Nunca viu um desse tamanho? Helena tentou recuar, mas as costas bateram no peito de outro moleque. As mãos dela subiram instintivamente, como se quisessem empurrar o pau para longe, mas os dedos tremeram a poucos centímetros da carne quente. O cheiro era forte, de homem jovem, suor e tesão. Cauã segurou o próprio pau pela base e bateu de leve na bochecha dela. — Abre a boca. Ela não abriu. Ele bateu de novo, mais forte. O pau pesado bateu no rosto envelhecido dela. Helena soltou um gemido de medo e vergonha. As pernas fraquejaram. As mãos dela, traidoras, terminaram envolvendo o tronco grosso. Os dedos não se fechavam completamente. Era grosso demais. Cauã puxou o cabelo grisalho dela para trás e enfiou a cabeça do pau entre os lábios. Helena engasgou no mesmo segundo. O gosto era salgado, amargo, quente. Ela tentou puxar a cabeça para trás, mas ele segurou firme e começou a empurrar. — Mama, porra. Mama direito. Helena caiu de joelhos na calçada suja. O vestido subiu nas coxas. Os joelhos raspavam no concreto. O pau grosso forçava a boca dela, abrindo a mandíbula até doer. Ela engasgava, saliva escorrendo pelo queixo, pelos seios, pingando no chão. Cauã metia devagar no começo, sentindo a garganta dela se contrair ao redor da cabeça. Depois acelerou. Os outros quatro cercavam. Um filmava com o celular. Outro abriu a bermuda e começou a bater punheta olhando a cena. O terceiro se ajoelhou atrás de Helena e levantou o vestido até a cintura, revelando a calcinha de algodão bege. Rasgou o tecido com uma puxada seca. A bunda grande e branca ficou exposta sob a luz amarela do poste. Cauã continuava fodendo a boca dela com força. Cada empurrão fazia Helena engasgar e lacrimejar. O óculos caiu no chão. O coque se desfez. O cabelo grisalho grudava no suor do rosto. — Olha o tamanho que a velha tá engolindo — um deles falou, rindo. Helena sentia o pau latejando na garganta. A cada estocada ela pensava que ia desmaiar, mas o corpo dela, traidor, já estava molhado. A buceta pingava no concreto. O cheiro do próprio tesão misturado com o cheiro de pau e de rua. Cauã tirou o pau da boca dela de uma vez. Um fio grosso de saliva e pré-gozo conectava a cabeça à língua dela. Helena tossiu, babando, o queixo sujo, os olhos vermelhos. — Agora vira. Ele a empurrou de quatro na calçada. O vestido ficou amontoado nas costas. A bunda enorme e macia ficou alta, as coxas abertas, a buceta inchada e brilhante à vista de todos. Cauã se ajoelhou atrás dela, posicionou a cabeça grossa na entrada e empurrou. Helena gritou. O pau abriu ela com violência. A idade, a secura natural, o tamanho… tudo doía. Ela sentiu as paredes internas se esticarem além do limite. Cauã não esperou. Começou a meter fundo, seco, sem dó. Cada estocada fazia a bunda dela bater contra o corpo dele com um som úmido e pesado. Foi então que as palmadas começaram. A mão grande e calejada de Cauã desceu com força na nádega direita. O estalo ecoou na praça vazia. Helena soltou um grito agudo. Outra palmada, agora na esquerda. Depois de novo na direita. A pele branca foi ficando vermelha, depois roxa. Cauã batia no ritmo das estocadas. Cada tapa fazia a bunda tremer e a buceta apertar em volta do pau grosso. — Grita, mãe. Grita mais alto. Helena gritava mesmo. De dor, de vergonha, de tesão confuso. A boca aberta, a língua para fora, a saliva escorrendo no asfalto. Os outros moleques se aproximaram. Um enfiou o pau na boca dela enquanto Cauã a fodia e a espancava. Outro se ajoelhou do lado e começou a bater também, palmadas firmes, ritmadas, marcando a pele já sensível. O terceiro esfregava o pau no rosto dela, batendo a cabeça grossa na bochecha, no nariz, nos óculos quebrados. A suruba na calçada ficou suja e barulhenta. Helena era só um corpo velho sendo usado. Cauã metia fundo, tirava quase tudo e enfiava de novo com força, sempre acompanhado de palmadas fortes que faziam o som de carne batendo em carne. A bunda dela já estava marcada de vermelho e roxo, quente, latejando. Cada tapa arrancava um gemido abafado dela, porque a boca estava sempre ocupada. Em um momento Cauã parou de meter, mas continuou batendo. Palmadas rápidas, sem pausa, uma atrás da outra, até Helena chorar de verdade. As lágrimas misturavam com a saliva e o pré-gozo. O corpo dela tremia. As pernas fraquejavam. Ainda assim a buceta contraía sozinha, molhada, pedindo mais. Quando Cauã voltou a meter, foi ainda mais bruto. Segurou o cabelo dela com uma mão e a cintura com a outra, usando o corpo dela como um brinquedo. As estocadas eram profundas, secas, doloridas. A cada uma ele dava um tapa. O grupo ria, xingava, filmava. Helena gozou sem querer. O orgasmo veio misturado com a dor das palmadas e com a sensação de estar sendo aberta demais. O corpo inteiro se contraiu. A buceta apertou o pau grosso de Cauã com força. Ele xingou alto e gozou dentro, jorrando quente, fundo, enchendo ela. Não tirou. Continuou metendo enquanto gozava, espalhando o porra para fora a cada estocada. Quando finalmente saiu, um fio grosso e branco escorreu pela coxa dela e pingou no chão. Helena ficou de quatro, ofegante, a bunda destruída de palmadas, a buceta aberta e vazando, a boca inchada e suja. Os outros três ainda não tinham gozado. Um após o outro usaram a boca dela até gozar no rosto, no cabelo grisalho, nos seios que haviam saído do vestido. Cauã ainda deu mais algumas palmadas, só por gosto, ouvindo o som molhado da pele marcada. Depois puxou a bermuda para cima, como se nada tivesse acontecido. — Pode ir embora, mãe. Cuida dessa bunda. Helena demorou vários minutos para conseguir se levantar. As pernas tremiam. O vestido estava rasgado e sujo. A calcinha não existia mais. A bunda ardia tanto que ela mal conseguia andar. O grupo já tinha se afastado, rindo, passando o celular de mão em mão. Ela pegou a sacola caída, os óculos quebrados e começou a caminhar devagar pela calçada, cada passo doendo. O sêmen escorria pela parte interna da coxa. O rosto estava sujo. O corpo inteiro latejava. Mas no fundo da mente, enquanto andava, uma única frase se repetia, baixa e vergonhosa: “Ainda era grosso demais…”
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