Dona Helena 70 anos nunca imaginou que o passado fosse cobrar daquele jeito. Anos atrás, quando Tião ainda era um moleque magro e desajeitado que fazia bicos no bairro, ela tinha humilhado ele mais de uma vez. Na frente dos outros. Chamava de “negrinho fedido”, de “moleque de rua”, de “preto sujo”. Uma vez, quando ele pediu água no quintal, ela jogou o balde inteiro nele e riu. Outra vez, na frente das irmãs, disse que “preto igual ele só servia para carregar peso e calar a boca”. Tião nunca respondeu. Só baixava a cabeça e ia embora. Mas guardava tudo. Agora ele tinha 18 anos. O corpo tinha mudado. Largo, musculoso, peito largo, braços grossos, coxas pesadas. A pele preta brilhava de suor. E o olhar já não era de moleque humilhado. Naquela tarde ele entrou pela porta dos fundos sem bater. Helena estava na cozinha, de vestido leve, sem sutiã. Os seios mega gigantes pesavam para baixo, as auréolas escuras e largas, a carne macia e abundante. A bunda extremamente grande esticava o tecido. A buceta, por baixo da calcinha, era carnuda, os lábios grossos e escuros. Tião fechou a porta atrás de si e girou a chave. Helena se virou e engoliu em seco. — O que você está fazendo aqui? Ele não respondeu com palavras. Atravessou a cozinha em três passos, agarrou o cabelo grisalho dela com força e a jogou de bruços sobre a mesa de madeira. O vestido foi erguido até as costas. A calcinha foi rasgada com uma puxada só. A bunda enorme e branca ficou exposta, oscilando. A primeira palmada veio como trovão. A mão grande e preta desceu com força brutal na nádega direita. O estalo ecoou pela casa. Helena gritou. Antes que o grito terminasse, veio a segunda, na esquerda. Depois a terceira, a quarta, a quinta. Tião batia sem ritmo definido, só com ódio acumulado. A mão aberta, os dedos abertos, a força do braço inteiro. A pele clara da bunda foi ficando vermelha em segundos, depois escura, marcada com o formato da mão dele. — Lembra quando você me chamou de preto sujo na frente de todo mundo? — a voz dele saía baixa, controlada, perigosa. — Lembra do balde de água? Helena tentava falar, mas cada palmada cortava a frase. Ele não parava. Quando a mão já ardia, pegou a cinta de couro que estava pendurada no espelho da cozinha. O primeiro golpe da cinta foi ainda mais seco. A faixa vermelha surgiu nítida. Helena gritou alto. Tião continuou. Golpes firmes, precisos, cobrindo toda a extensão da bunda extremamente grande. A carne tremia a cada impacto. Em pouco tempo as duas nádegas estavam roxas, quentes, latejando, com várias marcas lineares da cinta. Ele a virou de frente com violência e a forçou a sentar na beira da mesa. Rasgou o vestido no meio. Os seios mega gigantes saltaram para fora, pesados, balançando. Tião segurou os dois com as mãos grandes e começou a bater neles. Palmadas secas, fortes, mirando as pontas e a carne abundante. Os seios balançavam de um lado para o outro a cada tapa. Ele alternava: uma mão segurava, a outra batia. Depois usava as duas. As tetas gigantes foram ficando vermelhas, depois roxas, as auréolas inchadas. Helena chorava, tentava se proteger, mas ele segurava os pulsos dela com uma mão só e continuava a surra nas tetas com a outra. — Essas tetas grandes todas… — ele falou entre um tapa e outro — eu vou deixar do jeito que você merece. Quando os seios já estavam sensíveis demais, ele a puxou para o chão. Helena caiu de joelhos. Tião abriu a bermuda. O pau preto, grosso e longo, já estava completamente duro, a cabeça escura e brilhante. Segurou o cabelo dela e enfiou na boca de uma vez, fundo, até a garganta. Helena engasgou, os olhos marejaram. Ele fodeu a boca com força, sem piedade, segurando a cabeça com as duas mãos e metendo até as bolas baterem no queixo. Saliva escorria pelo queixo, pelos seios já castigados, pingando no chão. Enquanto metia na boca, a mão livre descia em tapas no rosto dela. Tapas secos, de um lado para o outro. A bochecha vermelha, o lábio rachado no canto. Estilo BDSM puro: controle total, humilhação, dor. — Olha para mim enquanto engole, puta. Olha para o preto que você humilhou. Helena olhava, os olhos cheios de água, a boca esticada em volta do pau grosso. Ele tirou o pau de repente, puxou ela pelo cabelo até ficar de quatro de novo e se posicionou atrás. A buceta super carnuda estava à mostra, os lábios grossos já úmidos apesar da dor. Tião não preparou nada. Enfiou o pau preto de uma vez, até o fundo. Helena gritou, o corpo inteiro se tensionando. Ele era grosso demais, longo demais. As paredes internas se esticaram com força. A foda foi extremamente pesada. Tião segurou a cintura larga dela com as duas mãos e começou a meter como se quisesse quebrar. Estocadas profundas, violentas, o barulho de pele batendo em pele ecoando. A cada estocada a bunda extremamente grande tremia. E ele não parava de bater. Enquanto fodia, a mão descia sem parar na bunda já destruída, nas coxas, e de vez em quando ele se inclinava e dava tapas fortes nos seios que balançavam para baixo. A buceta carnuda recebia o pau com um som molhado e pesado. Tião tirava quase tudo e enfiava de novo com força, sempre acompanhado de palmadas. Em um momento ele parou de meter só para abrir os lábios grossos da buceta com os dedos e dar palmadas diretas nela. Palmadas secas, precisas, no clitóris e nos lábios. Helena se contorcia, gritando, mas ele segurava firme e continuava. — Essa buceta carnuda toda… agora é minha para surra e foder. Ele voltou a meter. O ritmo ficou ainda mais brutal. A casa inteira parecia tremer. Helena gozou uma vez, o corpo se contraindo violentamente, um líquido escorrendo em volta do pau preto. Tião nem diminuiu. Continuou fodendo através do orgasmo dela, batendo na bunda, nos seios, no rosto quando ela virava a cabeça. Depois de um tempo ele a puxou pelo cabelo até ela ficar ajoelhada de novo e gozou no rosto. Jatos grossos e quentes acertaram a boca, as bochechas, os óculos tortos, os seios gigantes já roxos. Ele ainda bateu o pau no rosto dela algumas vezes, espalhando o porra, enquanto dava tapas leves só para humilhar. Mas não tinha acabado. Tião a levantou, carregou até o sofá da sala e a jogou de costas. Abriu as pernas dela ao máximo e voltou a enfiar. Agora de frente. Enquanto metia com força, usava as duas mãos para bater nos seios mega gigantes, alternando com tapas no rosto e palmadas na parte interna das coxas. A buceta carnuda estava vermelha, inchada, os lábios grossos brilhando de porra e lubrificação. Ele tirava o pau de vez em quando só para dar palmadas diretas nela de novo, ouvindo o som molhado, antes de enfiar outra vez. A sessão durou quase uma hora. Quando finalmente terminou, Helena estava destruída. A bunda extremamente grande era um mapa de vermelho, roxo e marcas de mão e de cinta. Os seios mega gigantes estavam inchados, roxos, sensíveis ao menor toque. A buceta super carnuda latejava, aberta, vermelha, vazando porra. O rosto estava marcado de tapas, a boca inchada, o cabelo grisalho preso de suor e sêmen. Tião se vestiu devagar. Olhou para ela espalhada no sofá, o corpo inteiro latejando, e falou com a mesma calma de quem tinha esperado anos: — Agora estamos quites, Dona Helena. Da próxima vez que você lembrar de me humilhar… lembra também de como a sua bunda, as suas tetas e a sua buceta carnuda apanharam hoje. Ele saiu pela mesma porta dos fundos, deixando-a ali. Helena ficou imóvel por um longo tempo. Cada respiração fazia os seios doerem. Cada pequeno movimento fazia a bunda queimar. A buceta pulsava. O rosto ardia. E no fundo da mente, misturado com a dor e a humilhação, uma certeza fria: Tião tinha se vingado. E tinha sido extremamente pesado.
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