Moleque Tião 2



Helena ainda estava espalhada no sofá, o corpo inteiro latejando, quando a porta da frente se abriu.
— Mãe? Tô aqui. O motorista já pode ir embora?
A voz era aguda, autoritária, cheia de si. Sofía, 32 anos, a filha única. Rica, casada com um empresário, morando em cobertura, acostumada a mandar em todo mundo. Cabelo loiro caro, unhas feitas, vestido branco impecável, bolsa de grife pendurada no braço. Entrou na sala sem olhar direito e parou no meio do caminho.
Os olhos dela se arregalaram.
A mãe estava nua, a bunda extremamente grande destruída de vermelho e roxo, os seios mega gigantes inchados e marcados, a buceta carnuda ainda aberta e escorrendo porra, o rosto sujo de tapas e sêmen. E Tião, o moleque negro que ela tinha visto algumas vezes no bairro quando era mais nova, estava de pé do lado do sofá, a bermuda ainda meio aberta, o pau preto grosso ainda semi-duro e brilhando.
Sofía abriu a boca, mas a única coisa que saiu foi um som engasgado.
— Que… que porra é essa?!
Tião sorriu devagar. O mesmo sorriso calmo de quem tinha acabado de cobrir uma dívida antiga.
— Sua mãe. Pagando o que me devia.
Sofía avançou dois passos, o rosto vermelho de raiva e nojo.
— Sai de perto da minha mãe, seu preto imundo! Você sabe com quem está falando? Eu faço você sumir daqui em cinco minutos!
Tião não se mexeu. Só olhou para ela de cima a baixo, demorando o olhar nos seios firmes que o vestido branco marcava, na cintura fina, na bunda empinada de quem malhava com personal.
— Fala mais alto, dona rica. Quero ouvir direito essa boca arrogante.
Sofía tirou o celular da bolsa.
— Eu vou chamar a polícia agora mesmo, seu—
O resto da frase morreu quando Tião deu um passo e arrancou o celular da mão dela com uma velocidade que ela não esperava. O aparelho voou e bateu na parede. No mesmo movimento ele segurou o cabelo loiro caro dela e a puxou para frente com força. Sofía gritou, os saltos altos escorregaram. Em segundos ela estava de joelhos no chão, o vestido branco já sujo, o rosto na altura da bermuda dele.
— Sua mãe me humilhou durante anos. Você acabou de fazer a mesma coisa em trinta segundos. Então agora as duas vão pagar juntas.
Helena, ainda ofegante no sofá, tentou falar:
— Tião… ela não tem nada a ver… deixa ela…
Ele nem olhou para a mãe.
— Cala a boca, Helena. Ou eu começo de novo nas suas tetas.
Sofía ainda lutava, xingando, tentando arranhar o braço dele. Tião deu um tapa seco e aberto no rosto dela. O som ecoou. A bochecha loira ficou vermelha na hora. Outro tapa, do outro lado. Depois mais um. Sofía parou de xingar e começou a chorar de pura surpresa e dor.
— Assim fica melhor — ele falou. — Agora tira o vestido. Devagar.
Quando ela hesitou, ele segurou o decote e rasgou o tecido caro de uma vez. O sutiã de renda saiu no mesmo puxão. Os seios firmes e bem feitos de Sofía saltaram para fora. Tião não perdeu tempo. Começou a bater neles com a mão aberta, palmadas fortes e ritmadas. Sofía gritava, tentando se proteger, mas ele segurava os pulsos dela atrás das costas com uma mão só e continuava a surra nas tetas.
— Arrogante… rica… acostumada a mandar… agora apanha igual a puta que a mãe é.
Quando os seios dela já estavam vermelhos e sensíveis, ele a virou de quatro no chão, ao lado do sofá onde Helena ainda estava. Levantou o que restava do vestido, puxou a calcinha de renda para baixo e deu a primeira palmada na bunda firme e clara. O estalo foi seco. Sofía gritou. Tião continuou. Palmadas pesadas, uma atrás da outra, sem pressa, cobrindo as duas nádegas. A pele foi ficando vermelha rapidamente.
Helena assistia, ainda nua e destruída, sem conseguir se mexer direito.
Tião pegou a mesma cinta de couro que tinha usado na mãe. O primeiro golpe na bunda de Sofía fez ela gritar mais alto que a mãe. Ele não parou. Golpes firmes, contados em voz alta, até a bunda da filha rica ficar no mesmo estado da da mãe: vermelha, roxa, latejando.
Só então ele abriu a bermuda de novo.
O pau preto e grosso estava completamente duro outra vez. Ele se posicionou atrás de Sofía e enfiou de uma vez, sem preparo. Ela gritou, o corpo inteiro se tensionando. Tião segurou o cabelo loiro dela com uma mão e começou a meter com a mesma violência que tinha usado na mãe. Estocadas profundas, pesadas, o barulho de pele batendo em pele enchendo a sala. A cada estocada ele dava um tapa na bunda já castigada ou puxava o cabelo com mais força.
— Olha para a sua mãe enquanto leva — ele mandou.
Sofía, de quatro, o rosto vermelho de choro e tapas, foi forçada a olhar para Helena. A mãe olhava de volta, os olhos cheios de água, o corpo ainda marcado.
Tião fodeu Sofía por vários minutos daquele jeito, bruto, sem nenhum carinho. Depois tirou o pau, puxou ela pelo cabelo até ficar de joelhos e enfiou na boca. Fodeu a garganta dela com a mesma força, enquanto a mão livre descia em tapas no rosto e nos seios.
Quando cansou da boca, voltou para a mãe.
Puxou Helena para a beira do sofá, abriu as pernas dela e enfiou o pau preto na buceta carnuda ainda sensível. Helena gritou, o corpo latejando de novo. Enquanto metia na mãe, ele mandava Sofía se aproximar de joelhos e lamber as bolas, ou chupar os seios gigantes e marcados da mãe, ou simplesmente ficar de quatro do lado, a bunda no ar, esperando a próxima surra.
Ele alternava entre as duas sem pressa.
Fodia a mãe com força, batendo nos seios mega gigantes e na bunda extremamente grande. Depois passava para a filha, metendo fundo enquanto descia a cinta de novo na bunda dela. Fazia as duas se beijarem com a língua para fora enquanto ele metia em uma ou na outra. Fazia Sofía chupar a buceta carnuda da mãe enquanto ele fodia a filha por trás. Fazia Helena, mesmo destruída, segurar as nádegas da filha abertas enquanto ele metia.
A sala inteira cheirava a sexo, suor, saliva e pele chicoteada. Os corpos das duas mulheres — a mãe de 60 anos com as curvas pesadas e destruídas, a filha rica com o corpo malhado agora marcado — estavam cobertos de tapas, de porra e de lágrimas.
Tião gozou a primeira vez no rosto das duas juntas, obrigando-as a ficar de joelhos lado a lado, bocas abertas. A segunda vez gozou dentro de Sofía, fundo, segurando o cabelo dela e falando no ouvido:
— Agora a filha rica também sabe como a mãe apanha.
A terceira vez, já no final, gozou de novo na buceta carnuda de Helena, enquanto Sofía era obrigada a lamber o excesso que escorria.
Quando finalmente parou, as duas estavam espalhadas no chão e no sofá, ofegantes, destruídas, incapazes de se mexer direito. A bunda de Sofía latejava no mesmo ritmo da da mãe. Os seios das duas ardiam. As bocas estavam inchadas. As bucetas latejavam.
Tião se vestiu com calma. Olhou para as duas e falou, a voz baixa:
— Da próxima vez que qualquer uma das duas abrir a boca para me humilhar… eu volto. E trago amigos.
Ele saiu, deixando a porta dos fundos aberta.
Helena e Sofía ficaram ali, lado a lado, o corpo de cada uma doendo de um jeito diferente, o silêncio da sala quebrado só pelos soluços abafados da filha rica e pela respiração pesada da mãe.
A vingança de Tião tinha acabado de ficar duas vezes maior.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico alemaofofoqueiro

Nome do conto:
Moleque Tião 2

Codigo do conto:
276722

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
08/11/2026

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