Tião não foi embora de verdade. Ele parou na porta dos fundos, tirou o celular do bolso e discou um número sem nem olhar para trás. A voz dele saiu baixa, quase casual: — Sobe. Estão as três aqui. Do jeito que a gente combinou. Menos de dez minutos depois a porta se abriu de novo. A irmã de Tião entrou sem pressa. Chamava-se Janaína, 29 anos, alta, corpo forte, pele preta brilhante, cabelo crespo preso num rabo alto, braços definidos e mãos grandes. Usava uma regata preta justa e uma calça de moletom larga. No olhar havia o mesmo ódio frio do irmão, só que mais concentrado. Ela carregava uma sacola de pano. Parou no meio da sala e olhou as três mulheres espalhadas no chão e no sofá: Helena de 60 anos com a bunda extremamente grande destruída, os seios mega gigantes roxos e a buceta carnuda ainda aberta; Sofía de 32 com o corpo malhado marcado de cinta e tapas; Lara de 20 com a bunda jovem vermelha e roxa e os seios firmes inchados. Todas nuas, ofegantes, sujas de porra e lágrimas. Janaína sorriu devagar. — Então essas são as três. A velha que humilhava meu irmão, a filha rica e a neta. Que cheiro de puta apanhada. Tião fechou a porta e trancou. — Pode começar. Eu já amoleci elas. Janaína largou a sacola no chão e abriu. De dentro tirou uma cinta de couro mais larga que a do irmão, uma vara fina de madeira, um strapon preto grosso já montado num cinto e um rolo de fita adesiva larga. Olhou para Helena primeiro. — Levanta, cadela velha. Helena tentou, mas as pernas tremiam demais. Janaína não esperou. Agarroua pelo cabelo grisalho e a arrastou até o centro da sala, jogando-a de quatro. A bunda extremamente grande, já destruída por Tião, ficou alta. Janaína passou a mão por cima das marcas roxas, apertando de propósito. — Meu irmão já fez um bom trabalho… mas ainda dá para piorar. A primeira chicotada da cinta larga ecoou como um tiro. Helena gritou. Janaína não contou. Bateu com força, ritmo constante, cobrindo cada centímetro da bunda já latejante. A cada golpe a carne tremia. Depois passou para as coxas, a parte interna, e de vez em quando descia a cinta bem no meio, acertando a buceta carnuda exposta. Helena soluçava, a testa no chão. Enquanto isso Tião puxou Sofía e Lara pelo cabelo e as colocou de joelhos lado a lado, de frente para a cena. — Olhem. Aprendam. Janaína cansou da cinta e pegou a vara de madeira. O som mudou: mais agudo, mais cortante. Cada golpe deixava uma linha fina e vermelha em cima das marcas antigas. Helena gritava a cada um. Quando a bunda e as coxas já estavam num estado ainda pior, Janaína a virou de costas e começou a surra nos seios mega gigantes. Palmadas fortes, depois a vara, mirando as pontas e a carne pesada. Os seios balançavam e ficavam cada vez mais roxos. — Essas tetas enormes… — Janaína falou entre um golpe e outro — eu vou deixar do tamanho da vergonha que você passou no meu irmão. Só então ela colocou o cinto do strapon. O pau de borracha preta era grosso e longo. Janaína se posicionou atrás de Helena e enfiou de uma vez, fundo. Helena gritou, o corpo inteiro se tensionando. Janaína segurou a cintura larga dela e começou a meter com violência, enquanto a mão livre continuava batendo na bunda e nos seios. Cada estocada fazia a carne madura tremer. Tião, ao lado, forçava Sofía e Lara a ficarem de quatro também, a bunda no ar, esperando. Quando Janaína cansou de Helena, passou para Sofía. Arrastou a filha rica pelo cabelo, jogou de quatro e recomeçou a surra. A cinta larga desceu sem piedade sobre a bunda já marcada. Sofía gritava, xingava, depois só soluçava. Janaína alternava entre a cinta e a vara, cobrindo a bunda, as coxas e, de vez em quando, abrindo as pernas dela à força para bater direto na buceta. Depois enfiou o strapon com a mesma brutalidade, metendo fundo enquanto puxava o cabelo loiro e dava tapas no rosto. Lara veio em seguida. A neta de 20 anos foi colocada de quatro entre a mãe e a avó. Janaína não teve nenhum cuidado. A cinta desceu pesada. A vara cortou o ar. Lara gritava mais alto que as outras duas. Janaína bateu até a bunda jovem ficar inchada e roxa, depois enfiou o strapon de uma vez e fodeu com força, segurando o cabelo escuro e falando no ouvido: — Grita para a sua avó ouvir. Grita para a sua mãe ver. As três ficaram lado a lado de quatro. Janaína ia de uma para a outra, metendo, batendo, puxando cabelo, dando tapas no rosto. Tião se juntou. Enquanto a irmã usava o strapon em uma, ele enfiava o pau preto grosso na boca ou na buceta de outra. Faziam as três se beijarem, se lamberem, se segurarem abertas. Janaína obrigava Lara a chupar a buceta carnuda da avó enquanto ela mesma metia na neta. Obrigava Sofía a segurar os seios gigantes de Helena enquanto Tião batia neles de novo. A sessão ficou ainda mais pesada quando Janaína pegou a fita adesiva. Amarraram os pulsos das três atrás das costas. Depois colaram a boca de cada uma com uma tira larga de fita, deixando só o nariz livre. Agora os gritos saíam abafados. Janaína e Tião continuaram. Surra, penetração, tapas no rosto, palmadas nas tetas, na bunda, na buceta. Alternavam sem parar. Quando uma começava a amolecer demais, passavam para a outra. Tião gozou a primeira vez no rosto das três, arrancando a fita da boca de cada uma só para jorrar e depois colar de novo. Janaína gozou com o strapon dentro de Helena, o corpo tremendo, enquanto batia na bunda extremamente grande com a mão aberta. Depois ainda usaram a vara de novo, só por gosto, em cima das marcas já existentes. Quando finalmente pararam, as três mulheres estavam no chão, pulsos amarrados, bocas grudad as de fita, corpos completamente destruídos. A bunda de cada uma era um mapa de vermelho, roxo e linhas da vara. Os seios latejavam. As bucetas estavam abertas, vermelhas, escorrendo. O chão estava sujo de porra, saliva e lágrimas. Janaína tirou o strapon, limpou no sofá e olhou para o irmão. — Acho que agora elas entenderam. Tião acendeu um cigarro, puxou a fumaça e olhou as três gerações espalhadas no chão. — Avó, mãe e neta. Castigadas pelos dois. Se alguma de vocês abrir a boca de novo… a gente volta. E da próxima vez não vai ser só a gente dois. Ele e Janaína saíram juntos pela porta dos fundos, deixando-a aberta. Helena, Sofía e Lara ficaram ali, amarradas, o corpo de cada uma doendo de um jeito que nenhuma das três tinha conhecido antes. O silêncio da casa era quebrado só pela respiração pesada e pelos soluços abafados atrás da fita. As três tinham levado a pior. E agora sabiam que a vingança de Tião tinha nome de mulher também.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.