Moleque Tião 5



A casa ainda cheirava a sexo, couro e pele chicoteada quando a porta dos fundos se abriu de novo.
Tião entrou primeiro. Atrás dele vinha Janaína, a irmã, já com o olhar frio de quem não tinha terminado o serviço. E logo atrás das duas vinha a terceira figura.
A mãe de Tião e Janaína.
Dona Cida, 58 anos. Mulher alta, corpo grosso e forte de quem trabalhou a vida inteira, seios pesados, braços grossos, mãos enormes e calejadas. O cabelo preto com fios brancos preso num coque baixo. O rosto era sério, sem nenhum sorriso. Ela carregava uma sacola maior que a da filha. Dentro havia uma cinta de couro ainda mais larga, uma ripa de madeira grossa, um cinto de strapon maior e vários pedaços de corda.
Ela parou no meio da sala e olhou as três mulheres ainda no chão: Helena, Sofía e Lara, nuas, amarradas, corpos cobertos de marcas roxas e vermelhas, bocas ainda com restos de fita adesiva, bucetas latejando.
Dona Cida cuspiu no chão.
— Então essas são as três que humilharam meu filho durante anos. A velha, a filha rica e a neta. Que nojo.
Tião fechou a porta e trancou.
— Pode fazer o que quiser, mãe. Elas já estão quentes.
Dona Cida não teve pressa. Andou até Helena primeiro. Agarroua pelo cabelo grisalho com uma mão só e a levantou quase no ar, jogando-a de quatro de novo no centro da sala. A bunda extremamente grande, já destruída, ficou alta. Dona Cida passou a mão grossa por cima das marcas, apertando de propósito até Helena gemer de dor.
— Meu filho te avisou. Você não escutou. Agora vai aprender com a mãe dele.
A primeira chicotada da cinta larga de Dona Cida foi tão forte que o estalo ecoou pela casa inteira. Helena gritou. Dona Cida não contou e não parou. Bateu com a força do braço inteiro, golpe atrás de golpe, cobrindo a bunda, as coxas, a parte de baixo das nádegas. A cada impacto a carne madura tremia. Quando a cinta já tinha deixado novas camadas de vermelho e roxo, ela pegou a ripa de madeira grossa. O som mudou: mais seco, mais pesado. Cada golpe fazia Helena soltar um grito abafado. Dona Cida mirava de propósito as partes já mais sensíveis.
Enquanto a mãe castigava Helena, Janaína e Tião puxaram Sofía e Lara pelo cabelo e as colocaram de quatro lado a lado, a poucos metros, obrigadas a assistir.
Dona Cida cansou da bunda e virou Helena de costas. Os seios mega gigantes, já roxos e inchados, ficaram expostos. Ela começou a bater neles com a mão aberta, palmadas pesadas que faziam os seios balançarem e a carne doer. Depois usou a ripa. Helena chorava abertamente, o corpo inteiro se contorcendo. Dona Cida só parou quando os seios estavam num estado ainda pior do que Tião e Janaína tinham deixado.
Só então ela colocou o cinto do strapon. O pau de borracha era mais grosso que o da filha. Dona Cida se posicionou atrás de Helena e enfiou de uma vez, até o fim. Helena gritou, a voz já rouca. Dona Cida segurou a cintura larga dela com as duas mãos e começou a meter com violência de mulher madura e furiosa. Cada estocada fazia a bunda destruída bater contra o corpo dela. Enquanto fodia, continuava dando tapas nos seios e na cara de Helena.
— Grita, cadela. Grita para as suas filhas ouvirem.
Quando Dona Cida cansou de Helena, passou para Sofía.
A filha rica foi arrastada pelo cabelo loiro e jogada de quatro. Dona Cida recomeçou a surra do zero. Cinta, ripa, mão aberta. A bunda de Sofía, já marcada, ficou ainda mais inchada e roxa. Depois a surra nos seios. Depois o strapon entrando com força. Dona Cida metia e batia ao mesmo tempo, puxando o cabelo, dando tapas no rosto, xingando baixo.
— Rica… arrogante… agora apanha igual qualquer puta de rua.
Lara veio por último.
A neta de 20 anos foi colocada de quatro entre a mãe e a avó. Dona Cida não suavizou nada por causa da idade. A cinta desceu pesada. A ripa cortou o ar. Lara gritava, as lágrimas caindo no chão. Dona Cida bateu até a bunda jovem ficar inchada e latejando, depois enfiou o strapon de uma vez e fodeu com a mesma brutalidade, enquanto Tião e Janaína seguravam as outras duas de quatro, obrigando-as a olhar.
As três ficaram lado a lado outra vez.
Agora eram três contra três.
Dona Cida, Janaína e Tião se revezavam sem parar.
Enquanto Dona Cida metia em Helena com o strapon e batia nos seios mega gigantes, Janaína fodia Sofía e descia a cinta na bunda dela. Tião enfiava o pau preto grosso na boca ou na buceta de Lara, puxando o cabelo e dando tapas no rosto.
Depois trocavam.
Dona Cida passava para Lara, Janaína para Helena, Tião para Sofía.
Faziam as três se beijarem à força, se lamberem, se segurarem abertas uma para a outra. Obrigavam Lara a chupar a buceta carnuda da avó enquanto Dona Cida metia na neta. Obrigavam Sofía a segurar os seios gigantes de Helena enquanto Tião batia neles de novo com a ripa.
A sala virou um só barulho de pele sendo chicoteada, gritos abafados, gemidos e o som molhado de penetração. Os corpos das três mulheres estavam completamente cobertos de novas marcas em cima das antigas. A bunda de cada uma latejava tanto que o simples fato de permanecer de quatro já doía. Os seios ardiam. As bocas estavam inchadas. As bucetas ficaram vermelhas, abertas e sensíveis.
Tião gozou a primeira vez no rosto das três, obrigando-as a ficar de joelhos lado a lado.
Dona Cida gozou com o strapon dentro de Helena, o corpo tremendo, enquanto descia a mão aberta com força na bunda extremamente grande.
Janaína gozou metendo em Sofía, puxando o cabelo loiro e falando no ouvido dela para gritar mais alto.
Eles ainda não tinham terminado.
Dona Cida mandou as três deitarem de costas, lado a lado. Amarraram os tornozelos e os pulsos de cada uma na perna da mesa e do sofá, deixando-as completamente abertas e imóveis. Depois recomeçaram a surra. Agora com as três impotentes, pernas abertas, seios expostos, bucetas à mostra. A ripa e a cinta desciam sem piedade. Palmadas diretas nas bucetas. Tapas nos rostos. Tião e Janaína se revezavam fodendo a boca e a buceta de cada uma enquanto Dona Cida controlava a surra.
Quando finalmente pararam de verdade, as três mulheres estavam exaustas, o corpo de cada uma num estado de dor profunda e latejante. A bunda, os seios, a cara e a buceta de Helena, Sofía e Lara tinham sido castigados por Tião, pela irmã e agora pela própria mãe deles.
Dona Cida tirou o strapon, limpou na coxa de Helena e olhou as três espalhadas no chão.
— Meu filho te avisou. Você não escutou.
Agora você, sua filha e sua neta sabem o que acontece quando se mexe com a família dele.
Tião acendeu um cigarro. Janaína recolheu as cintos e a ripa. Dona Cida pegou a sacola.
Antes de sair, a mulher mais velha ainda se abaixou perto do rosto de Helena e falou baixo, só para ela ouvir:
— Da próxima vez que você lembrar de humilhar meu filho… lembra da mãe dele também.
Os três saíram juntos pela porta dos fundos, deixando-a aberta.
Helena, Sofía e Lara ficaram ali, amarradas, o corpo de cada uma doendo em camadas. A avó, a mãe e a neta. Castigadas por Tião, pela irmã e pela mãe dele.
Nenhuma das três conseguiu falar por um longo tempo.
A única coisa que restava era a dor latejante e a certeza de que a vingança tinha crescido de novo.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico alemaofofoqueiro

Nome do conto:
Moleque Tião 5

Codigo do conto:
276730

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
08/11/2026

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