A casa ainda cheirava a sexo, couro e pele chicoteada quando a porta dos fundos se abriu de novo. Tião entrou primeiro. Atrás dele vinha Janaína, a irmã, já com o olhar frio de quem não tinha terminado o serviço. E logo atrás das duas vinha a terceira figura. A mãe de Tião e Janaína. Dona Cida, 58 anos. Mulher alta, corpo grosso e forte de quem trabalhou a vida inteira, seios pesados, braços grossos, mãos enormes e calejadas. O cabelo preto com fios brancos preso num coque baixo. O rosto era sério, sem nenhum sorriso. Ela carregava uma sacola maior que a da filha. Dentro havia uma cinta de couro ainda mais larga, uma ripa de madeira grossa, um cinto de strapon maior e vários pedaços de corda. Ela parou no meio da sala e olhou as três mulheres ainda no chão: Helena, Sofía e Lara, nuas, amarradas, corpos cobertos de marcas roxas e vermelhas, bocas ainda com restos de fita adesiva, bucetas latejando. Dona Cida cuspiu no chão. — Então essas são as três que humilharam meu filho durante anos. A velha, a filha rica e a neta. Que nojo. Tião fechou a porta e trancou. — Pode fazer o que quiser, mãe. Elas já estão quentes. Dona Cida não teve pressa. Andou até Helena primeiro. Agarroua pelo cabelo grisalho com uma mão só e a levantou quase no ar, jogando-a de quatro de novo no centro da sala. A bunda extremamente grande, já destruída, ficou alta. Dona Cida passou a mão grossa por cima das marcas, apertando de propósito até Helena gemer de dor. — Meu filho te avisou. Você não escutou. Agora vai aprender com a mãe dele. A primeira chicotada da cinta larga de Dona Cida foi tão forte que o estalo ecoou pela casa inteira. Helena gritou. Dona Cida não contou e não parou. Bateu com a força do braço inteiro, golpe atrás de golpe, cobrindo a bunda, as coxas, a parte de baixo das nádegas. A cada impacto a carne madura tremia. Quando a cinta já tinha deixado novas camadas de vermelho e roxo, ela pegou a ripa de madeira grossa. O som mudou: mais seco, mais pesado. Cada golpe fazia Helena soltar um grito abafado. Dona Cida mirava de propósito as partes já mais sensíveis. Enquanto a mãe castigava Helena, Janaína e Tião puxaram Sofía e Lara pelo cabelo e as colocaram de quatro lado a lado, a poucos metros, obrigadas a assistir. Dona Cida cansou da bunda e virou Helena de costas. Os seios mega gigantes, já roxos e inchados, ficaram expostos. Ela começou a bater neles com a mão aberta, palmadas pesadas que faziam os seios balançarem e a carne doer. Depois usou a ripa. Helena chorava abertamente, o corpo inteiro se contorcendo. Dona Cida só parou quando os seios estavam num estado ainda pior do que Tião e Janaína tinham deixado. Só então ela colocou o cinto do strapon. O pau de borracha era mais grosso que o da filha. Dona Cida se posicionou atrás de Helena e enfiou de uma vez, até o fim. Helena gritou, a voz já rouca. Dona Cida segurou a cintura larga dela com as duas mãos e começou a meter com violência de mulher madura e furiosa. Cada estocada fazia a bunda destruída bater contra o corpo dela. Enquanto fodia, continuava dando tapas nos seios e na cara de Helena. — Grita, cadela. Grita para as suas filhas ouvirem. Quando Dona Cida cansou de Helena, passou para Sofía. A filha rica foi arrastada pelo cabelo loiro e jogada de quatro. Dona Cida recomeçou a surra do zero. Cinta, ripa, mão aberta. A bunda de Sofía, já marcada, ficou ainda mais inchada e roxa. Depois a surra nos seios. Depois o strapon entrando com força. Dona Cida metia e batia ao mesmo tempo, puxando o cabelo, dando tapas no rosto, xingando baixo. — Rica… arrogante… agora apanha igual qualquer puta de rua. Lara veio por último. A neta de 20 anos foi colocada de quatro entre a mãe e a avó. Dona Cida não suavizou nada por causa da idade. A cinta desceu pesada. A ripa cortou o ar. Lara gritava, as lágrimas caindo no chão. Dona Cida bateu até a bunda jovem ficar inchada e latejando, depois enfiou o strapon de uma vez e fodeu com a mesma brutalidade, enquanto Tião e Janaína seguravam as outras duas de quatro, obrigando-as a olhar. As três ficaram lado a lado outra vez. Agora eram três contra três. Dona Cida, Janaína e Tião se revezavam sem parar. Enquanto Dona Cida metia em Helena com o strapon e batia nos seios mega gigantes, Janaína fodia Sofía e descia a cinta na bunda dela. Tião enfiava o pau preto grosso na boca ou na buceta de Lara, puxando o cabelo e dando tapas no rosto. Depois trocavam. Dona Cida passava para Lara, Janaína para Helena, Tião para Sofía. Faziam as três se beijarem à força, se lamberem, se segurarem abertas uma para a outra. Obrigavam Lara a chupar a buceta carnuda da avó enquanto Dona Cida metia na neta. Obrigavam Sofía a segurar os seios gigantes de Helena enquanto Tião batia neles de novo com a ripa. A sala virou um só barulho de pele sendo chicoteada, gritos abafados, gemidos e o som molhado de penetração. Os corpos das três mulheres estavam completamente cobertos de novas marcas em cima das antigas. A bunda de cada uma latejava tanto que o simples fato de permanecer de quatro já doía. Os seios ardiam. As bocas estavam inchadas. As bucetas ficaram vermelhas, abertas e sensíveis. Tião gozou a primeira vez no rosto das três, obrigando-as a ficar de joelhos lado a lado. Dona Cida gozou com o strapon dentro de Helena, o corpo tremendo, enquanto descia a mão aberta com força na bunda extremamente grande. Janaína gozou metendo em Sofía, puxando o cabelo loiro e falando no ouvido dela para gritar mais alto. Eles ainda não tinham terminado. Dona Cida mandou as três deitarem de costas, lado a lado. Amarraram os tornozelos e os pulsos de cada uma na perna da mesa e do sofá, deixando-as completamente abertas e imóveis. Depois recomeçaram a surra. Agora com as três impotentes, pernas abertas, seios expostos, bucetas à mostra. A ripa e a cinta desciam sem piedade. Palmadas diretas nas bucetas. Tapas nos rostos. Tião e Janaína se revezavam fodendo a boca e a buceta de cada uma enquanto Dona Cida controlava a surra. Quando finalmente pararam de verdade, as três mulheres estavam exaustas, o corpo de cada uma num estado de dor profunda e latejante. A bunda, os seios, a cara e a buceta de Helena, Sofía e Lara tinham sido castigados por Tião, pela irmã e agora pela própria mãe deles. Dona Cida tirou o strapon, limpou na coxa de Helena e olhou as três espalhadas no chão. — Meu filho te avisou. Você não escutou. Agora você, sua filha e sua neta sabem o que acontece quando se mexe com a família dele. Tião acendeu um cigarro. Janaína recolheu as cintos e a ripa. Dona Cida pegou a sacola. Antes de sair, a mulher mais velha ainda se abaixou perto do rosto de Helena e falou baixo, só para ela ouvir: — Da próxima vez que você lembrar de humilhar meu filho… lembra da mãe dele também. Os três saíram juntos pela porta dos fundos, deixando-a aberta. Helena, Sofía e Lara ficaram ali, amarradas, o corpo de cada uma doendo em camadas. A avó, a mãe e a neta. Castigadas por Tião, pela irmã e pela mãe dele. Nenhuma das três conseguiu falar por um longo tempo. A única coisa que restava era a dor latejante e a certeza de que a vingança tinha crescido de novo.
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