Dona Helena, 60 anos, tinha passado dos limites. O amante dela se chamava Valdir. Homem de 45 anos, corpo grosso de quem trabalhava com roça e madeira, mãos grandes, voz baixa e olhar que não admitia desrespeito. Eles se viam há meses em segredo. Ele era bruto na cama, gostava de ver a bunda extremamente grande dela vermelha e latejando, mas nunca tinha passado de cintos, mãos e ripas. Naquela tarde Helena errou. Estava irritada, atrasada, e quando Valdir chegou na casa dos fundos e cobrou o atraso, ela respondeu alto, na frente dele: — Você não manda em mim. Eu tenho 60 anos e faço o que eu quiser. Se não gostou, vai procurar outra. O silêncio que se seguiu foi pesado. Valdir não gritou. Só olhou para ela durante longos segundos. Depois foi até a parede, onde estava pendurado o facão que ele usava para limpar o quintal. A lâmina era larga, pesada, o cabo de madeira gasto. Ele tirou o facão do gancho com calma e virou a lâmina, mostrando o lado chato, a parte plana do aço. — Tira a roupa. Helena sentiu o estômago gelar. — Valdir… eu só falei… — Tira a roupa. Agora. A voz dele não admitia discussão. Helena tirou o vestido com as mãos trêmulas. Ficou nua. Os seios mega gigantes pesavam, a buceta carnuda já estava úmida de nervoso, a bunda extremamente grande e clara ficou exposta quando ele a virou de frente para a mesa da cozinha e a empurrou para frente. — Mãos na mesa. Não tira. Helena obedeceu. As pernas abertas, a bunda alta, a cabeça baixa. Valdir passou a mão grosseira por cima das nádegas, apertando a carne macia. — Você me desrespeitou. Agora vai sentir na bunda o peso do que falou. O primeiro golpe veio com o lado plano do facão. O som foi diferente de tudo que ela já tinha levado. Um estalo seco, metálico e pesado, que ecoou pela cozinha. A dor foi imediata e profunda. Uma faixa larga e queimada surgiu no meio da nádega direita. Helena gritou. Antes que o grito terminasse, o segundo golpe desceu na esquerda. O facão era pesado. Cada impacto fazia a carne inteira tremer e uma dor surda e quente se espalhar. Valdir não tinha pressa. Ele levantava o facão e descia com força controlada, sempre com o lado plano, mirando a parte mais carnuda da bunda extremamente grande. A cada golpe uma nova faixa vermelha surgia. Em pouco tempo as duas nádegas estavam cobertas de marcas largas, quentes, latejando. Helena chorava abertamente, os dedos apertando a beira da mesa até ficar branca. — Conta — ele mandou. — U-uma… O facão desceu de novo. — Duas… Ele continuou. Dez, quinze, vinte. A bunda de Helena foi ficando escura, roxa por baixo do vermelho, a pele quente demais para o toque. Algumas marcas já começavam a inchar. Valdir parava de vez em quando só para passar a mão por cima, sentindo o calor, e depois recomeçava. Quando a bunda já estava num estado que ela mal conseguia ficar parada, ele abriu as próprias calças. O pau saiu duro, grosso, as veias saltadas. Cuspiu na mão, passou no comprimento e se posicionou atrás dela. — Agora você vai levar pau com a bunda queimando do facão. Ele enfiou de uma vez. Helena gritou. O pau abriu ela com força. Valdir segurou a cintura larga e começou a meter fundo, seco, sem carinho. Cada estocada fazia a bunda destruída bater contra o corpo dele. A dor das marcas se misturava com a penetração grossa. E ele não parou de usar o facão. Enquanto metia, levantava o lado plano da lâmina e descia de novo sobre as nádegas já latejantes. O som do aço batendo na carne misturava com o som molhado da foda. Helena soluçava, a testa encostada na mesa, os seios mega gigantes balançando pesados a cada impacto. — Desrespeitou… — ele falava entre uma estocada e outra — agora aguenta. Ele variava. Metia fundo, tirava quase tudo, descia o facão, enfiava de novo. Às vezes parava de meter só para dar uma sequência de golpes seguidos na bunda, ouvindo Helena gritar, depois voltava a foder com mais força. A buceta carnuda estava encharcada, o barulho molhado enchendo a cozinha. Helena gozou uma vez sem conseguir segurar, o corpo se contraindo, um gemido longo e agudo escapando da garganta. Valdir nem diminuiu. Continuou. A sessão durou o tempo que ele quis. A bunda de Helena chegou a um ponto em que cada novo golpe do facão fazia as pernas dela tremerem. As marcas estavam profundas, roxas, algumas quase pretas nas bordas. Valdir segurou o cabelo grisalho dela com uma mão, o facão na outra, e gozou fundo, jorrando dentro enquanto descia mais dois golpes pesados sobre as nádegas. Quando tirou o pau, um fio grosso de porra escorreu pela coxa dela. Ele ainda deu mais três golpes com o lado plano do facão, só para ver a carne já destruída tremer, e só então largou a arma sobre a mesa. Helena ficou apoiada, ofegante, incapaz de se mexer. A bunda latejava com uma dor profunda e quente que subia pela coluna. As pernas tremiam. O sêmen escorria devagar. Valdir ajeitou a calça, pegou o facão e limpou o lado plano num pano. — Da próxima vez que você abrir a boca para me desrespeitar, eu uso o outro lado. Entendeu? Helena só conseguiu acenar com a cabeça, ainda soluçando. Ele saiu pela porta dos fundos sem olhar para trás. Helena demorou vários minutos para conseguir se endireitar. Quando finalmente olhou no espelho do banheiro, viu a própria bunda: um mapa de faixas largas, vermelhas e roxas, algumas já inchadas, a pele quente demais para o toque. Cada passo doía. Cada movimento fazia as marcas latejarem. Ela tinha desrespeitado o amante. E tinha apanhado de facão na bunda por causa disso.
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