Mamãe submissa do amante



Naquela casa o silêncio tinha virado regra.
Meu pai, um homem de 62 anos, magro, ombros caídos, voz baixa, vivia com a cabeça baixa. Corno e frouxo. Obedecia minha mãe em tudo. Se ela mandava calar a boca, ele calava. Se ela mandava sair da sala, ele saía. Se ela chegava tarde, cheirando a outro homem, ele só perguntava se ela queria água.
Minha mãe, Dona Helena, 60 anos, tinha virado outra. Dondoca, autoritária dentro de casa, mas do lado de fora tinha encontrado alguém que a colocava no lugar. O amante se chamava Valdir. Homem de 45 anos, corpo grosso, mãos grandes, voz que não pedia… mandava. E ela obedecia.
Naquela noite eu estava no corredor quando a porta dos fundos se abriu. Minha mãe entrou primeiro, o vestido já amassado, o cabelo grisalho solto. Valdir veio logo atrás, fechou a porta com o pé e olhou ao redor como se a casa fosse dele.
Meu pai estava sentado na poltrona da sala, a televisão ligada sem som. Levantou a cabeça, viu os dois e baixou de novo, como um cachorro que já conhecia o dono.
Valdir nem olhou para ele.
— Tira a roupa.
A ordem foi seca. Minha mãe obedeceu na hora. O vestido caiu. O sutiã foi aberto. A calcinha desceu. Ficou nua no meio da sala: seios mega gigantes, pesados, auréolas escuras; bunda extremamente grande e clara; buceta carnuda, os lábios grossos já úmidos. Meu pai continuava sentado, olhando para o chão.
Valdir andou até ela, segurou o queixo dela com força e falou alto o suficiente para o corno ouvir:
— Seu marido é corno frouxo. Eu sou seu macho. Sua cadela. Sua puta. Repete.
Helena engoliu em seco.
— Meu marido é corno frouxo… você é meu macho… minha cadela… minha puta.
— Mais alto.
Ela repetiu mais alto. A voz tremeu. Valdir sorriu de lado e a virou de costas, empurrando-a contra a mesa de centro. A bunda extremamente grande ficou alta.
A surra começou sem aviso.
A mão grande e calejada desceu com força brutal na nádega direita. O estalo ecoou pela sala. Helena gritou. Outra palmada, na esquerda. Depois de novo. Valdir batia com o braço inteiro, sem ritmo definido, só com força. A pele clara foi ficando vermelha em segundos. Meu pai se mexeu na poltrona, mas não levantou.
Quando a mão já não bastava, Valdir tirou o cinto. O couro grosso estalou no ar antes de descer. Cada golpe deixava uma faixa quente e latejante. Helena soluçava, as mãos apertando a beira da mesa. Valdir não parava. Bateu até a bunda inteira ficar escura, roxa por baixo do vermelho, a carne tremendo a cada novo impacto.
— Essa bunda enorme é minha — ele falou entre um golpe e outro. — Seu marido só olha. Eu marco.
Depois virou ela de frente. Os seios mega gigantes balançaram. Valdir começou a bater neles com a mão aberta. Palmadas fortes, mirando as pontas e a carne pesada. Os seios vermelhos rapidamente, depois roxos. Helena tentava se proteger, mas ele segurava os pulsos dela com uma mão só e continuava. Quando cansou da mão, usou o cinto também nos seios. Helena gritava, as lágrimas escorrendo.
A surra passou para a cara.
Tapas secos, de um lado para o outro. A boca dela sangrou no canto. O nariz escorreu. Valdir segurou o cabelo grisalho e continuou, sem pressa, até as bochechas ficarem inchadas e vermelhas.
Por último veio a buceta.
Ele a jogou no sofá, abriu as pernas com violência e começou a bater com a mão aberta direto nos lábios carnudos. Palmadas secas, precisas, no clitóris e na entrada. Helena se contorcia, tentando fechar as pernas, mas ele segurava firme. Depois usou o cinto dobrado, o impacto mais agudo. A buceta ficou vermelha, inchada, latejando.
Só então Valdir abriu a calça.
O pau saiu duro, grosso, a cabeça escura. Ele cuspiu na mão, passou no comprimento e se posicionou entre as pernas dela.
— Agora você vai levar pau de verdade. Seu marido que assista.
Enfiou de uma vez.
Helena gritou. O pau abriu a buceta carnuda com força. Valdir segurou as coxas dela e começou a meter fundo, seco, sem nenhum carinho. Cada estocada fazia o corpo inteiro dela balançar. Os seios mega gigantes subiam e desciam. A bunda batia contra o sofá. E ele não parava de bater. Enquanto fodia, a mão descia na cara, nos seios, na parte interna das coxas. De vez em quando parava de meter só para dar uma sequência de palmadas na buceta já vermelha antes de enfiar de novo.
— Fala — ele mandou, sem diminuir o ritmo.
Helena, a voz quebrada, repetiu entre gemidos:
— Meu marido é corno frouxo… você é meu macho… minha cadela… minha puta…
Valdir acelerou. As estocadas ficaram mais violentas. O barulho de pele batendo em pele enchia a sala. Meu pai continuava sentado, os olhos baixos, as mãos apertando os braços da poltrona até ficar branca. Ele não falava. Não se mexia. Só obedecia com o silêncio.
Helena gozou uma vez, o corpo se contraindo com força, um líquido escorrendo em volta do pau grosso. Valdir nem diminuiu. Continuou fodendo através do orgasmo dela, batendo nos seios e na cara, xingando baixo. Quando gozou, foi fundo, segurando o cabelo dela e jorrando dentro enquanto falava no ouvido:
— Seu marido é corno frouxo. Eu sou seu macho. Sua cadela. Sua puta. Nunca esquece.
Tirou o pau. Um fio grosso de porra escorreu pela coxa dela e pingou no sofá. Valdir ainda deu mais alguns tapas na bunda já destruída, só para ver a carne tremer, e depois se afastou.
Olhou para meu pai pela primeira vez.
— Levanta.
Meu pai obedeceu na hora, a cabeça ainda baixa.
— Limpa.
Helena, ainda ofegante, as pernas abertas, a buceta latejando e escorrendo, olhou para o marido. Meu pai se ajoelhou entre as pernas dela e começou a lamber o porra que escorria, sem protestar, sem olhar para cima. Valdir observava, o pau ainda semi-duro, enquanto minha mãe, nua e destruída, apenas respirava fundo, os seios roxos subindo e descendo.
Valdir pegou a camisa, vestiu e falou antes de sair:
— Amanhã eu volto. Deixa a porta aberta. E mantém o corno quieto.
A porta dos fundos se fechou.
Minha mãe ficou espalhada no sofá, o corpo inteiro latejando: a bunda extremamente grande marcada de cinto, os seios mega gigantes roxos, a cara inchada, a buceta carnuda vermelha e suja. Meu pai continuava de joelhos, limpando em silêncio.
Eu fiquei no corredor, sem ar, vendo a cena até o fim.
Naquela casa, o corno frouxo obedecia.
E a dondoca tinha encontrado o macho que a fazia de cadela e puta de verdade.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico alemaofofoqueiro

Nome do conto:
Mamãe submissa do amante

Codigo do conto:
276735

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
08/11/2026

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