Dadinha – Diário de uma Mulher Livre

Meu nome é Flavia Nogueira, mas desde a adolescência todos me chamam de Dadinha. Não é apelido fofo, não — vem de “muito dada”, como cochicham pelas esquinas da cidade. Aqui, prazer é pecado e mulher que gosta de sexo precisa carregar o rótulo. Eu carrego, mas não com vergonha. Não me dou para qualquer um, mas quando quero… quero.

Tenho 25 anos, 1,63 de altura, pele branquinha, cabelos negros lisos que caem pelas costas, olhos cor de mel e um piercing delicado no nariz. Meus seios médios — rosados, como minha pele — ficam perfeitos em qualquer biquíni, e minha bunda redondinha já rendeu comentários e olhares até de quem finge não reparar. Tenho tatuagens: uma borboleta, uma flor e um dragão. Adoro me vestir com decotes, saias curtas e deixar meus pés à mostra — sejam em sandálias, chinelinhos ou tênis brancos. Minhas cores favoritas são azul bebê e verde claro.

Cresci distante do meu pai, o que me ensinou cedo a me impor. Sou direta, sei o que quero e não tenho medo de ir atrás. Gosto de sexo, muito. Não me apego fácil, mesmo com tanto assédio. Em cidade pequena, isso vira combustível para fofoca: já disseram que fiquei com metade da cidade e que participei de surubas. É exagero, mas aqui a mentira sempre corre mais rápido que a verdade.

Mesmo assim, tenho um sonho que ninguém leva a sério: casar na igreja e construir uma família. Talvez por isso Maicon tenha sido meu ponto fraco. Não era amor, era química. Ele sabia que, se chamasse, eu iria — e eu ia, sempre.

Naquela noite, ele apareceu com aquele sorriso torto que eu conhecia de longe.
— Vamos dar uma volta no vilarejo? — disse, como quem sabe que vai conseguir o que quer.

Entrei no carro. No banco de trás, Rodrigo, amigo dele, ria alto, com cheiro de cerveja no ar. A estrada de terra parecia nos levar para fora do mundo.
Paramos num ponto afastado. Maicon me puxou para o colo dele e começou a me beijar com a fome de sempre, já arrancou minha roupa me deixando nua, de pau duro, já foi encaixando, e ele tem um pauzão, me deixa preenchida, puxando meu cabelo, chupando meus peitinhos, socando com vontade, ele gozou forte, apertando minha bundinha de um jeito que me alucina, a música tocava alto, e o calor dele me consumia. Foi rápido, intenso. Quando ele terminou, recostou no banco, respirando pesado.

Eu, ainda tonta de álcool e adrenalina, virei para trás e vi Rodrigo me olhando com aquele sorriso atrevido. No impulso, fui e sentei no colo dele, pois queria gozar, eu já tinha feito isso outras vezes, Maicon adorava me “emprestar” aos amigos, então pra mim era normal, Rodrigo aproveitou e ficou sentando enquanto eu rebolava com vontade até gozar em seu cacete, nossa eu estava doida de tesão. Não pensei em nada, só quis prolongar a provocação. Para mim, era brincadeira. Para Maicon, foi traição.

— Tá de sacanagem comigo? — ele explodiu.

Rodrigo tentou rir, mas Maicon já estava furioso. Mandou eu descer do carro. Achei que fosse blefe. Não era. Ele arrancou, levando o amigo, e me deixou sozinha na beira da estrada, no meio da noite.

O vento frio cortava minha pele quente. A raiva e a bebida se misturavam no estômago. Então vi os faróis de um carro se aproximando. Parou ao meu lado.
— Você está bem? — a voz era calma, quase cuidadosa.

Era Douglas Ferreti. 39 anos, 1,75 de altura, cabelos castanhos penteados para o lado, olhos castanhos claros, corpo normal, um pouco cheinho. Vestia camisa social azul clara, calça alinhada e sapatos bem engraxados. O perfume discreto tinha cheiro de madeira e limpeza. Falava baixo, com pausas, como quem mede cada palavra.
No caminho, contou que era bancário, recém-transferido para a cidade. Sempre cuidou da mãe até ela falecer no ano anterior. Nunca casou. Religioso, tímido, tinha tido apenas uma namorada na vida, uma mulher simples, nada comparável — segundo ele mesmo disse depois — à “visão” que estava no carro dele naquela noite.

Enquanto dirigia, percebi que olhava para minhas pernas de relance. Não era vulgar. Era como quem não acredita no que está vendo.

Quando chegamos à cidade, se ofereceu para me levar até em casa. No portão, me olhou e disse:
— Você parece precisar de alguém que cuide de você.

Sorri. Ele não tem ideia. até porque eu estava toda melada de leite de Maicon e Rodrigo escorrendo por minhas pernas.

O namoro começou pouco tempo depois. Por alguns meses, Maicon me deixou em paz — talvez ainda magoado por aquela cena com o amigo dele. E foi nesse silêncio que Ferreti entrou de vez na minha vida.

Foto 1 do Conto erotico: Dadinha – Diário de uma Mulher Livre


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Comentários


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Comentou em 16/10/2025

ferreti se deu bem...

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lozo Comentou em 22/08/2025

Belíssima apresentação, gostosa demais e cheia de detalhes deliciosos. Votado e aprovado

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maverick-7838 Comentou em 22/08/2025

Cuidaria de ti também...

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timosovaz Comentou em 21/08/2025

Cada um com suas escolhas...

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coroa55bh Comentou em 18/08/2025

A mulher tem todo o direito a viver momentos..prazer!!

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guto_poa_rs Comentou em 14/08/2025

Muito bom começo. Os detalhes, fazem toda diferença na história. Parabéns

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skarlate Comentou em 14/08/2025

Muito bom.

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fernando1souza2 Comentou em 14/08/2025

Delícia, votado! Continue.

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jhack Comentou em 13/08/2025

Votadissimo!!! Eita (Sorri. Ele não tem ideia. até porque eu estava toda melada de leite de Maicon e Rodrigo escorrendo por minhas pernas) queria estar no lugar de um deles!!! 😋😋😋 Bjuuusss delícia!!!




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Ficha do conto

Foto Perfil esposaaventureira
esposaaventureira

Nome do conto:
Dadinha – Diário de uma Mulher Livre

Codigo do conto:
240138

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
13/08/2025

Quant.de Votos:
32

Quant.de Fotos:
1