Confissão de uma esposa tímida parte 1

Hoje, quando me olho no espelho, vejo uma mulher que eu jamais imaginei que me tornaria. Tenho 34 anos. Minha pele continua clara, meu sorriso ainda guarda aquele traço de doçura que sempre enganou o mundo, e meus pés continuam sendo meu maior fetiche, sempre bem cuidados para quem quiser admirar. Mas os olhos... ah, os meus olhos mudaram. Eles carregam o peso de segredos que fariam os pilares da nossa sociedade tremerem.

Sinto que preciso confessar. Preciso colocar no papel como a vida — e os desejos que mantemos escondidos nas sombras — nos transforma. O que vou contar não é apenas a história de um casamento; é a crônica de uma metamorfose.

Muitas pessoas olham para o meu marido, o Lucas, e veem apenas o homem sério e protetor que ele sempre foi. Eles me veem ao lado dele, a esposa impecável, e imaginam uma vida de tédio e previsibilidade. Mal sabem eles que a nossa "perfeição" foi o combustível para a nossa libertação. Vou levá-los de volta ao início de tudo, quando completamos cinco anos de casados. Naquela época, eu tinha 29 anos e ele 32. Estávamos no auge, mas havia um vazio que nenhum de nós dois tinha coragem de admitir.

Acompanhem-me. Vou contar como deixei de ser a "menininha" assustada da rua para me tornar a mulher que hoje dita as regras, e como o homem que eu chamava de meu senhor aprendeu o prazer de me obedecer enquanto outros homens me possuíam. Tudo começou com uma noite comum, um sofá de couro e um presente que mudaria nossa trajetória para sempre.

É engraçado como a memória seleciona os momentos que mudam nossa vida. Se eu fechar os olhos agora, aos 34, ainda consigo sentir o cheiro do hidratante de baunilha que eu usava naquela noite, há cinco anos. Naquela época, aos 29, eu era o que todos chamavam de "esposa troféu". Branquinha, delicada, com meu 1,60m e aquele rosto de menina que fazia o Lucas, com seus 32 anos e 1,80m de pura masculinidade barbuda, se sentir o dono do mundo.

Eu amava o Lucas. Amava a segurança que ele me dava. Mas, por dentro, eu sentia que a "menininha" estava ficando pequena demais para a mulher que eu estava me tornando. Na rua, eu mantinha minha timidez, meus olhos baixos e meus pés delicados sempre impecáveis em sandálias que ele escolhia. Mas em casa, ah... em casa o jogo era outro.

Era uma noite de terça-feira. O ar condicionado mantinha a sala fria, mas o clima entre nós estava em ebulição. Eu estava deitada no sofá de couro preto, com os pés apoiados no colo dele. Lucas, com aquela seriedade que me dava tesão, começou a massageá-los. Ele sabia que meus pés eram meu ponto fraco, e ele os tratava com uma adoração quase religiosa.

Enquanto seus dedos fortes pressionavam minha planta do pé, eu me movi. Meus dedos roçaram acidentalmente — ou talvez nem tanto — naquela parte dele que eu conhecia tão bem. O volume por baixo da calça dele estava rígido, uma pedra de desejo que pulsava contra minha pele clara. Aquele contato elétrico foi o fim da minha fachada de boa moça.

Eu me virei de uma vez, engatinhando por cima dele como uma gata faminta. Sentei no seu colo, sentindo a dureza do cacete dele marcar minha coxa. Nós nos selamos em um beijo que não tinha nada de carinho; era uma disputa de território. Eu puxava sua barba, mordia seu lábio inferior com força, sentindo o gosto metálico da luxúria enquanto nossas mãos lutavam para arrancar as roupas que nos impediam de chegar onde queríamos.

Ficamos nus ali mesmo, sob a luz suave da sala. Eu me elevei, olhando nos olhos sérios do meu marido, e desci com tudo, sentando no pau dele sem qualquer aviso. O preenchimento foi absoluto. Comecei a rebolar minha buceta sem parar, em um ritmo frenético que fazia o suor brotar instantaneamente na minha testa. Eu não era mais a santinha do supermercado; eu era uma mulher possuída pelo prazer.

Lucas me segurava pela cintura, as mãos grandes quase cobrindo meus quadris, e começou a desferir tapas firmes na minha bunda. Cada estalo na minha pele branca me fazia subir um degrau na escala da loucura. Eu mordia o pescoço dele, sentindo o cheiro de seu perfume misturado ao suor, enquanto recebia socadas potentes na buceta que me faziam perder o fôlego. O ritmo era violento, cru, delicioso. Ele subia o quadril com força, encontrando meu fundo, até que ele não aguentou mais. Senti o calor dele explodindo dentro de mim, um jato após o outro, enchendo minha buceta de leite enquanto eu desabava em seu peito, trêmula e completamente exausta.

Depois daquele êxtase no sofá, enquanto o Lucas ainda recuperava o fôlego e o "leite" dele escorria lentamente pelas minhas coxas, eu me levantei para buscar um copo de água. Foi quando eu vi. A cortina de vidro da nossa sala, que dava para o jardim de inverno e para a lateral da casa vizinha, estava com uma fresta generosa, totalmente aberta.

Meu coração disparou, mas não foi de susto. Do outro lado, na penumbra da casa ao lado, vi um vulto se afastar rapidamente de uma janela. Alguém estava lá. Alguém tinha visto o Lucas me jogando naquele sofá, tinha ouvido os estalos dos tapas que ele deu na minha bunda e, certamente, tinha assistido à minha buceta ser devorada e preenchida.

Um arrepio gélido percorreu minha espinha, transformando-se instantaneamente em um calor insuportável entre minhas pernas. A ideia de que um estranho viu a "menininha comportada" se transformando naquela fêmea insaciável me deixou mais excitada do que o próprio sexo que tínhamos acabado de ter. Eu não contei para o Lucas naquela hora; guardei aquele segredo como um tesouro pornográfico dentro de mim.

No dia seguinte, a rotina de esposa de 29 anos parecia uma tortura. Eu estava no mercado, com meu vestido floral e sandálias delicadas, sorrindo para as pessoas com aquela minha cara de anjo, mas por dentro eu estava em chamas. Eu cruzava as pernas e sentia o atrito da calcinha de renda, lembrando do vulto na janela.

Passei o dia imaginando: e se ele estivesse me olhando agora? E se os vizinhos soubessem o que eu faço entre quatro paredes? Essa ideia de ser observada, de ser um objeto de desejo para olhos desconhecidos, começou a me dominar. Eu queria repetir a dose, mas queria ter certeza de que haveria uma plateia.

Quando o Lucas chegou do trabalho, ele me encontrou diferente. Eu estava com uma energia agressiva, um brilho nos olhos que ele, aos 32 anos e cheio de vigor, soube ler imediatamente. Eu o puxei para o quarto, mas antes que ele pudesse apagar as luzes ou fechar as cortinas, eu o impedi.

— Deixa aberto, amor... eu quero sentir o vento — menti, com um sorriso que ele nunca desconfiaria.

A janela do nosso quarto ficava de frente para o prédio vizinho, em um ângulo perfeito para quem quisesse espiar. Eu me despi lentamente diante do vidro, sentindo o frescor da noite na minha pele alva, exibindo meu corpo de 1,60m para a escuridão lá fora. Eu queria que eles vissem.

Lucas me agarrou por trás com uma possessividade que me fez perder o fôlego. A barba dele, grossa e viril, arranhava a pele sensível do meu pescoço, enquanto suas mãos grandes e pesadas esmagavam meus seios com força, como se quisesse deixar a marca de seus dedos em mim. Ele me jogou na cama de forma bruta, exatamente como eu desejava, e sem qualquer preâmbulo, ele se posicionou entre minhas pernas.

A minha buceta já estava completamente lambuzada de tesão, um excesso de lubrificação que escorria pelas minhas coxas brancas, fruto da excitação de saber que a cortina estava escancarada. Quando ele empurrou, o pau dele entrou todinho, esticando minhas paredes e fazendo um som úmido que ecoou no silêncio do quarto.

Eu não fechei os olhos. Pelo contrário, eu mantive meu olhar fixo, hipnotizado, na fresta da cortina. Eu imaginava o vizinho, ou quem quer que estivesse lá fora, assistindo àquela cena: a menininha de pele alva sendo possuída com violência pelo marido barbudo. Lucas começou a me socar com um ritmo selvagem, e a cada investida profunda, eu sentia o prazer subindo pela minha espinha como uma descarga elétrica.

— Bate em sua putinha, Lucas! — eu gemi alto, a voz carregada de uma luxúria que ele nunca tinha ouvido com tanta clareza. — Me deixa arrombadinha... soca mais forte!

Ele pareceu entrar em transe com o meu pedido. O som dos estalos da pele dele batendo contra a minha bunda se misturava aos meus gemidos propositais, que eu lançava em direção à janela, querendo que o mundo soubesse o que estava acontecendo naquela cama. Eu me sentia suja, exposta e maravilhosamente usada.

O suor já brotava em nossas peles, criando um atrito barulhento a cada estocada. Lucas, possuído por uma energia que ele mesmo parecia estar descobrindo, enrolou os dedos em meus cabelos com força, puxando minha cabeça para trás. A dor leve do puxão disparou mais adrenalina no meu sangue.

— Bia... por que você está tão molhada? — ele rosnou no meu ouvido, a voz rouca, enquanto me dava uma socada tão funda que meu corpo deslizou no colchão. — Eu nunca te vi assim.

Eu não respondi. Não podia dizer que era a fresta da cortina que estava me deixando naquele estado. Mantive meus olhos pregados no vidro da janela, onde a escuridão lá fora parecia me devorar. Por dentro, eu gritava de excitação imaginando o vizinho assistindo ao meu marido me tratar como uma qualquer, mas para o Lucas, eu mantinha o papel de sua menina.

— É você, Lucas... é o jeito que você está me pegando — menti, ofegante, sentindo a culpa aumentar o meu prazer. — Você está sendo tão bruto... eu sou sua, faz o que quiser.

Ele pareceu se inflamar com a minha "submissão". Lucas me puxou pelos cabelos novamente, e eu aproveitei o ângulo para manter o rosto voltado para a janela. Eu queria que, se houvesse alguém lá fora, visse meu rosto de menina transfigurado pelo prazer que o meu marido me causava.

Lucas tentou me girar, querendo mudar de posição para o "papai e mamãe", buscando o contato visual que sempre tivemos. Mas eu travei minhas pernas, fingindo uma entrega total àquela posição.

— Não... não para agora... — pedi, com a voz embargada. — Continua assim, por favor. Eu gosto de sentir você entrando por trás.

A verdade é que eu não queria perder o ângulo da janela. Eu precisava daquela plateia imaginária. E essa fantasia de ser um objeto de exibição me deu um choque de prazer tão súbito que meu primeiro orgasmo veio como uma onda avassaladora. Minha buceta se contraiu violentamente em volta do pau dele, apertando-o com uma força que o fez soltar um gemido gutural. Eu gozava imaginando que, do outro lado do vidro, um estranho via minha bunda branca balançando sob o impacto das investidas do meu marido.

O ritmo dele não parou. Lucas começou a me dar tapas ritmados, um em cada nádega, deixando a pele ardendo, enquanto entrava e saía de mim com um barulho úmido e obsceno. Eu gemia alto, mas não para o Lucas; eu gemia para o vidro, para a rua, para o vazio. Eu queria que o som atravessasse a parede.

A imagem do vizinho me veio nítida na mente: ele escondido, com a mão no pau, vendo a "esposinha perfeita" do condomínio sendo socada sem piedade. Essa imagem me jogou direto para o segundo orgasmo. Eu tremia, minhas unhas cravavam no colchão.

— Bate em mim, Lucas! — eu pedi, canalizando meu desejo proibido para a agressividade dele. — Me deixa toda marcada... me deixa arrombadinha!

Eu usei as palavras que ele queria ouvir, mas no meu íntimo, a humilhação era por saber que eu era uma exibicionista nata. Ele já estava no limite. O som das socadas era o único som no quarto além da minha respiração desesperada. Ele deu as últimas cinco estocadas com toda a força, e eu senti o ápice chegar pela terceira vez — um espasmo longo que me deixou sem ar, no exato momento em que Lucas rosnou e jorrou tudo dentro de mim.

O calor do leite dele me preenchendo foi o selo daquela noite. Ficamos ali, ofegantes. Eu continuava olhando para a janela, esperando ver um sinal, um brilho de um olhar.

O Lucas me abraçou por trás, ainda dentro de mim, e sussurrou: — Você foi incrível hoje, Bia. Parece que a gente nunca tinha feito assim.

Eu apenas sorri, escondendo o rosto no travesseiro. Ele achava que era o novo acessório ou o vigor dele. Eu sabia que era o olhar do mundo que tinha me feito gozar daquela forma. A cortina continuava aberta, e minha vida de "menina comportada" acabava de morrer.

O silêncio que se seguiu àquela tempestade de prazer era quase ensurdecedor. Lucas logo adormeceu, com o braço pesado sobre minha cintura, exausto por ter entregado uma performance que, até então, ele nunca tinha tido coragem de exigir de si mesmo. Mas eu? Eu estava mais acordada do que nunca.

Fiquei ali, deitada de lado, os olhos fixos na fresta da cortina que ainda deixava entrar a luz pálida de um poste da rua. Sentia o calor do sêmen dele escorrendo lentamente por entre minhas pernas, uma sensação que sempre me trazia conforto, mas que naquela noite parecia um troféu de uma batalha silenciosa.

Minha mente não parava. Eu revivia cada socada, cada tapa, cada palavra suja que saíra da minha boca. Mas o que realmente me fazia vibrar, o que mantinha meu coração batendo em um ritmo frenético contra o peito, era a possibilidade. A simples e devastadora ideia de que alguém, do outro lado daquele vidro, pudesse ter visto a "Beatriz idealizada" se transformando naquela mulher lasciva e faminta.

Pela primeira vez em cinco anos de casada, eu entendi que o prazer não estava apenas no toque físico do Lucas. Havia um prazer novo, sombrio e viciante em ser um objeto de desejo para o desconhecido. Eu, a menina tímida de 29 anos, a esposa que todos elogiavam pela discrição, tinha sentido um orgasmo triplo apenas por imaginar que não éramos mais só nós dois. Aquele terceiro elemento invisível — o olhar do outro — tinha sido o verdadeiro mestre de cerimônias da nossa noite.

Eu sabia que o Lucas não desconfiava de nada. Para ele, tínhamos apenas "inovado". Mas para mim, o abismo tinha se aberto e eu estava pronta para pular. A vergonha que eu deveria sentir estava sendo soterrada por uma curiosidade perigosa. Se uma cortina aberta me fez sentir aquilo, o que aconteceria se eu desse um passo a mais?

Fechei os olhos sentindo um sorriso involuntário surgir nos lábios. A jornada estava apenas começando, e a "menininha" de Lucas estava prestes a descobrir que o mundo liberal era um caminho sem volta.

Foto 1 do Conto erotico: Confissão de uma esposa tímida parte 1

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Comentários


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thiagopo77 Comentou em 07/01/2026

Muito bom, muito gostoso seu conto. Votado!!!!!

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fernando1souza2 Comentou em 07/01/2026

Q coisa gostosa!

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tiger48 Comentou em 07/01/2026

Muito excitante o conto

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chupabuceta1025 Comentou em 07/01/2026

Conto maravilhoso votadíssimo parabéns e assim sentirmos nossas liberdade de uma ótima oportunidade de nós intrega nossos desejos e concluir

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rick2020bh Comentou em 06/01/2026

Conto excelente.

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charmer Comentou em 06/01/2026

Nossa... como eu gostaria de ter sido esse vizinho que viu tudo...




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Ficha do conto

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esposaaventureira

Nome do conto:
Confissão de uma esposa tímida parte 1

Codigo do conto:
251158

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
06/01/2026

Quant.de Votos:
9

Quant.de Fotos:
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