Confissão de uma esposa tímida querendo ser exibicionista parte 2

Os dias que se seguiram àquela noite de cortinas abertas foram uma tortura deliciosa. Eu me sentia uma espiã dentro da minha própria vida. Aos 29 anos, eu tinha descoberto um segredo sobre mim mesma que mudaria tudo: a minha timidez era, na verdade, um combustível para a exibição. Quanto mais eu parecia a "esposinha perfeita" para os vizinhos e amigos, mais eu sentia o calor subir pelo meu ventre ao imaginar o que eles pensariam se vissem a fêmea que eu me tornava quando o Lucas me possuía.

Eu passava o dia divagando. No supermercado, enquanto escolhia frutas com meu rosto de menina, eu imaginava o que o caixa pensaria se eu levantasse a saia ali mesmo. Na academia, sentia os olhares dos homens nos meus pés e nas minhas pernas, e em vez de me encolher como fazia antes, eu passava a exibir minha pele alva com uma consciência nova.

Mas era em casa que a obsessão ganhava contornos reais. Certa tarde, encomendei algo apenas para testar o perigo. Quando o entregador buzinou, eu não me vesti adequadamente. Fui até o portão usando apenas um hobby de seda curtíssimo e transparente, sem nada por baixo. O vento batia e abria frestas, revelando minhas coxas e o contorno dos meus seios. Vi o rapaz engolir em seco, os olhos dele fixos na minha pele branca, desviando o olhar apenas para não parecer óbvio demais. Voltei para dentro sentindo um latejar entre as pernas. Mal fechei a porta e já estava com as mãos na minha buceta, me masturbando ali mesmo no hall de entrada, imaginando aquele estranho me possuindo contra o muro enquanto o Lucas trabalhava.

A fissura por ser observada me deixava molhada o dia inteiro. À noite, eu ia para o banho e fazia questão de não fechar a janela do basculante, que dava exatamente para o ângulo da casa vizinha. Eu me ensaboava lentamente, deixando a espuma deslizar pelos meus seios e pela minha barriga, sabendo que o vulto que eu vira dias atrás poderia estar ali, camuflado na escuridão, devorando cada detalhe da minha nudez. Eu sentia os olhos dele queimando na minha pele e, quanto mais eu me sentia exposta, mais meu tesão transbordava. Eu chegava a gemer baixo, deixando que o som da água abafasse a minha entrega para um público que eu nem tinha certeza se existia, mas que na minha mente, já me possuía por inteiro. Eu estava viciada, mas precisava levar o Lucas comigo para esse abismo. Ele era o meu porto seguro, o meu cúmplice, o homem que eu amava, mas eu precisava que ele fosse o meu palco.

Surgiu a oportunidade de uma pequena viagem de fim de semana para uma pousada na serra. Era uma estrada longa, com trechos de movimento intenso e outros mais desertos. Lucas estava ao volante do nosso SUV, com aquela postura de 1,80m que preenchia o banco do motorista. Ele usava óculos escuros e mantinha a barba bem feita, exalando aquela masculinidade séria de 32 anos. Eu, ao lado, escolhi o figurino a dedo: um vestido de seda bege, quase da cor da minha pele, curto e extremamente leve. Por baixo, absolutamente nada. A sensação do couro do banco contra a minha buceta nua, já úmida pelos pensamentos matinais, me deixava em um estado de excitação permanente.

O sol batia lateralmente, e eu sabia que, de fora, quem estivesse em um veículo mais alto conseguiria ver quase tudo dentro do carro. Era o meu momento.

Comecei devagar. Coloquei minha mão na coxa dele, subindo lentamente até sentir o volume rígido sob o jeans. Lucas deu um sorriso de canto, achando que estava no controle. Abri o zíper da calça dele e deixei o pau dele saltar para fora, pulsante. Comecei a chupar o meu marido com uma entrega total, mas mantendo meu corpo estrategicamente posicionado.

Quando o caminhão de carga pesada emparelhou conosco, Lucas travou. Ele viu o motorista lá de cima, com os olhos fixos na cena.

— Bia... para... — Lucas sussurrou, a respiração curta. — Aquele caminhoneiro... ele está vendo tudo, Beatriz! Ele está olhando diretamente para a sua boca no meu pau!

Eu parei por um segundo. Levantei o rosto, olhei para o Lucas com os lábios brilhando e um olhar carregado de um sarcasmo safado que o desarmou completamente.

— E você quer que eu pare, Lucas? — perguntei, provocativa. — Quer que eu guarde tudo e finja que sou a sua menininha comportada agora, ou quer que eu mostre para ele como eu cuido de você?

Lucas apertou o volante até os nós dos dedos ficarem brancos. Ele não disse "pare". O silêncio dele foi a autorização que eu precisava para a minha maior exibição até então.

Eu me virei de costas para o painel, apoiando os joelhos no banco e empinando minha bunda branca e redonda diretamente contra o vidro. O vestido subiu totalmente, deixando minha buceta exposta para o mundo lá fora enquanto minha boca voltava a envolver o Lucas. O caminhoneiro começou a buzinar rítmico, e outros motoristas reduziam a velocidade para ver a "esposinha de rosto angelical" de quatro no banco.

A humilhação deliciosa de ser descoberta disparou um orgasmo tão violento que eu gozei ali mesmo, debruçada sobre o console. Gozei uma segunda e uma terceira vez conforme os gritos de "Gostosa!" vinham de outros carros. Lucas, contagiado por aquele exibicionismo e pela visão da minha bunda arreganhada para a rodovia, descarregou tudo na minha boca, rosnando o meu nome enquanto o SUV devorava o asfalto.

Eu me recostei no banco, limpando o rastro de leite do canto da boca com o polegar. Eu ainda era a menininha dele, mas a Beatriz que saiu daquela estrada era uma mulher que nunca mais conseguiria se satisfazer apenas entre quatro paredes e cortinas fechadas.

Enquanto o SUV estacionava no pátio da pousada, eu ainda sentia o formigamento nas coxas. O gosto do Lucas ainda estava na minha boca, mas o que realmente me nutria era a memória das buzinas e dos olhares lá fora. Gozar sendo observada por estranhos na rodovia foi a experiência mais explosiva da minha vida; foi como se cada célula do meu corpo tivesse despertado para uma função que eu desconhecia. Eu não era mais apenas a esposa do Lucas; eu era um espetáculo.

Subimos para o quarto em um silêncio carregado. Lucas carregava as malas, mas seus olhos não saíam da minha bunda, que balançava sob o vestido de seda. Ele estava excitado, confuso e rendido. Mal a porta se fechou e o cartão magnético deu o estalo do trinco, eu me joguei em cima dele. Não houve conversa. Eu o empurrei contra a porta e comecei a arrancar sua camisa com uma agressividade que o deixou estático.

— Bia, o quarto ao lado... as paredes parecem finas — ele sussurrou, tentando manter um resquício de sanidade.

— Ótimo. Quero que eles saibam exatamente o que você está fazendo comigo — respondi, com um olhar que o calou.

Eu me joguei na cama e fiquei de quatro, com a bunda empinada em direção à sacada, que fiz questão de deixar com as cortinas apenas encostadas.

— Bate em mim, Lucas! — eu ordenei, sentindo o poder daquela nova voz que saía de mim. — Bate na sua putinha até ficar vermelho!

Ele obedeceu. O som dos tapas ecoava pelo quarto, e eu gemia alto, de propósito, querendo que o casal do quarto vizinho parasse tudo o que estava fazendo para nos ouvir. A cada tapa, eu sentia minha pele arder e meu tesão transbordar. Lucas me penetrou com força, um ritmo alucinado que fazia a cabeceira da cama bater contra a parede divisória.

No auge daquela loucura, eu decidi mudar o jogo. Eu precisava sentir que ele era meu, que ele faria qualquer coisa para me satisfazer. Eu me deitei de costas e enlacei minhas pernas no pescoço dele, prendendo-o entre minhas coxas brancas. Forcei o rosto dele contra a minha buceta, que estava encharcada e pulsante.

Eu segurava a cabeça dele com força, os dedos cravados em seus cabelos, enquanto olhava fixamente para a fresta da sacada, imaginando alguém no corredor ou na varanda ao lado nos ouvindo.

— Chupa, meu homem... chupa sua esposa puta! — eu comandava, com um sorriso de triunfo. — Morde minha buceta, isso, cachorro... me lambe todinha!

Lucas estava em transe. O homem sério de 1,80m estava ali, rendido aos meus comandos, fazendo exatamente o que eu queria. Eu me masturbava freneticamente, brincando com meus próprios seios, apertando os mamilos enquanto sentia a língua dele me explorando. Eu sentia o poder de controlá-lo, de transformar o meu porto seguro em um servo do meu prazer.

Para encerrar aquela noite, eu o empurrei para trás. Sentei-me na borda da cama e estendi meus pés — aqueles pés que ele sempre adorou, agora suados e trêmulos.

— Lambe, Lucas. Lambe cada centímetro — eu disse, com um tom de superioridade.

Ele se ajoelhou no chão, a imagem da submissão. Enquanto ele beijava e lambia meus pés, eu continuei a me tocar, olhando para ele de cima.

— Agora goza neles... goza nos meus pés e me xinga. Me diz o que eu sou — eu provoquei.

Lucas não aguentou. Ele se masturbou com rapidez, os olhos fixos em mim, e descarregou tudo em cima dos meus pés brancos.

— Você é uma safada, Beatriz... uma putinha exibicionista — ele murmurou, a voz falha, enquanto o sêmen cobria meus dedos.

Eu sorri, sentindo um orgasmo final chegar apenas pela humilhação deliciosa daquelas palavras. Eu tinha o controle. Eu tinha o palco. E o Lucas, sem saber, estava começando a gostar do papel de quem apenas observa a minha transformação.

Foto 1 do Conto erotico: Confissão de uma esposa tímida querendo ser exibicionista parte 2

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Comentários


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lozo Comentou em 07/01/2026

delicia de conto, como é maravilhoso ter uma esposa bonita, gostosa e safada, bem danadinha, sem medo de ser feliz e fazer feliz o maridão que a ama. votado e aprovado

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josiassilva Comentou em 07/01/2026

VOTADO!! Vida é muito curta pra não fazer oque mais te da prazer, tem que aproveitar exatamente como tu fez.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Confissão de uma esposa tímida querendo ser exibicionista parte 2

Codigo do conto:
251302

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
07/01/2026

Quant.de Votos:
10

Quant.de Fotos:
5