Como Perdi Minha Mulher na Virada do Ano

Fomos convidados para uma festa de Reveillon de ultima hora, e por falta de opção aceitamos.

O mormaço de Belo Horizonte naquela última noite do ano era algo sufocante, uma umidade pesada que subia da Lagoa da Pampulha e parecia grudar na pele. O asfalto ainda exalava o calor do dia escaldante, e o brilho das luzes da orla refletia na água parada, criando um cenário de falsa tranquilidade. Eu e Beatriz atravessamos o portão de ferro de uma mansão cinematográfica, um projeto modernista que exalava dinheiro e decadência. Aceitamos o convite por falta de planos, mergulhando em uma festa cheia de rostos desconhecidos e sorrisos de plástico.

Beatriz estava um espetáculo de pura provocação. Ela escolhera para o Réveillon um vestido de seda branca, tão curto que qualquer movimento mais brusco revelava a ausência de lingerie por baixo. O decote em "V" profundo ia até quase o umbigo, e as costas estavam totalmente nuas, exibindo a pele bronzeada que já começava a brilhar com uma fina camada de suor. Ela caminhava com uma confiança predatória, alimentada pelas doses de vodca que tomáramos ainda em casa. O calor de BH era o pretexto perfeito para a pouca roupa, mas o brilho nos olhos dela dizia que o motivo era outro.

Por volta das dez da noite, a mansão estava em transe. O som dos graves batendo perto da piscina infinita fazia o champanhe vibrar nas taças de cristal. Foi quando eu o vi. **Rodrigo.** O ex-namorado de Beatriz que sempre foi o fantasma do nosso casamento. Um cara com porte de lutador, maxilar quadrado e aquele sorriso de quem sabe que não presta. Eu já tinha pego conversas estranhas dos dois no passado, papos de "saudade" que ela jurava serem apenas amizade, mas o jeito que ele a olhou ao cruzar o salão desmentia qualquer inocência.

Ele não estava sozinho. Rodrigo liderava um grupo de mais três homens, todos com o mesmo estilo: camisas de linho abertas, correntes de ouro e um ar de superioridade animalesca. Havia o loiro, um gigante de braços tatuados; o moreno de olhar sombrio; e um cara de barba cerrada que não parava de secar as pernas de Beatriz.

— "Ora, ora... a Pampulha ficou pequena pra você, Bia", Rodrigo disse, a voz rouca sobrepondo-se à música. Ele nem sequer apertou minha mão. Seus olhos foram direto para os mamilos de Beatriz, que marcavam o tecido fino do vestido branco devido ao ar-condicionado da sala interna.

Eu esperava que ela recuasse, que me desse a mão e saísse dali. Mas o álcool e o calor fizeram Beatriz florescer da pior maneira possível. Ela soltou uma risada alta, jogando a cabeça para trás, e se aproximou do grupo.
— "A noite está só começando, Rodrigo", ela respondeu, a voz carregada de uma malícia que me deu um soco no estômago.

A partir dali, eu fui rebaixado a figurante. Rodrigo e seus amigos montaram um cerco ao redor dela perto do bar da piscina. Eu observava de longe, com uma taça de gim na mão que eu nem conseguia beber. O desrespeito era coreografado. O loiro pedia drinques e os entregava para Beatriz, enquanto Rodrigo mantinha a mão possessiva na nuca dela, os dedos enterrados em seu cabelo.

Beatriz estava assanhada como eu nunca vira. Ela se esfregava neles, rindo de piadas internas que eu não ouvia. O moreno de barba cerrada passou a mão pela lateral do quadril dela, subindo o vestido "sem querer", e Beatriz apenas mordeu o lábio inferior, sustentando o olhar dele enquanto se encostava mais no peito de Rodrigo. O suor de todos eles começava a se misturar. Beatriz estava se tornando o centro de uma matilha, e o que mais me doía — e me excitava de forma doentia — era ver que ela não queria ser salva.

Os convidados ao redor começaram a perceber. Os olhares de deboche se voltavam para mim: o marido que assistia à própria mulher ser "preparada" por um grupo de cafajestes. Eu sentia a humilhação queimar, mas meu corpo reagia com um tesão incontrolável ao ver Beatriz sendo tratada como carne fresca.

Perto da meia-noite, o céu da Pampulha começou a se iluminar com os primeiros fogos de artifício, mas o verdadeiro espetáculo estava prestes a mudar de cenário. Rodrigo sussurrou algo no ouvido de Beatriz. Vi o rosto dela se iluminar com uma mistura de medo e desejo. Ela olhou para trás, me encontrou em um canto escuro perto de uma estátua, mas seu olhar não pedia permissão. Era um olhar de desafio, de quem ia cruzar a linha sem volta.

O grupo de cinco começou a se mover. Eles deixaram a área da piscina e seguiram para um anexo da mansão, um corredor de vidro que levava à área da sauna e do spa privativo. Beatriz ia na frente, rebolando de forma vulgar, o vestido subindo a cada passo, revelando a pele nua das coxas para os quatro homens que a seguiam como predadores.

Eu os segui nas sombras, o coração martelando contra as costelas, o pau latejando dentro da calça. Eu sabia o que ia acontecer. Eu sabia que o contrato de fidelidade tinha sido rasgado ali mesmo, sob as luzes de Belo Horizonte. Quando a porta da sauna se fechou atrás deles, eu me posicionei na fresta da porta, o suor escorrendo pela minha testa, pronto para assistir ao desmantelamento da minha dignidade.

Lá dentro, o calor era infernal. Beatriz parou no centro da sala de madeira. Rodrigo não perdeu tempo. Ele a puxou pelos cabelos com força, forçando-a de joelhos, enquanto os outros três começavam a se despir com uma urgência brutal. O show de putaria estava prestes a começar, e eu, o corno oficial da noite, não conseguia desviar o olhar nem por um segundo.

O calor dentro da ante-sala da sauna era quase sólido. O vapor que escapava da porta de vidro fumê carregava um cheiro inebriante: o cloro da piscina, o suor ácido de homens excitados e o aroma doce de gim-tônica que Beatriz exalava pelos poros. Eu estava encurralado entre o desejo e a agonia, observando pela fresta da porta enquanto minha esposa, a mulher com quem eu dividia a vida, era transformada na principal atração de um espetáculo de pura putaria.

Lá dentro, Rodrigo, o ex-namorado com sorriso de hiena, já havia assumido o controle total. Ele não tratava Beatriz com a nostalgia de um antigo amor; ele a tratava com o desprezo de quem encontra um brinquedo velho e decide ver até onde ele aguenta sem quebrar. Ele a segurava com as duas mãos em volta do pescoço, não para sufocá-la, mas para mantê-la imóvel enquanto o moreno tatuado e o loiro de braços enormes se posicionavam.

O vestido branco de seda, que custara uma pequena fortuna, agora era um trapo. As alças tinham sido arrancadas, expondo os seios de Beatriz que brilhavam sob a luz amarela e fraca. O loiro, um animal de pelo menos cem quilos, puxou-a pelas coxas, forçando-a a abrir as pernas para os três. Sem qualquer lubrificação, sem qualquer carinho, ele empurrou seu cacete grosso e latejante para dentro da buceta dela. O som foi um estalo úmido, um "vupt" que ecoou no silêncio tenso da sala. Beatriz soltou um urro, a cabeça jogada para trás, mas não era um grito de dor. Era um som de animal faminto sendo finalmente alimentado.

— "Isso, olha como essa vadia abre fácil!", gritou o loiro, começando a estocá-la com uma violência que fazia o corpo de Beatriz bater contra o banco de madeira.

Enquanto a buceta dela era devorada pelo loiro, o moreno tatuado se posicionou logo atrás. Ele não esperou por autorização. Ele cuspiu na palma da mão, passou rapidamente no próprio membro e, com um movimento seco e autoritário, forçou a entrada no cuzinho dela. Beatriz travou por um segundo, os olhos saltando das órbitas, mas logo o prazer da dor a dominou. Ela estava sendo duplamente penetrada, preenchida de uma forma que eu nunca conseguiria fazer sozinho.

O barbudo, o quarto homem, se aproximou por cima. Ele viu a expressão de transe de Beatriz e, com a mão aberta, desferiu o primeiro tapa. **PAU!** O som da mão batendo na bochecha dela foi seco. A cabeça de Beatriz virou para o lado, o cabelo grudado no rosto pelo suor.
— "Olha pra mim quando estiver sendo usada, sua porca!", ele rosnou.
Em vez de chorar, Beatriz voltou o rosto para ele com um sorriso demente, a boca entreaberta e a língua para fora.
— "Mais...", ela sussurrou, a voz sumindo no meio dos gemidos. — "Dá na minha cara, me usa como uma puta!"

O barbudo não hesitou. Outro tapa, mais forte, deixou a marca dos dedos dele no rosto pálido dela. Enquanto isso, o ritmo lá embaixo era frenético. O loiro e o moreno competiam para ver quem a possuía com mais força, os quadris deles colidindo contra a carne de Beatriz em uma batida rítmica de "vapo-vapo" que parecia nunca ter fim. Ela gemia alto, sem se importar que a mansão inteira pudesse ouvir, sem se importar que o marido estivesse a poucos metros vendo toda aquela humilhação.

Rodrigo, que até então apenas observava e comandava, decidiu que era sua vez. Ele se aproximou e, enquanto os outros dois continuavam o trabalho pesado nos dois buracos de Beatriz, ele forçou o cacete dele na boca dela. Beatriz o recebeu com uma sofreguidão doentia, engolindo até o fim, as mãos dela agora livres explorando os corpos dos quatro homens, puxando-os para cima de si, implorando por mais desrespeito.

A cena era um caos de fluidos e sons de carne batendo em carne. O suor dos cinco se misturava, criando uma camada escorregadia sobre a pele de Beatriz. Ela era o centro de um carrossel de prazer proibido. O loiro a virou de quatro, expondo o cuzinho já dilatado e a buceta transbordando de lubrificação natural e suor. O barbudo e o moreno tatuado se revezavam, trocando de lugar, explorando-a com uma brutalidade que me fazia suar frio.

— "Vou gozar, vou encher essa cara de leite!", gritou Rodrigo, puxando Beatriz pelos cabelos e forçando-a a olhar para cima.
Foi o sinal para o fim do massacre. O loiro, dando as últimas estocadas violentas na buceta de Beatriz, retirou-se no último segundo e começou a despejar jatos grossos e quentes sobre os peitos dela, manchando a pele e os restos do vestido de seda. O moreno, que estava no cuzinho, também chegou ao limite, gozando ali mesmo, dentro dela, deixando que o fluido escorresse pelas pernas trêmulas de minha esposa.

Mas o final foi o mais humilhante. O barbudo e Rodrigo se posicionaram na frente dela.
— "Abre a boca, cadela do Réveillon!", ordenou Rodrigo.
Bia obedeceu prontamente. Os dois começaram a gozar simultaneamente na cara dela. Jatos pesados de sêmen cobriram seus olhos, seu nariz e entraram em sua boca. Ela recebia tudo com as mãos espalmadas no chão da sauna, parecendo um troféu humano de uma guerra que eu tinha acabado de perder.

Quando terminaram, os quatro se olharam com sorrisos cúmplices, a adrenalina baixando. Eles se limparam com o resto do vestido de Beatriz, como se fosse um pano de chão qualquer, e saíram um por um. O loiro, ao passar pela porta, deu um último tapa na bunda de Bia, que permanecia largada no banco, toda aberta, gozada e ofegante.

Eu fiquei ali, na sombra, vendo minha mulher naquele estado. Ela estava coberta pelo rastro de quatro machos que não sabiam nem o sobrenome dela. O rosto estava vermelho dos tapas, o batom borrado pelo sêmen que ainda escorria pelo queixo. Ela era a imagem da depravação absoluta.

Beatriz abriu os olhos, limpando a porra de um dos olhos com as costas da mão, e me viu na fresta. Ela não desviou o olhar. Ela deu um sorriso de quem tinha acabado de ser coroada a rainha daquela putaria toda. Eu sabia que, para o resto dos convidados lá fora, eu era apenas o corno da Pampulha, mas ali, naquele calor sufocante, eu percebi que a minha esposa nunca mais seria a mesma — e eu também não.

O silêncio que se seguiu à saída dos quatro homens era mais barulhento do que a música que vinha da piscina. A sauna estava impregnada com o cheiro da luxúria mais primitiva que eu já havia presenciado. Beatriz continuava lá, largada sobre o banco de madeira, com as pernas abertas e os braços caídos, como se os ossos tivessem derretido. Ela não tinha forças para se levantar. O sêmen dos quatro escorria lentamente por suas coxas, manchando o que restava do vestido branco de seda.

Eu saí da sombra. Meus passos eram pesados, e o chão da ante-sala parecia queimar. Quando entrei na sauna, o calor me atingiu como um soco. Beatriz abriu os olhos, turvos pela bebida e pelo transe do que acabara de viver. Ao me ver, ela esboçou um sorriso fraco e tentou se inclinar para me beijar, com os lábios ainda sujos do fluido de Rodrigo e dos amigos dele. Eu desviei o rosto no mesmo instante. O cheiro deles nela era forte demais, uma mistura ácida que me causava náusea e, ao mesmo tempo, um tesão doentio que fazia meu sangue latejar.

— "Não agora", sussurrei, a voz rouca.

Ajudei-a a se sentar. Ela estava mole, o corpo quente e pegajoso. Com as mãos trêmulas, peguei os pedaços rasgados do vestido e tentei cobri-la. Cada toque meu na pele dela, que ainda guardava o calor das mãos daqueles homens, era uma tortura elétrica. Eu a levantei, passando o braço dela pelo meu pescoço. Saímos da área da sauna atravessando o jardim lateral.

Eu sentia os olhares. No caminho para o portão da mansão, a música parecia baixar para que os sussurros ficassem mais nítidos. "Olha lá o corno carregando a marmita", ouvi um rapaz rir perto do bar. Outras mulheres olhavam para Beatriz com um misto de nojo e uma curiosidade perversa. Eu caminhava de cabeça baixa, sentindo o peso da humilhação pública, mas por dentro, o meu pau estava tão duro que chegava a doer contra o jeans. Eu era o centro das piadas da elite de BH naquela noite, e isso me excitava de uma forma que eu não conseguia explicar.

Ao chegarmos no carro, o bafo quente da noite da Pampulha nos perseguiu para dentro do veículo. Assim que fechei a porta e o ar-condicionado começou a lutar contra o calor, o silêncio foi quebrado pelo choro contido dela.
— "Marcos... me desculpa... eu me perdi...", ela começou a dizer, aproximando-se de mim no banco de couro.

Ela tentou me beijar de novo, e desta vez eu não desviei. Eu a agarrei pelo pescoço com uma força que nunca tinha usado. Eu não queria um beijo romântico; eu queria provar o desastre. Minha língua invadiu a boca dela, buscando o gosto do que os outros deixaram. Desci os beijos pelo pescoço suado e cheguei aos seios, que ainda estavam cobertos por manchas brancas e secas de sêmen. Eu não limpei. Eu lambi. Suguei a porra que estava sobre a pele dela, sentindo o gosto salgado e amargo, transformando o sêmen daqueles desconhecidos no meu próprio banquete.

Beatriz gemia baixo, uma mistura de alívio e surpresa. Ela sentiu a minha ereção pulsando e, sem dizer uma palavra, abriu meu zíper. Ela tirou meu cacete para fora, que estava vermelho e latejante. Ela nem precisou de tempo. Com a boca ainda marcada pelos tapas que levara na sauna, ela me envolveu. Foram apenas duas ou três mamadas profundas, gulosas, como se ela quisesse desesperadamente a minha marca por cima da deles. Eu não aguentei. A carga emocional da noite explodiu e eu gozei com força na boca dela, sentindo minha alma sair junto com o jato.

Depois disso, o cansaço e o álcool finalmente a derrubaram. Beatriz se virou no banco, encolheu-se e "capotou" em um sono profundo e pesado. O trajeto até nossa casa foi um borrão de luzes da cidade e o cheiro de sexo impregnado no carro.

Chegamos na garagem e ela não acordou. Tive que pegá-la no colo. O corpo dela estava pesado, pendendo sem vida enquanto eu subia o elevador. No quarto, eu a coloquei sobre a cama de casal, as luzes da cidade entrando pela janela e iluminando a cena. Tirei o resto da roupa dela com cuidado.

Ali estava ela: minha esposa, nua, desfeita. O cabelo era uma massa confusa, o rosto tinha marcas de dedos, e o corpo estava um mapa de luxúria alheia. Havia sêmen seco em seu ventre, em seus peitos e, para meu espanto, até nos seus pés — marcas do momento em que o loiro e o moreno a usaram de quatro no chão da sauna.

Fiquei parado aos pés da cama, apenas admirando a destruição. Ela era linda em sua degradação. Ajoelhei-me e peguei um de seus pés. Havia uma pequena mancha branca perto do calcanhar. Eu dei uma lambidinha ali, saboreando a última prova da minha humilhação. Comecei a bater uma punheta ali mesmo, olhando para Beatriz desmaiada, toda gozada por quatro estranhos na festa de Réveillon. Cada movimento da minha mão era um flash da cena dela na sauna, apanhando e pedindo mais. Gozei novamente, desta vez por cima dos pés dela, selando aquela noite como o início de uma vida onde a fidelidade já não tinha mais lugar, apenas o prazer sujo e o tesão de ser o homem que assiste sua mulher pertencer ao mundo.

Foto 1 do Conto erotico: Como Perdi Minha Mulher na Virada do Ano

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Comentários


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ffsafadao Comentou em 06/01/2026

Que esposa maravilhosa

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charmer Comentou em 05/01/2026

Que conto maravilhosamente bem escrito!! Com certeza o casal foi muito mais feliz depois desse momento!!

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papai-smurf Comentou em 05/01/2026

Excelente!!!




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Ficha do conto

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esposaaventureira

Nome do conto:
Como Perdi Minha Mulher na Virada do Ano

Codigo do conto:
251061

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
05/01/2026

Quant.de Votos:
8

Quant.de Fotos:
5