O começo de tudo



Bom, pra todos os efeitos vou me apresentar, me chamo Diego, 34 anos, 1 e 69 de altura, atuo meio fofinho, discreto, moro na cidade de Manaus e sou apaixonado por sexo.
Vou contar a vocês sobre minha primeira experiência sexual que, foi incestuosa, com meu tio mais novo, na época ele tinha seus 16 anos, assim como eu.
Eu era um rapaz discreto, nunca fui afeminado e não tenho nada contra quem seja, apenas não faz meu perfil. Estava no auge da adolescência, tesão à flor da pele, porém, morria de vergonha de me abrir com quem quer que fosse e em minha casa ficavam eu, meus irmãos e esse meu tio que vira e mexe, cuidava de nós. Meus pais passavam o dia fora e o restante do dia passávamos apenas nós em casa.
Ele sempre esteve ali. Não como um desconhecido distante, mas como parte da minha rotina. Desde que se mudou para a casa da frente, virou quase automático trocar algumas palavras no portão, pedir açúcar emprestado, comentar sobre o tempo. Era fácil estar perto dele — fácil demais.
Com o tempo, essa facilidade virou hábito. Eu me acostumei a ver a luz da varanda dele acesa à noite, a ouvir sua risada ecoando pelo quintal, a sentir aquele perfume amadeirado que ele sempre usava. Às vezes, ele aparecia na minha porta só para trazer um pedaço de bolo que tinha acabado de fazer, ou para me convidar a tomar um café.
No começo, eu não via nada além do parentesco. Mas, aos poucos, algo começou a mudar. Não foi repentino, não foi um único momento, mas uma sequência de pequenas coisas: a forma como ele me olhava quando eu falava, como prestava atenção em cada detalhe, como parecia se aproximar um pouco mais a cada vez.
As conversas também mudaram. Passamos do “como foi seu dia?” para “o que te deixa feliz?”; do “está chovendo forte hoje” para “já pensou em simplesmente fugir e recomeçar em outro lugar?”. Ele começou a me contar sobre seu passado, suas decepções, seus sonhos. E, sem perceber, eu também comecei a me abrir de um jeito que não fazia com mais ninguém.
A mudança ficou mais clara numa noite de sexta-feira. Ele me chamou para ver um filme, como já tinha feito tantas outras vezes. A diferença é que, dessa vez, havia um silêncio diferente entre nós. Não era desconforto — era expectativa. Sentamos no sofá, e eu percebi que nossas pernas estavam próximas demais para ser apenas casual.
Durante o filme, nossas mãos se tocaram sem querer. Nenhum de nós recuou. Era como se aquele simples contato tivesse dito tudo o que as palavras ainda não tinham coragem de dizer. Olhei para ele, e ele me olhou de volta — não com o olhar de um amigo, mas de alguém que estava enxergando uma nova versão de mim.
Depois disso, nada mais foi igual. Continuamos nos encontrando, rindo, conversando, mas havia sempre aquele subtexto, aquele espaço carregado de algo que não dizíamos em voz alta. Eu sabia que estávamos num ponto de virada, e que bastaria um passo para atravessar a linha.
Pois bem, um certo dia, meus irmãos foram dormir na casa de meus avós e eu fiquei só e nesse dia meus pais já teriam avisado que chegariam mais tarde. Meu tio de repente aparece, meio diferente e de tanto lhe perguntar ele se abriu para mim dizendo que tinha ficado com uma moça porém, conforme o clima foi esquentando, ele queria partir pra putaria mas, ela ainda era virgem e não tinha conhecimento acerca de sexo oral e outras coisas e disse que morria de vontade de experimentar que alguém fizesse com ele. Então, como estava morrendo de vontade de experimentar, disse a ele que tinha a mesma vontade e se ele quisesse poderia matar a curiosidade dele.
O mesmo se espantou e disse que aquilo era errado e caso alguém soubesse poderia dar ruim para nós dois e disse a ele apenas, relaxe, aproveite o momento.
Com curiosidade peguei em seu pau, ele estava nervoso mas, bastou apenas alguns toques para aquela jeba ganhar vida ( não tenho muita noção de tamanho mas, creio que naquela época devia ter uns 15 cm ), ele estava gostando da punheta que estava batendo para ele e no instinto e por curiosidade por já ter visto em filmes no xvideos, coloquei minha boca em seu pau, completamente sem experiência mas, a sensação parecia tão boa que em pouco tempo estava a engolindo como se fosse um picolé num dia de calor. Apesar de ser minha primeira experiência mamando um caralho, confesso que aprendi muito bem vendo os vídeos. E ele já ficando frenético com o ritmo da mamada e após dez longos minutos ele gozou em minha boca sem avisar, como nunca tinha provado, foi uma experiência, um sabor novo na boca.
Depois de alguns minutos ele já estava com o pau ereto de novo, voltei a mamar mas, queria passar um pouco mais dos meus limites e perguntei a ele se não queria experimentar fazer um filho em mim rsrs. Ele ficou alucinado mas, como naquele tempo não tínhamos responsabilidade e nem conhecimento com nada, rolou uma penetração bem sofrida. Lembra que saiu sangue a primeira vez. Mesmo assim, no momento, só sentia o tesão. Ele me comeu de quatro por uns dez minutos até que cansou, pediu pra ir jogar uma duchinha e voltar e em seguida me comeu de frango assado por mais um dez minutos até acelerar e gozar dentro do meu cuzinho. Cara, não sei se por ter sido minha primeira vez mas, confesso, foi uma sensação maravilhosa ter perdido a virgindade de uma forma tão inesperada.
Ele pediu segredo e disse que ninguém poderia saber mas, disse que rolaria mais vezes, só dependeria de mim guardar segredo...

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Ficha do conto

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dhimmyapimentado

Nome do conto:
O começo de tudo

Codigo do conto:
240156

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
13/08/2025

Quant.de Votos:
5

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