Flávia entrou de mãos dadas com Douglas, mas logo foi puxada para o centro pelos rapazes, que a saudaram como se fosse a joia da noite. Ela estava deslumbrante, ainda com o vestido curto da noite anterior, que logo foi erguido para revelar o corpo quente e pronto.
Primeiros Toques — A Sala
No tapete, Flávia foi deitada de costas. Dois homens seguravam suas pernas abertas enquanto outro já se posicionava entre elas, entrando devagar. Os gemidos começaram a ecoar como uma música. Enquanto isso, Douglas observava, excitado, sentindo o coração disparar.
Um dos rapazes tomou os pés de Flávia nas mãos e começou a beijar suavemente, subindo pelos tornozelos e panturrilhas, fazendo-a rir e gemer ao mesmo tempo. Douglas, já entregue, se aproximou e ajoelhou-se, segurando o outro pé da esposa e beijando-o também, como se quisesse marcar presença na cena.
— Isso, amor… — ela gemeu entre uma estocada e outra. — Beija a sua Dadinha… enquanto eles me usam…
Douglas fechou os olhos, lambendo devotamente, cada vez mais excitado.
A Mesa da Cozinha
Entre taças de vinho e pratos esquecidos, Flávia foi deitada sobre a mesa de mármore. As mãos fortes a seguravam enquanto um a penetrava por trás, com força e firmeza, e outro oferecia o pau para que ela chupasse sem parar.
Douglas, embriagado de desejo, encostou-se à mesa, olhando de perto. O cheiro da esposa, o som das estocadas, os gemidos ecoando no cômodo pequeno, tudo parecia eletrizá-lo.
— Vem aqui, maridinho… — provocou um dos negros, puxando Douglas pelo braço.
Douglas hesitou, mas quando viu Flávia sorrindo para ele, entre duas estocadas, rendeu-se. Ajoelhou-se diante do homem e, incentivado, levou o pau à boca. Começou devagar, desajeitado, mas logo estava sugando com vontade, a mente em branco.
Flávia assistia, ofegante, enquanto era fodida e via o marido se entregar.
— Isso, amor… deixa eu ver você ser meu corno lindo…
A Escada — Cruzes de Luxúria
Na escada, Flávia foi segurada de lado, recebendo de dois ao mesmo tempo — um na boceta e outro no cuzinho. O corrimão rangia com o peso dos corpos. Douglas estava logo abaixo, lambendo suas coxas e beijando os pés que se agitavam no ar, alucinado.
Ela gritava alto, sem medo de ninguém ouvir.
— Ai, ai, todos em mim…! Me enche, me arrebenta…!
Douglas gemia baixo enquanto chupava, a excitação quase insuportável de ver e participar ao mesmo tempo.
A Varanda — O Mar Testemunha
No terraço, com o barulho das ondas fortes ao fundo, o moreno chamou Douglas de novo. Colocou-o de quatro, como na cena do barco, e o penetrou devagar, sem pressa, fazendo-o gemer alto.
Flávia, ainda sendo chupada e penetrada por dois ao lado, olhou para o marido. Os olhos dela brilharam.
— Olha só meu homem… todo entregue… — gemia, tocando-se ao ver a cena.
Douglas, enquanto era comido, inclinou-se e chupou o clitóris de Flávia. O sabor da esposa misturado à sensação de ser penetrado era enlouquecedor. Ela gemia mais alto só de vê-lo assim, rendido e feliz.
O Quarto — O Altar
O sol começava a nascer quando todos se reuniram no quarto principal. Lençóis brancos, corpos suados, gemidos sem parar. Flávia estava no centro da cama, de bruços, sendo fodida por trás, enquanto outro a alimentava na boca. Mais dois esperavam, se revezando nas mãos dela, enchendo-a de gozo por todos os lados.
Douglas, suado, não resistia mais. O moreno o puxou de novo, colocou-o de pé contra a parede e o penetrou forte, sem piedade. Douglas gemeu alto, tomado.
E então veio o gran finale: todos se aproximaram juntos. Flávia se ajoelhou ao lado do marido, ambos suados, exaustos, mas ainda de boca aberta para mais.
Os homens gozararam sobre os dois, cobrindo-lhes o rosto, cabelos, pescoços. Flávia gargalhava entre gemidos, esfregando-se no marido. Douglas, trêmulo, recebia tudo também, lambendo a esposa ao mesmo tempo, os dois sujos, unidos, completamente rendidos.
O moreno ainda o penetrava por trás, firme, até que Douglas explodiu gozando sem tocar em si. Flávia também tremeu, gemendo junto, coberta de porra e êxtase.
A cena parecia um ritual: os dois lado a lado, banhados, unidos na sujeira e no amor.
O Amanhecer
Quando o sol já estava alto, todos riam, exaustos, espalhados pelos cantos do quarto. Garrafas derramadas, roupas jogadas, o lençol completamente destruído.
Pouco depois, já perto das 9 da manhã, os rapazes os deixaram de volta na pousada. Flávia e Douglas estavam largados no banco do carro, abraçados, ainda colados de suor e gozo, mas sorrindo como nunca.
Assim que entraram no quarto da pousada, caíram na cama e dormiram pesadamente até as 4 da tarde.
Quando acordaram, o silêncio era total. Apenas o som distante do mar. Flávia se enroscou em Douglas, beijando-o devagar.
— Eu te amo, meu corno safado.
Ele sorriu, acariciando o rosto dela.
— Eu também te amo, minha Dadinha… minha rainha.
Passaram a tarde deitados, sem pressa, revivendo cada cena em sussurros, rindo e se beijando, cada vez mais apaixonados, cada vez mais cúmplices — já sem volta.