Entrei minutos depois. A porta tinha vidro fumê, quem passava só via sombra, mas dentro a tensão era clara. O financeiro já tinha trancado e tirado o cinto.
— Vamos ver se você trabalha bem de verdade — ele disse, abrindo minha calça.
Eu mal tinha começado a chupar ele quando o supervisor da mecânica entrou, com a cara fechada de sempre.
— Por isso você some do setor, né? — ele resmungou, mas já vinha abrindo o macacão, tirando o pau grosso e duro. — Então vou cobrar meu pedaço também.
O clima explodiu. O mecânico me virou de bruços na mesa da reunião, metendo sem dó, enquanto o financeiro socava minha boca com a rola dele, fazendo meus gemidos ficarem abafados. Do lado de fora, dava pra ouvir clientes conversando, ferramentas batendo, carros sendo testados. O risco de alguém bater na porta só deixava tudo mais sujo.
No meio da foda, a porta abriu de novo: era o cliente que estava esperando orçamento. Ele fechou rápido e ficou parado, olhando com um sorriso safado.
— É assim que vocês discutem contrato? Quero participar.
Ele tirou o paletó e já veio com o pau duro. O financeiro me segurava pela cabeça, socando minha boca; o mecânico me abria atrás, metendo forte; e o cliente enfiava a rola no meu peito, esfregando até gozar, jorrando porra no uniforme.
Meus joelhos batiam na cadeira, a mesa tremia, e do lado de fora os clientes seguiam falando com atendentes, sem imaginar que dentro da sala os três me usavam como brinquedo.
O mecânico gozou dentro de mim, segurando firme no meu ombro. O financeiro se apoiou na mesa, gozou no meu rosto e espalhou com a mão, me deixando todo melado. O cliente saiu rindo, ajeitando a calça, e ainda disse:
— Negócio fechado. Mas próxima vez quero reunião comigo desde o começo.
Quando saímos, cada um recomposto, o expediente continuava normal: carros, barulho de ferramentas e gente andando pra lá e pra cá. Só eu estava com a bunda latejando, o gosto de porra na boca e o tesão de ter sido fodido no meio da oficina lotada.