De repente, ouvi risadas baixas vindas da janela. Olhei e vi os mecânicos encostados do lado de fora, olhando por trás do vidro fumê da sala. Alguns apoiados no carro, outros encostados na parede da oficina, todos com o pau duro, alguns já começando a se tocar.
— Olha só o putinho sendo usado pelo chefe… — um deles murmurou, puxando a calça e começando a bater punheta.
Enquanto o financeiro continuava me fodendo de frente, eu sentia os olhos deles me devorando. Cada estocada era acompanhada por olhares safados, gemidos baixos e mãos se mexendo freneticamente.
— Querem participar, né? — sussurrei, sem nem conseguir parar de gemer.
Um dos mecânicos chegou mais perto da janela, apoiou o pau duro no vidro e começou a esfregar, enquanto outro gozava nas mãos, assistindo cada movimento meu. O restante começou a rir e competir: quem gozava primeiro, quem conseguia manter o ritmo sem parar, todos excitados pelo show proibido que rolava ali dentro.
Eu estava de boca cheia, sendo fodido, e ao mesmo tempo vendo os mecânicos se masturbando, cada gemido deles misturado com os meus. Era adrenalina pura, perigo e prazer intenso: se alguém passasse pela porta, todo mundo seria pego no ato.
No final, o supervisor financeiro gozou na minha garganta, enquanto eu me recompunha, suado e molhado. Do outro lado do vidro, os mecânicos ainda estavam ofegantes, alguns gozando no carro, outros com o pau ainda duro. Riram entre si, sabendo que tinham acabado de assistir o espetáculo proibido da semana.
— Semana que vem vamos repetir — gritou um deles, rindo, antes de se afastar da janela.
E eu fiquei ali, todo arrombado, usado, e com a certeza de que eles estavam me desejando ainda mais, só observando de fora.