Era o supervisor da mecânica, com a cara fechada, seguido do financeiro ajeitando os óculos. Eles pararam, me olhando de cima a baixo.
— Então é isso que você faz no expediente? — o supervisor falou, cruzando os braços.
— Não acredito… você se entregou pra oficina inteira — completou o financeiro, sorrindo cínico.
Eu não consegui responder. Só fiquei ali, ofegante, roxo de tesão e exausto. Eles se entreolharam, e o supervisor disse:
— Se deu pros meus homens, vai ter que dar conta de mim também.
Ele já abriu o macacão, tirando pra fora a rola grossa, ainda mais pesada que a dos outros mecânicos. O financeiro riu, tirando o cinto devagar:
— E eu também quero minha parte.
O supervisor me puxou pelo braço, me jogando de quatro no chão do vestiário. Ainda melado de porra, senti quando ele enfiou de uma vez, fundo, sem dó. Eu gemi alto, a bunda já acostumada de tanto que tinha sido usada, mas ainda assim ardendo.
Enquanto o mecânico me abria por trás, o financeiro veio pela frente, enfiando a pica na minha boca sem piedade.
— Engole direito, putinha — ele dizia, segurando minha cabeça com força e socando até minhas lágrimas escorrerem.
Fiquei preso entre os dois: o supervisor metendo forte na minha bunda, estapeando minha cintura, e o financeiro socando na minha boca, batendo meu rosto contra a barriga dele. O som dos estalos de pele batendo contra pele ecoava no vestiário vazio, misturado com meus gemidos abafados.
O supervisor estava sem controle.
— É isso que você gosta, né? Virar brinquedo da oficina. Vou te marcar pra nunca esquecer.
Ele metia tão fundo que meu corpo tremia, batendo contra o chão. O financeiro gozou primeiro, jorrando dentro da minha boca e me obrigando a engolir tudo. Logo depois, o supervisor cravou até o fundo e gozou dentro de mim, me enchendo ainda mais, deixando minha bunda escorrendo por fora.
Caí de cara no chão frio, melado de porra por todos os lados. Os dois me olharam, satisfeitos. O supervisor cuspiu no chão e disse:
— A partir de hoje, você é oficial da casa. Vai servir os mecânicos, vai servir a gente. E se reclamar, vai servir na frente de cliente também.
O financeiro ajeitou o cinto, deu um tapinha no meu rosto e completou:
— E amanhã o expediente começa cedo. Espero você aqui no vestiário.
Saíram, me deixando destruído, mas com o pau ainda duro, querendo mais.