No fim do expediente, fui trocar de roupa no vestiário. Ainda estava tirando a camisa quando a porta bateu atrás de mim. Entrei em choque: eram quatro mecânicos, todos suados, sujos de graxa, ainda com os macacões meio abertos. O mais velho falou:
— Então é você que anda dando pro chefe, né? Hoje vai dar pra todo mundo aqui.
Antes que eu respondesse, um já me empurrou contra o armário, segurando meu queixo e socando a língua na minha boca. Outro abaixou meu macacão, rindo do volume da minha rola dura.
— Esse cuzinho vai sair daqui arrombado.
Me jogaram no banco do vestiário. O primeiro já veio enfiando a pica na minha boca, socando até minha garganta engasgar. Enquanto eu chupava, outro já levantava minhas pernas e me comia sem dó, o pau entrando pesado, a sala ecoando com o som da foda.
O terceiro se encostou no meu rosto, esfregando o pau no meu queixo suado.
— Abre a boca, putinha, engole mais um.
E assim fiquei, sendo fodido por trás, chupando na frente e batendo punheta no outro. Eles se revezavam, um gozava e o próximo já vinha duro, pronto pra meter. O cheiro de suor, graxa e porra dominava o vestiário, as paredes ecoando nossos gemidos.
Em certo momento, me colocaram de quatro no chão, todos em volta. Um metendo na minha boca, outro na minha bunda, outro esfregando a rola no meu peito, outro batendo punheta olhando a cena. Eu era deles, brinquedo de oficina, cada um me usando como quisesse.
— Engole tudo, putinha do vestiário — um deles disse, gozando direto na minha cara. Logo em seguida, outro gozou dentro de mim, outro na minha boca e outro no meu peito, me deixando lambuzado, melado de porra, arrombado e sem fôlego.
Saíram rindo, batendo nas minhas costas como se fosse coisa de homem.
— Agora é oficial, moleque. Você não é funcionário, é propriedade da oficina.
Fiquei ali deitado no chão frio, o corpo inteiro latejando, a bunda escorrendo porra, sabendo que aquilo não ia parar por ali.
Votado. Nada melhor do que ser arregaçado, sem dó, por vários machos roludos ao mesmo tempo, até terminar todo arrombado, cuspido, esporrado e mijado por eles, que é como eles marcam sua propriedade. A dor e a humilhação fazem parte quem mandou querer dar, agora pode gemer, gritar, chorar e sangrar, mas aguente tudo e peça mais. Comigo era sempre assim e eu adorava, viciei, não tem nada melhor...