No meio da manhã, a recepcionista veio até mim:
— O diretor quer te ver na sala dele. Agora.
Meu coração disparou. Fui andando, nervoso, e quando entrei na sala, ele estava sentado na poltrona de couro, olhando sério para a tela do computador. No monitor, pausado, estava o vídeo das câmeras de segurança: eu sendo arrombado pelos mecânicos no vestiário.
Engoli seco.
— D-diretor, eu posso explicar…
Ele levantou a mão, mandando eu calar a boca. Apertou o play. Na tela, meu corpo aparecia de quatro, sendo rodado por todos. O diretor sorria de canto enquanto assistia.
— Você… é bem mais safado do que eu pensei.
Ele se levantou, veio até mim devagar.
— Sabe o que acontece com funcionário que se comporta assim? — falou, chegando perto, até colar o corpo dele no meu. Eu sentia o volume pesado pressionando minha barriga.
Me empurrou contra a mesa, derrubando papéis, e segurou firme no meu queixo.
— Agora você vai servir ao diretor também. Quero ver essa boca trabalhar.
Sem demora, ele abriu a calça, tirou o pau grosso, já meio duro, e socou na minha boca. Segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a foder minha garganta, me fazendo babar, engasgar, lágrimas escorrendo.
— Isso… engole tudo, putinha da oficina. Agora é minha.
Me colocou de joelhos no carpete e enfiava cada vez mais fundo, enquanto esfregava a pica molhada no meu rosto todo. Eu estava entregue, gemendo baixo.
De repente, ele me levantou, me virou de costas e abaixou meu uniforme até o meio das pernas. Sem nem cuspir, meteu de uma vez, fundo, a mesa rangendo com a força das estocadas.
— O que os mecânicos fizeram ontem foi só o aquecimento. Agora você vai aprender a servir de verdade.
Eu gemia alto, o pau dele socando pesado dentro de mim, as bolas batendo na minha bunda. Ele me puxava pelos cabelos, me fazendo olhar pro reflexo no vidro da sala — eu, sendo fodido pelo diretor como um brinquedo.
— Vai ser assim todo dia… vou assistir as câmeras e, quando eu quiser, vou te chamar aqui. Você agora é o entretenimento da diretoria.
Ele socou fundo mais algumas vezes e gozou dentro de mim, segurando firme meu quadril. Quando tirou, a porra escorreu pela minha coxa, manchando o carpete.
Ele se arrumou, ajeitou a gravata e disse:
— Agora volte pro trabalho… como se nada tivesse acontecido. E não ouse limpar isso aí. Quero você andando pela oficina melado de mim.
Saí da sala com as pernas bambas, a bunda escorrendo, e a certeza de que minha vida dentro daquela empresa nunca mais seria a mesma.