Por ciúmes da minha esposa novinha acabei virando mulherzinha de outro homem - 1

Letícia era o tipo de mulher que fazia a vida parecer uma aventura e, ao mesmo tempo, uma recompensa. Aos 33 anos, com seu 1,64m de pura disciplina, ela carregava 75kg que eram pura escultura. Esqueça a fofura. O branco leitoso de sua pele servia de tela para os contornos definidos das pernas, trabalhadas a ferro e quilometragem. Aquelas coxas fortes, brancas, contornadas, eram o meu pecado e o meu orgulho. Ela tinha a delicadeza de um rosto de menina, emoldurado por cabelos pretos e olhos castanhos escuros que vidravam quem a olhava, mas o gênio era forte, inflexível. Era a combinação perfeita para mim, o homem de 47 anos, 1,85m e 94kg, que sempre se gabou de ser tão ativo e "safado" quanto ela. Éramos explosivos na cama, e a vida, por três anos, foi um motor de luxo, prazer e cumplicidade.

Mas motores de luxo precisam de combustível caro. E eu o perdi.

O dia em que a empresa me desligou foi o dia em que o eixo do meu mundo se partiu. O dinheiro secou em dois meses. O luxo que a Letícia amava, os mimos, os restaurantes, a segurança invisível da minha carteira, tudo ruiu. Junto com o saldo bancário, veio a minha autoestima. Larguei a academia, o espelho virou inimigo, a libido se apagou. Eu mergulhei numa depressão silenciosa, transformando-me no tipo de peso que um motor V8 não consegue carregar.

Letícia, com a pensão dos filhos e seu próprio trabalho, não desmoronou. Ela se virou. Mas a impaciência dela comigo começou a ser medida em minutos de atraso. O tempo na academia, que já era uma religião, tornou-se uma fuga. Das 18h00, o horário de chegada escorregou para as 19h00, depois para as 19h30. "O treino aumentou, bobagem de coach", ela dizia, com uma frieza profissional que era nova, mas seu corpo, aquele sim, continuava aprimorando a obra-prima.

Consegui um novo trabalho para pagar as contas, ganhava menos mas de imediato iria me ajudar, so que era fora da cidade, na empresa agrícola veio como uma tábua de salvação, mas com o preço da distância: de segunda a sexta na sede rural, só voltando para a cidade nos fins de semana. Um mês se passou nessa rotina de trabalho duro, focado em reerguer o que eu havia derrubado, enquanto Letícia parecia se dedicar a uma ascensão paralela.

As redes sociais eram a minha única janela. A cada postagem, a cada story com suas roupas de academia que pareciam ter diminuído mais uma vez, um alfinete perfurava a minha cismas. E então, o sinal mais claro: a foto. A minha foto, que era fixa no perfil dela, sumiu. Trocada por nada. Um vazio que gritava a palavra: corno.

O feriado da quinta-feira chegou, e com ele a ironia do destino. Um erro de escala. Todos foram para casa emendar o feriado. Naquele vasto e silencioso complexo rural, restamos apenas dois no alojamento: eu e Tomaz.

Tomaz, 55 anos, um armário parrudo, cheio de pelos e calado. Era daqueles homens que pareciam moldados para o trabalho braçal e o silêncio. A lenda da fazenda era que ele “não perdoava nada”, uma brincadeira de mau gosto que os colegas soltaram enquanto partiam: "Se cuida, ou ele cuida de você." Eu ri na hora, mas a piada ficou suspensa no ar gelado da solidão.

Na noite de quarta-feira, enquanto o silêncio da fazenda se tornava ensurdecedor, eu estava deitado, consumido pelo meu ciúme digital. Tentei ligar para Letícia. Nada. Mandei mensagem. Offline. O pânico e a raiva se materializaram quando vi o story: ela e um rapaz fortão, mais ou menos da idade dela, ambos fazendo pose para o espelho. Um sorriso que eu conhecia. Uma intimidade que era nova.

Levantei da cama com um rugido abafado, o sangue fervendo. Foi quando a voz grave e inesperada de Tomaz cortou a escuridão.

"Esquenta não, chefia. Mulher é assim mesmo."

Ele estava sentado na ponta da cama dele, na penumbra. O cinismo na voz era palpável.

"Você fala tanto dela, se gaba da novinha que tem, mas mulher assim é igual melancia: ninguém come sozinho."

Eu fiquei puto. A raiva mudou de foco, temporariamente. O que esse velho estava falando? Ignorei-o e voltei a encarar o celular. A foto. O sorriso. A falta de resposta.

Aproximadamente às 21h00, levantei para ir ao banheiro. O silêncio era tão absoluto que eu podia ouvir o zumbido das lâmpadas distantes. Cheguei ao banheiro comum, acendi a luz. E o vi.

Tomaz, o homem calado e sério, o brutamontes da fazenda, estava ali, as calças na altura dos joelhos, a mão firme em seu membro, os olhos fechados em um prazer bruto e solitário. Ele me notou. Abriu os olhos, sem demonstrar nem um pingo de constrangimento, e sorriu com aquele seu sorriso desdentado.

"Oh, isso é lugar?" Minha voz saiu aguda, a raiva do Tomaz misturada à frustração da Letícia.

"Claro", ele respondeu com a voz rouca. "Gostou?"

"Sai fora." Eu me virei, o estômago embrulhado, e voltei para a cama, tentando ignorar a imagem e o calor daquele lugar.

Poucos minutos depois, Tomaz chegou à minha cama. Ele estava só de cueca, a pele grossa e peluda, e começou a puxar assunto fiado, sobre o trabalho, sobre o feriado. Mas o papo logo desceu para o assunto principal.

"Não fica triste", ele sussurrou, a voz surpreendentemente suave. "Você precisa arrumar umas putas pra se vingar. Pra não ficar se sentindo pequeno."

Ele se afastou e voltou com duas doses de conhaque, escuras e perfumadas, em copos de plástico.

"Bebe. Isso ajuda a esquecer."

Bebemos. A primeira dose desceu queimando. A segunda me deixou tonto, o veneno do ciúme e a amargura da humilhação se misturando ao calor do álcool.

E então, sem aviso, a mão grossa de Tomaz pousou na minha coxa, sobre a calça do pijama. Um toque leve, mas firme. Eu o olhei. Seus olhos castanhos brilhavam, não mais com cinismo, mas com uma expectativa antiga. Eu notei o volume em sua cueca. Grande. Duro.

Aquele era o meu momento de sair. De levantar e dizer não. Mas o álcool era um anestésico perfeito para a dor da traição. E por baixo da minha vergonha e depressão, a parte "safada" de mim, aquela que Letícia havia despertado e nutrido por três anos, estava ainda viva. E curiosa.

Sem que eu percebesse, eu estava entregue ao seu toque. A mão de Tomaz subiu pela minha perna, passou pela minha barriga, e parou no lugar que a minha libido deprimida tinha esquecido: o meu membro, que já estava duro.

O senhor sorriu, tirou a cueca de uma vez, e se aproximou. Meu corpo disse "não", mas o conhaque, a humilhação e o abandono de Letícia tinham me desarmado. Meu corpo cedeu.

Ele era gentil. Mas sua intenção era clara. Eu senti seu volume quente e pulsante próximo ao meu rosto, e sua mão firme, mas gentil, me guiou.

O conhaque silenciou a voz da razão, mas não a voz da raiva. Cada toque, cada movimento, não era um ato de prazer, mas uma bofetada silenciosa em Letícia. A humilhação de ser trocado por um "rapaz fortão" precisava de uma resposta imediata, visceral e autodestrutiva. Tomaz era a materialização da minha queda, o extremo oposto da vida limpa e luxuosa que Letícia representava.

O cheiro dele era uma mistura de suor seco, terra da fazenda e a doçura forte do conhaque, algo brutalmente masculino e sem verniz. Não havia a pele macia, o perfume caro, as unhas bem-feitas que eu estava acostumado. Havia aspereza, pelos grisalhos e a força do trabalho de décadas. E era exatamente essa diferença que me prendia. Era um desespero por algo real, por algo que me fizesse sentir vivo e, acima de tudo, igual. Se ela podia quebrar as regras em um lugar cheio de luz, eu faria o mesmo no escuro, na lama, com o homem que era a própria lenda suja do alojamento.

Eu estava de joelhos, ou melhor, fui gentilmente conduzido. A escuridão era uma cúmplice, mas não era total. A luz fraca do corredor filtrava-se sob a porta, iluminando apenas os volumes essenciais. O calor era imediato, intenso, a força daquele homem contra a fragilidade da minha recusa. Eu não resisti por convicção, mas por um vestígio de honra que se desfazia. Mas a honra perdeu para a vingança e, de forma confusa, para um tipo de alívio.

Abri minha boca e ele introduziu seu pau na minha virgem boquinha, ele socou tudo, tentei tomar o controle, mas ele era bruto demais, segurando meus cabelos me dominou e socou la no fundo, quando viu que eu estava entregue, tirou o pau da minha boca, deitou na cama e mandou eu chupar, nem argumentei nem nada, apenas fiquei do joelhos no colchão e comecei a chupar, nessa hora eu consegui fazer o que queria, lambendo, sugando, beijando, babando, até receber o primeiro tapa na cara.

Isso minha putinha, chupa seu homem gostoso.

Eu lambia tudo com fome com desejo, jamais imaginei isso, quanto mais nessa altura da vida, mas eu chupava com tanta vontade e desejo, meu cacete duro feito pedra e eu com um pau veiudo na boca.

O toque de Tomaz em minha pele era de alguém que sabia o que estava fazendo, de alguém que não tinha pudores nem pressa. Seus dedos eram duros e ásperos, mas a manipulação era precisa. Ele me moveu com uma segurança que eu tinha perdido. O homem que eu ignorara e que zombara de mim agora me segurava e me guiava para um abismo que, de repente, parecia menos doloroso do que a solidão na minha própria cama.

Ele foi me puxando para que eu ficasse com a bundinha ao seu alcance, ele dava tapas, me chamando de vadia safada, cuspia nos dedos e me penetrava.

O mundo girava, o conhaque queimava na garganta, e o único som era a minha respiração pesada e a dele, um ritmo lento e controlado. Minha mente gritava que era errado, que era um erro irreparável, mas meu corpo, aquele corpo de 47 anos que tinha se sentido inútil e feio por dois meses, estava respondendo. Estava ativo. Estava duro. E estava sendo observado, desejado, não pela beleza, mas pela vulnerabilidade.

Tomaz me virou. A sensação da minha pele nua contra o colchão velho e áspero do alojamento era uma punição, e eu a aceitei. Eu senti a vergonha misturada com uma urgência quase infantil de ser cuidado, de ser dominado por alguém que não me via como um peso financeiro, mas apenas como um corpo disponível. Ele deitou sobre mim, beijando minhas costas, mordendo meus ombros, minha nuca, seu cacete no meu rego, eu rebolando e ele sempre me lembrando que eu era a putinha dele. Logo sinto sua lingua descendo até chegar no meu rabinho, sentia sua lingua avida dentro de mim, nossa que tesão absurdo, sem me dar conta já estava empinando a bundinha e rebolando na sua boca.

Ai que gostoso, isso que delicia, sou seu.

A partir desse momento, a cena se tornou uma torrente de sensações brutas. Ele não tinha pressa. Era um ritual de possessão, lento e deliberado. Senti o calor de seu hálito em minha pele. Cada contato era um reconhecimento, um despertar da libido adormecida, misturando a sujeira do alojamento com o puro, desesperado desejo de sentir algo, qualquer coisa, que não fosse a dor de Letícia.

Ele foi no seu armário e voltou me deu um tapa forte, mandou eu rebolar em seu dedo, senti um gel friozinho sendo massageado no meu botãozinho, eu gemi e falei com ele, nunca fiz isso. Ele riu, mas agora vai viciar e virar minha mulher.

Quando o peso de seu corpo parrudo finalmente pairou sobre mim, eu fechei os olhos. Não era Tomaz quem estava ali, mas a minha própria traição em carne e osso, punindo a mim e a Letícia simultaneamente. O atrito, a pressão, a invasão — era a violência da minha própria desgraça, um grito silencioso de desespero que não podia ser ouvido além das paredes finas do alojamento. Eu me senti violado, mas ao mesmo tempo, estranhamente… inteiro. Seu pau foi abrindo meu rabo, com força, eu não conseguia me desvencilhar, gritei abafado de dor, ele parecia um cachorro mandando eu ficar parado e aguentar que fêmea tem que aguentar, quando ele parou me disse: Já tá tudo dentro, tá vendo, sendo viadinho atoa, nossas bocas se envolviam, ele começou a bater na minha bunda apertar minha cintura, quando a dor foi embora, a onda de prazer começou a tomar conta de mim, e logo eu comecei a rebolar, esse macho surtou e começou a meter devagar, mas constante.eu enlouquecida, de tesão sentindo um prazer absurdo na bundinha, rebolando feito uma puta no cio, e tendo aquele safado em cima de mim me comendo, algo que nunca imaginei nunca na vida que faria.

Quando ele percebeu que eu já pertencia a ele, me mandou virar, nossa ao tirar o cacete do meu cuzinho senti um vazio que me fez implorar por mais rola, ao me virar ele me fala.

Agora vai virar minha puta de vez, quero que olhos nos olhos do seu homem, do seu macho, do seu comedor.

Levantou minhas pernas, e foi socando sua vara dentro do meu cuzinho guloso, ele caiu sobre mim com sua vara socando no fundo e beijando minha boca, eu retribui como se fosse uma mulher, levando vara e beijando um homem safado que estava me tratando feito puta.
Sua língua brincava dentro da minha boca e eu retribuindo, estava fora de mim, levando vara e gostando, não demorou eu comecei a tremer e gozei, gozei sem sentir, gozei mordendo a boca do meu novo homem. Ele gritava:

Isso puta goza na rola do seu macho, sim minha menininha gostosa, seu cuzinho apertado e guloso.
Mas agora vou te engravidar safada e nisso me apertou com força, me juntando ao seu corpo e apertando forte até sentir seu urro e seu pau latejar dentro do meu rabinho, caralho que delícia.

Eu sentia seu leite enchendo meu cuzinho, nossa que tesão, que coisa linda. Só percebi que ele apagou dentro de mim, e eu dando pequenas reboladinhas ainda aproveitando seu pau amolecendo até que saiu. Ele caiu de lado e começou a roncar.

Eu também.

Tudo acabou tão abruptamente quanto começou. O silêncio voltou, quebrado apenas pela minha respiração ofegante. T

O que eu fiz?

Eu tinha buscado vingança, mas encontrei apenas uma rola. Olhei para o relógio e vi que haviam se passado quase uma hora dando a bundinha. E foi maravilhoso.

Adormecemos e quando acordei ele não estava mais ao meu lado, coloquei os dedos na bundinha, estava ardendo e cheio de porra. E agora, o que faço?

Foto 1 do Conto erotico: Por ciúmes da minha esposa novinha acabei virando mulherzinha de outro homem - 1

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Comentários


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bikzdsigilorj Comentou em 01/12/2025

Que tesão

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alda Comentou em 22/11/2025

Eita muito bom seu conto, mas convenhamos merece continuação.

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edumanso Comentou em 17/11/2025

Caralho que delicia !!!

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Comentou em 17/11/2025

Nossa que delicia de conto ,,,

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renanninfo Comentou em 16/11/2025

Nossa, que conto excelente! Ansioso pela continuação!!

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lima9 Comentou em 15/11/2025

Nossa q conto delicioso, o q vc faz, da pra ele de novo porque é bom demais

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ksn57 Comentou em 15/11/2025

Votado ! ( E agora, o que faço?) Pede outra dose, que já vais gostar mais...

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sex-addict Comentou em 15/11/2025

Eu comia esse rabo também com força

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rotta10 Comentou em 15/11/2025

Delícia

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rotta10 Comentou em 15/11/2025

Maravilha adorei

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gerald1974 Comentou em 15/11/2025

Dlc. Se. Solta, vai perceber que as x ser putinha é TD de bom. Ainda quero dar meu cuzinho p um roludo de verdade.kkkk




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Por ciúmes da minha esposa novinha acabei virando mulherzinha de outro homem - 1

Codigo do conto:
247197

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
15/11/2025

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11

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