Estou louca para dar para o pai da minha amiga, nossa o que faço, ele é muito gostoso.

Minha amiga Bia e eu, Lara, temos 21 anos, recém-chegadas à capital para a faculdade. Eu sou do interior, uma garota branquinha, de cabelos pretos, toda delicadinha, mignonzinha mesmo. Bia mora com o pai, que a gente ironicamente apelidou de "Tio Gostoso". Ele tem 45 anos, mas parece ter parado nos 35, com um corpo de atleta.

O pai da Bia, Ricardo, trabalha muito, um executivo charmoso que mal vemos. Mas quando ele está, é um evento. Ele malha, pedala, e aquelas pernas torneadas de ciclista eram o pesadelo de todas as meninas da minha república. Os cabelos grisalhos e a barba desenhada só aumentavam o charme, e o sorriso de cair o queixo, acompanhado daquela voz grave de homem, me faziam suspirar. "Tio, que delícia," eu pensava.
Eu até o chamava de "tio", mas sempre com uma voz arrastada, melosa, cheia de segundas intenções. Ele, um homem vivido, já devia ter percebido a minha malícia – ou ao menos a imaginava. No entanto, ele jamais deu a menor pinta para cima de mim. Além disso, ele tinha uma namorada linda, uns 30 anos, muito simpática, o que tornava meu desejo ainda mais proibido.

Naquela sexta-feira, Bia e eu saímos cedo e avisamos ao pai que dormiríamos na república. Mas a noite estava um tédio. Às duas da manhã, Bia, que tinha bebido além da conta, decidiu que voltaria para o apartamento.
"Vamos dormir na minha cama. Não aguento mais essa muvuca," ela murmurou, quase caindo.
Chegamos ao apartamento e Bia desabou na cama do seu quarto, apagando em segundos. Eu fiquei na sala, mexendo no celular, sem conseguir dormir, aproveitando a paz daquele apartamento de luxo.
Foi então que ouvi a chave girar na porta. Olhei para o relógio: quase três da manhã. Escutei risadas baixas, respirações ofegantes, e a voz grave dele, inconfundível. Ele e a namorada haviam chegado.
Eu me encolhi no canto do quarto da Bia, paralisada.
Os sons aumentaram. Eu ouvi gemidos abafados e, de repente, um tapa seco. Meu coração disparou. Eu não resisti. Lentamente, coloquei a cabeça para fora da porta.

O que eu vi me fez prender a respiração.
Eles estavam na sala, no sofá de couro. A namorada estava com as pernas para cima, enroladas na cintura dele, e ele estava completamente nu.
A visão daquele homem, o Tio Ricardo da Bia, em plena ação, era linda demais. Seu corpo malhado estava suado sob a luz fraca. Ele estava socando com vontade, metendo com uma força e profundidade que faziam o sofá ranger. A cabeça dele estava curvada, apertando o pescoço dela com uma mão, controlando-a.
Ela gemia, mas não de dor, e sim de puro prazer, pedindo mais e mais. O ritmo era implacável. Eu assistia, meu ar sumindo, sentindo a calcinha molhar instantaneamente. Eu estava ensopada, meu clitóris latejando. Olhei para trás e vi Bia dormindo profundamente, alheia ao espetáculo a metros de distância.
Então, a namorada levando rola, sem parar, sendo enforcada, adorando e gemendo, era cada estalo eu ficava imaginando como ela aguentava ele fudendo daquele jeito, socando, metendo urrando até que ela gozou alucinadamente, um grito prolongado e abafado. Ele não parou. Continuou metendo, forte, furioso, até que ele também gozou, urrando um gemido gutural que ecoou na sala. Ela estava com as unhas cravadas nas costas dele, riscando a pele.
Quando ele saiu de cima dela, ela, safada e submissa, caiu de boca em seu membro. Foi aí que tive a visão completa: o cacete lindo dele, cabeçudo, duro, melado de porra, sendo chupado vorazmente, ela lambia, rebolava, ele puxava seu cabelo e socava seu cacete até a garganta dela que tirava tentando respirar e voltava a chupar novamente, até deixar tudo limpinho.
Eles se levantaram e foram para o quarto dele. Eu vi na penumbra aquele mastro ereto balançando enquanto ele caminhava. A visão final, crua e poderosa, foi demais para mim. Eu estava esfregando minha bucetinha com força debaixo da calcinha e acabei gozando, tapando a boca com as duas mãos para não gritar.

Era sabado cedo Acordei mais cedo que Bia, com a buceta latejando de tanto que eu a esfreguei na noite anterior. O desejo por ele era uma doença. Eu nem me importava com a amizade com a Bia; eu só queria sentir aquele macho dentro de mim. Nunca tive nenhum safado que me comesse daquele jeito, naquela intensidade, quero me sentir fêmea e esses meninos não sabem fazer isso, falta atitude.

Peguei um shortinho bem curto da Bia, que mal cobria minha polpa. Minha bundinha estava toda lisinha, mostrando até as polpinhas ao menor movimento. Fui para a cozinha fazer café, na esperança de que ele aparecesse.

Não demorou.

Ricardo veio da parte dos quartos, vestindo apenas um short de malhar cinza. A camiseta estava aberta, e o volume que balançava sob o tecido fino chamava a atenção.

Lara (21): "Bom dia, Tio Ricardo," eu disse, com a voz um pouco mais arrastada do que o normal, inclinando-me para pegar a água.

Ele parou, assustado.

Ricardo (45): "Bom... dia? Ah, Lara, o que faz aqui? Pensei que estivesse na sua república."

Lara: "A noite estava chata demais, Tio. E a Bia bebeu umas a mais. Viemos dormir aqui."

Ele engoliu em seco. "Ah, entendi. É que... Eu, a... a Juliana e eu... chegamos tarde. Achei que o apartamento estivesse vazio." (Ele estava claramente encabulado, e eu amei isso.)

Eu me sentei à mesa da bancada, puxei uma cadeira e, num movimento lento, coloquei meus pés descalços sobre a beirada do assento, bem na frente dele. Minhas pernas, brancas e torneadas, ficaram à mostra. Comecei a alisar o peito do meu pé, lentamente, com a ponta dos dedos, olhando-o nos olhos.

Lara: "Eu ouvi. O senhor e a Tia Juliana estavam se divertindo bastante. A Bia apagou, nem notou." Eu dei uma pausa dramática. "Na verdade, Tio Ricardo, foi impossível não notar. Que agitação naquela sala ontem à noite! Juro que pensei em bater na porta e oferecer um copo d'água, de tanto que o sofá gemia."

O rosto de Ricardo ficou vermelho. Ele pegou a caneca de café, as mãos levemente tremendo.

Ricardo: (Com a voz mais grave e baixa) "Lara, por favor... isso... isso não é assunto para a gente. Fui descuidado, me desculpe."

Lara: (Sorri, deslizando a mão pelo tornozelo, sem tirar os olhos dele) "Não precisa se desculpar, Tio. Eu achei... inspirador. E a propósito, o shortinho cinza fica ótimo no senhor." Mas sério adorei o show, nunca fiz desse jeito, nossa fiquei sem ar.

Ele parou de mexer o café. A vergonha de um segundo atrás sumiu, substituída por um olhar faminto. Ele deu um passo em minha direção, apoiando as mãos na bancada. Eu podia sentir o calor de seu corpo.

Ricardo: (Quase sussurrando, olhando para os meus lábios e descendo para minhas pernas) "Olha só, magricela... Fica tranquila. O que aconteceu na sala vira um segredinho só nosso.?" Ele deu um sorriso lento, predador, enquanto seus olhos subiam e desciam pelo meu corpo. "E a propósito... adorei saber que gostou" Alisou meus pés, eu gemi baixinho.

Ele se afastou rápido, se serviu de mais café e saiu da cozinha. Eu fiquei ali, ofegante, sentindo o pulso vibrar em cada parte do meu corpo. Ele me viu, ele sabe que eu vi, e ele gostou. O plano estava oficialmente em curso.

Eu precisava de um plano. Eu precisava me preparar para dar para ele, mas ainda não sabia como. A única certeza era que, antes que a semana acabasse, eu estaria com a bunda empinada para o Tio Ricardo.

me ajudem como fazer, o que posso dar de desculpa, será que ele vai querer?

Foto 1 do Conto erotico: Estou louca para dar para o pai da minha amiga, nossa o que faço, ele é muito gostoso.

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Comentários


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klavfarbr Comentou em 24/11/2025

E ae? Deu para ele? Tem de dar tudo para ele! A xotinha e a bundinha!




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Estou louca para dar para o pai da minha amiga, nossa o que faço, ele é muito gostoso.

Codigo do conto:
247814

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
24/11/2025

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