Vendedor de Consórcio Hetero acabou perdendo o celo da bundinha

Eu sou Marcos, tenho 43 anos, e minha vida se resume a vender consórcios. É um trabalho de rua, de pressão, e muitas vezes me pego batendo de porta em porta ou visitando clientes em suas casas para fechar negócios. Este mês, a pressão estava altíssima. Foi nesse cenário de desespero por metas que eu acabei aceitando um convite inusitado, que me levou a reviver um passado que eu achava enterrado.

Eu estava de saída do escritório de um cliente, quando um rapaz de uns 45 anos se aproximou. Ele tinha um jeito levemente afeminado, mas com uma confiança inegável.

**Ariel (45):** "Com licença. Ouvi sua conversa. Eu quero comprar, mas não tenho tempo de conversar agora. Você poderia ir à minha casa na quinta à tarde? Por volta das sete?"

Eu fiquei desconfiado na hora. O jeito dele, o convite para a casa... mas eu precisava desesperadamente da comissão. Engoli a desconfiança e aceitei.

Cheguei à casa dele na quinta-feira, por volta das 19h. Eu estava exausto, trabalhei o dia inteiro, e confesso que cheguei até um pouco irritado. Mas profissionalismo é tudo. O apartamento era elegante, de alto padrão.

Ariel me recebeu muito bem. Ele estava recém-saído do banho, vestindo uma camiseta justa e um short florido. Eu tive a certeza: ele era gay. Mas que se dane. Eu queria era o dinheiro dele.

Expliquei os planos de consórcio que eu tinha. Para minha surpresa, o cara realmente estava interessado. Ele fez perguntas técnicas e, no final, fechou **quatro contratos**. Aquele alívio! Eu estava sorridente, feliz pra caramba.

**Ariel:** (Com um sorriso genuíno e malicioso) "Quatro contratos! Isso merece uma comemoração, Marcos. Saúde à nossa parceria!"

Ele abriu duas cervejas geladas. A maldade logo veio à minha mente: "O cara vai querer que eu foda ele." Mas tentei ficar na minha. Ele era muito animado, e tinha uma conversa boa demais.

**Marcos (43):** (Com um sorriso genuíno) "Nossa, Ariel, muito obrigado. Salvou meu mês! Saúde!"

**Ariel:** "Saúde, Marcos! Agora, relaxa. Sua casa é muito legal, aliás."

**Marcos:** "E estava. O dia foi corrido. Mas você fez a diferença. E você, Ariel? O coração está ocupado?"

**Ariel:** "Eu vivo. E meu coração... bom, ele é bem espaçoso. Gosta de novidades. E você, Marcos? Sou casado, sim, há muitos anos. Mas a patroa tá foda. Rotina, estresse... a gente se contenta com a cerveja gelada no fim do dia."

Ariel se inclinou ligeiramente, e o papo leve acabou. Ele pousou a mão na minha coxa, logo acima do joelho, onde a calça social estava apertada. Eu senti um choque elétrico. Eu não neguei.

**Ariel:** (Com a voz mais baixa e rouca) "Você está tenso de novo. A gente resolveu seu problema financeiro... agora podemos cuidar da outra tensão, não é?"

Ariel retirou a mão da minha coxa e, em um movimento ousado, pegou minha mão direita e a levou diretamente para o volume visível em seu short florido.

**Ariel:** "Sinta isso, Marcos. Estou duro desde que você entrou aqui. Bate uma para mim. Eu quero ver sua cara de prazer enquanto faz isso."

O cacete de Ariel era grosso e pulsante sob o tecido fino do short. Eu apertei a mão ao redor do membro, por cima do short, e comecei a massagear devagar.

**Marcos:** "Eu... eu não devia estar fazendo isso..."

**Ariel:** (Gemeu baixinho) "Não. Você devia. Continua. Me mostra que o *macho* que tem medo da patroa ainda tem atitude."

Eu acelerei o ritmo, sentindo a ereção dele crescer. Ariel não esperou. Ele soltou minha mão, agarrou minha cabeça com as duas mãos e a puxou com força, derrubando o resto de cerveja.

**Ariel:** "Agora, isso aqui não vai para a sua mão. Vai para sua boca, Marcos. Eu quero sentir sua garganta. Põe para dentro. Engole tudo."

Eu não tive tempo de raciocinar. Ariel puxava meu cabelo, guiando-me. O cacete grosso e quente atingiu minha boca, a cabeça dura forçando a passagem. Eu estava engasgando, mas a mão dele em minha nuca me impedia de recuar.

Nossa, eu estava extasiado com isso, lambia e chupava. Ele segurava minha cabeça e, às vezes, movimentava a cintura como se estivesse me fudendo. Quando dei por mim, estava ajoelhado entre as pernas dele, lambendo, chupando e sendo a puta daquele macho.

**Ariel:** "Nossa cara, você chupa gostoso demais. Caralho! Deve ser profissional, que vadia gostosa!"

Eu subi a boquinha e falei que não, era minha primeira vez.

**Ariel:** "Você nunca deu?"

**Marcos:** "Não."

**Ariel:** "Ótimo, vamos resolver isso hoje. Tira sua roupa, vamos tomar um banho?"

Eu comecei a bater o arrependimento do que estava fazendo, e falei que precisava ir.

**Ariel:** "Não, fica, por favor." Ele veio me ajudar a tirar a roupa, ficamos pelados, nos roçando e ele me puxando para o banheiro.

O banheiro era lindo, grande. Entramos dentro da ducha. Ele me virou de costas e começou a me dar um banho. Quando começou a me ensaboar as costas, a bundinha, seu dedinho brincando na minha entrada, eu estava de olhos fechados e me perdendo no tesão que ele estava me deixando. Eu gemia e empinava, implorando.

Quando ele percebeu que eu era totalmente dele, desligou o chuveiro, e fomos para a cama. Ele tirou a colcha, e começamos a nos beijar. Ele mordia meu pescoço, meu peito e seus dedos sempre alisando meu cuzinho. Eu rebolava e gemia.

Então ele me virou de bruços, deitou em cima de mim, massageando, dando tapinhas nas minhas nádegas e roçando seu cacete duro em mim. Ele se afastou, lambeu os dedos, cuspiu na mão, lambeu as nádegas e forçou o dedo indicador na minha entrada, me abrindo devagar.

**Ariel:** "Relaxe, vadia. Abre para o seu macho."

Ele tirou o dedo. Senti o calor da rola dele. Ele empurrou a cabeça do cacete. A dor era gigante, mas ele insistiu.

**Ariel:** "Aguenta, Marcos! Você está rompendo seu selo de hetero. Agora vai ser minha mulherzinha safada."

Ele levantou, tirando o cacete, deixando um vazio. Foi até o criado-mudo, pegou KY, despejou na minha *buninha*, lambuzou o cacete e foi colocando novamente.

**Ariel:** "Nossa, Marcos, nem acredito que tirei seu cabacinho, que delícia, agora vou te foder com vontade."

E começou a meter, devagar, mas cadenciado, mordendo minha orelha, meu pescoço. Eu rebolava sem parar até que, uns bons minutos, ele me puxa, me colocando de quatro. Puxando meu cabelo e batendo na minha bunda, começou a socar até me encher de leite.

Eu nem lembrei de camisinha, mas rebolando e pedindo mais e mais, até que ele, urrando, me encheu de porra e eu gozei junto. Ele caiu em cima de mim.

Nossa, depois disso eu estava em transe. Foi bom demais. Ficamos namorando na cama, mas eu precisava ir embora.

**Ariel:** (Beijando minha testa) "Eu sei, meu amor. Mas o consórcio não acabou aqui. Tenho uns amigos que se reúnem aqui no sábado. Gente rica."

Ele apertou minha bunda.

**Ariel:** "Se você 'trabalhasse' nos finais de semana, meu bem, poderíamos 'fechar mais vendas'. Eles adorariam ter o seu 'atendimento personalizado'."

Eu entendi. Eu tinha que voltar para a minha esposa, mas a perspectiva me deixou feliz demais.

**Marcos:** "Eu... eu trabalho nos finais de semana, Ariel. Seus amigos podem contar com o meu profissionalismo."

**Ariel:** "Sabia que diria isso, *vadia*. Sábado, às nove. Mando o endereço. Agora vá, antes que sua patroa sinta falta do cheiro de consórcio."

Eu saí do apartamento sentindo-me leve e feliz demais. Eu mal podia esperar pelo sábado.

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Comentários


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engmen Comentou em 04/12/2025

Uma negociação que abriu deliciosas novas oportunidades. Bom conto.

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maduroativo Comentou em 25/11/2025

Que bunda deliciosa!

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rotta10 Comentou em 25/11/2025

Uaaallll maravilhosa




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Ficha do conto

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esposaaventureira

Nome do conto:
Vendedor de Consórcio Hetero acabou perdendo o celo da bundinha

Codigo do conto:
247875

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
25/11/2025

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9

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