Confissão de uma esposa tímida, Primeira experiência em casa de Swing - Parte 5

O sábado chegou com uma ansiedade que eu nunca havia sentido antes. Passamos o dia em um silêncio cúmplice, trocando olhares que diziam tudo. Eu preparei meu figurino para a guerra: um vestido de tiras de couro sintético que mal cobria o essencial, deixando minhas curvas de 1,60m em total evidência. Lucas, por sua vez, estava impecável, mas o tremor em suas mãos ao ajustar a gravata revelava o medo e o desejo que lutavam dentro dele.

O ar dentro do carro parecia ter acabado. Eu sentia meu peito subir e descer rapidamente, e o cetim verde — ou as tiras de couro que escolhi para aquela noite de estreia — roçava na minha pele, enviando choques elétricos para o meu clitóris que já latejava. Eu não era mais a Beatriz contida; eu era uma mulher possuída por uma fome que anos de casamento morno haviam mascarado. O "treinamento" do Lucas fora um sucesso, mas o meu próprio despertar era o que realmente me assustava e me excitava.

Eu olhava para os prédios passando pela janela e só conseguia imaginar mãos. Dezenas de mãos. Mãos de homens que eu nunca vi, apertando minha carne alva, explorando minhas curvas de 1,60m, enquanto meu marido assistia a tudo, impotente diante da minha sede. O desejo de dar para vários desconhecidos, de ser o centro das atenções de uma matilha de lobos, estava prestes a se tornar a minha realidade física.

Ao estacionarmos na frente do clube, o letreiro discreto parecia brilhar com uma promessa proibida. Lucas desligou o motor, mas não saiu de imediato. Ele apertou o volante com tanta força que os nós dos seus dedos ficaram brancos. Ele sabia que, assim que cruzássemos aquela porta, o conceito de "minha mulher" mudaria para sempre. Eu seria de todos.

— Você está pronta, Bia? — ele perguntou, a voz saindo num fio, carregada de uma hesitação que eu não podia permitir.

Eu me inclinei para o lado dele, deslizando minha mão pela sua coxa até sentir o volume rígido que ele tentava esconder. Olhei fixamente nos seus olhos, com o olhar mais devasso que já consegui imprimir na face.

— Eu nunca estive tão pronta, Lucas. Eu quero que você me veja ser usada. Eu quero que você sinta o orgulho e a dor de ver outros homens descobrindo cada segredo do meu corpo. Vamos... eu não aguento mais esperar.

Saímos do carro e caminhamos até a recepção. O som abafado de um som grave e envolvente vinha de dentro, como o batimento cardíaco de um gigante. Assim que as portas se abriram e o ar condicionado misturado a perfumes caros e um odor sutil de sexo nos atingiu, eu senti minhas pernas tremerem.

O ambiente era luxuoso: luzes vermelhas, sofás de veludo e uma penumbra estratégica. No momento em que entramos, o efeito foi imediato. O salão estava cheio, mas parecia que o tempo havia parado. Os olhares masculinos convergiram para mim como se eu fosse um banquete sendo servido. Eu era a "novata", a carne fresca de rosto angelical e corpo pecaminoso que todos os veteranos ali sabiam identificar à distância.

Eu mantive o queixo erguido. Senti as mãos do Lucas na minha cintura, uma tentativa desesperada de marcar território, mas ele percebeu que ali o território era público. Homens de terno, outros apenas de camisa aberta, pararam suas conversas para me mapear. Eu conseguia sentir o peso de cada olhar na minha bunda, nos meus seios, na minha boca que ainda guardava o sabor da live da noite anterior.

Foi então que, do meio da multidão, eu os vi. Ricardo e Tati. Eles estavam impecáveis, exalando uma autoridade erótica que dominava o ambiente. Ricardo deu um passo à frente, segurando um copo de uísque, e me olhou de cima a baixo com um sorriso predatório.

— Você veio mesmo, Beatriz — ele disse, a voz abafando a música ao nosso redor. — E está ainda mais deliciosa do que naquela câmera.

Ele não cumprimentou o Lucas primeiro. Ele veio direto até mim e, diante do meu marido e de todos os presentes, colocou a mão na minha nuca e cheirou meu pescoço, deslizando a língua levemente pela minha pele. Eu fechei os olhos e soltei um gemido baixo, sentindo minha buceta ensopar instantaneamente. O show ia começar.

O ambiente no clube estava carregado, uma névoa de desejo e música baixa que parecia vibrar dentro do meu peito. Sentamos em um dos sofás de veludo vermelho, em uma área um pouco mais reservada, mas ainda visível para quem passava. O álcool começou a circular no meu sangue, relaxando meus músculos, mas incendiando meus sentidos.

Ricardo não perdeu tempo. Assim que nos acomodamos, senti sua mão grande e quente pousar na minha coxa. Ele não foi discreto; seus dedos começaram a deslizar, subindo centímetro por centímetro, explorando a textura da minha pele até chegarem bem perto da minha intimidade. Eu fechei os olhos e soltei um gemido baixo, uma nota de prazer que não fiz questão nenhuma de abafar. Eu não estava mais nem aí para o que o Lucas pensaria; naquele momento, eu queria ser consumida.

— Você está muito tensa, Beatriz... — Ricardo sussurrou no meu ouvido, enquanto seus dedos faziam um movimento circular e provocante na minha coxa interna. — Relaxa. Aproveita o que você veio buscar.

Lucas estava sentado ao meu lado, mas parecia estar a quilômetros de distância. Ele segurava o copo de uísque com tanta força que os nós dos seus dedos estavam brancos. Ele olhava para a mão do Ricardo em mim, depois para o meu rosto transfigurado, e eu via o conflito em seus olhos: a vergonha de estar ali, encabulado por ser o "marido espectador", lutando contra o tesão óbvio que o fazia não conseguir desviar o olhar.

Nesse momento, Tati se levantou. — Com licença, meninos. Vou ao banheiro retocar o batom — ela disse com um sorriso cúmplice para mim, deixando o palco livre para o que viria a seguir.

Assim que ela se afastou, Ricardo não esperou mais. Ele segurou meu rosto com as duas mãos e me beijou. Não foi um beijo de cumprimento, foi um beijo de namorado faminto, possessivo e profundo. Sua língua invadiu minha boca com uma autoridade que me fez arquear as costas no sofá. Ele explorava cada canto da minha boca enquanto sua mão, que antes estava na coxa, agora subia e apertava meu seio com força por cima do vestido.

Eu correspondia com a mesma urgência, gemendo contra os lábios dele, minhas mãos puxando o seu pescoço para que ele não parasse. Eu sentia o olhar do Lucas queimando em nós dois. Meu marido estava ali, a poucos centímetros, totalmente envergonhado e encabulado, sem saber onde enfiar a cara enquanto via outro homem devorar sua esposa com uma paixão que ele próprio já não demonstrava há muito tempo.

— Olha para ele, Beatriz — Ricardo murmurou entre os beijos, forçando minha cabeça a virar um pouco para que eu visse o Lucas. — Olha como seu marido está gostando de ver você sendo minha.

Eu olhei para o Lucas, com os lábios vermelhos e o olhar perdido de luxúria. — Você está gostando, amor? — perguntei, a voz saindo rouca. — Olha como o Ricardo me beija... olha como ele me aperta...

Lucas não respondeu, mas vi sua garganta se mexer enquanto ele engolia em seco, e sua mão desceu discretamente para o colo, tentando esconder o que a visão de nós dois estava causando nele. O jogo das aparências tinha acabado. Ali, no sofá daquele clube, eu estava deixando de ser a esposa do Lucas para me tornar o desejo de todos os homens daquela sala.

O ambiente no clube parecia ter derretido. A música pulsava nas paredes, um ritmo grave que ecoava dentro do meu baixo ventre. Quando Tati voltou do banheiro, o clima mudou de uma provocação sentada para uma ação inevitável. Ricardo, sem pedir licença ao meu marido, segurou meu pulso e me puxou para o centro da pista de dança.

Dançar com ele não era sobre ritmo, era sobre fricção. Enquanto nos movíamos sob as luzes estroboscópicas, senti o peso da sua mão descendo, puxando a bainha do meu vestido e enfiando os dedos diretamente na minha buceta. Eu soltei um grito abafado no ombro dele, sentindo o choque térmico do seu toque em contraste com o ar condicionado do clube. Eu estava encharcada.

Ricardo, num movimento audacioso de quem domina o território, puxou o decote do meu vestido para baixo, expondo meus seios para quem quisesse ver. Ele não se importou com a plateia; inclinou-se e começou a chupar meus mamilos ali mesmo, no meio da pista, enquanto seus dedos continuavam o trabalho lá embaixo. Eu estava em transe, minha cabeça pendida para trás, quando senti um corpo quente colando nas minhas costas.

Outro homem, um estranho de ombros largos e mãos pesadas, chegou por trás de mim. Senti o volume do seu pau rígido pressionando minha bunda. Em segundos, eu me tornei o sanduíche de dois machos. Ricardo na frente me devorando, e esse desconhecido atrás, segurando meu quadril com uma força que me deixou sem ar. Minhas pernas tremiam tanto que eu mal conseguia me manter em pé.

No meio desse delírio, meus olhos buscaram o sofá. O que vi foi o xeque-mate da minha moralidade. Tati estava ajoelhada entre as pernas do meu marido, chupando o cacete do Lucas com uma maestria profissional. Mas o Lucas... ele continuava tenso. Seu rosto era uma máscara de choque e confusão. Ele via sua esposa, a menina tímida que ele levou ao altar, sendo exibida e venerada por machos cafajestes que só queriam me usar como um pedaço de carne. Ele estava sem ação, paralisado pela imagem da minha transformação.

Ver a Tati chupando ele foi o meu sinal verde. Qualquer resquício de culpa ou fidelidade tradicional que ainda restava em mim evaporou naquele instante. Se ele estava recebendo prazer de outra, eu estava livre para buscar o meu em todos.

— Eu quero ser puta de macho agora! — o pensamento gritava na minha mente.

Eu me soltei completamente. Comecei a rebolar com fúria contra o estranho de trás, enquanto puxava a cabeça do Ricardo para os meus seios. Eu não era mais a esposa de ninguém. Eu era uma fêmea no cio, faminta por pau, por força bruta, por tudo o que o Lucas nunca teve coragem de me dar. Eu queria que eles me levassem para o fundo, que me rasgassem, que fizessem de mim o que quisessem. O descontrole era total e o prazer era uma dor deliciosa.

Ricardo me puxou para uma cabine

O ar na cabine era denso, saturado com o cheiro de suor, perfume masculino e o aroma inconfundível de sexo que impregnava as paredes acolchoadas. Ricardo me puxou para dentro com uma autoridade que me fez estremecer; ele sabia exatamente o que eu queria. O lugar não tinha portas trancadas, era um espaço de livre acesso onde a privacidade era apenas uma ilusão. Eu mal tive tempo de processar o ambiente antes de ser jogada contra a parede.

— Agora você vai entender o que é ser desejada de verdade, Beatriz — Ricardo rosnou, a voz baixa e carregada de uma promessa perigosa.

Ele me virou de frente para a parede e, sem qualquer hesitação, levantou meu vestido. Senti o frio do ar no meu corpo nua por um segundo antes de Ricardo me invadir com força. Ele começou a me comer ali mesmo, estocadas brutas que faziam minha cabeça bater levemente no estofado, enquanto suas mãos apertavam meus quadris como se quisesse deixar marcas permanentes.

Mas nós não estávamos sozinhos. A notícia de que a "novata da festa" estava na cabine se espalhou como fogo. Homens começaram a entrar, vultos na penumbra com paus eretos, pulsando por todos os lados. Ricardo, agindo como meu guardião e mestre de cerimônias, não se importava. Pelo contrário, ele parecia se alimentar daquela atenção.

— Com camisinha pode entrar! — ele gritava para os outros homens, a voz autoritária ecoando no cubículo. — Podem vir, mas com respeito! Ela é minha hoje, mas tem espaço para todos!

Eu estava em transe. O prazer era uma onda avassaladora que me tirava o senso de realidade. Em um movimento rápido, Ricardo me puxou pelos cabelos e me forçou a ficar de joelhos no chão da cabine. De repente, eu estava cercada por uma muralha de carne. Eu, a esposa de um executivo, estava ajoelhada no chão de um clube de swing, chupando quatro cacetes ao mesmo tempo. Minhas mãos guiavam dois deles, enquanto minha boca tentava dar conta dos outros, engolindo a dignidade e trocando-a por uma luxúria animal.

Eu parecia estar fora de mim. Não havia mais Beatriz, apenas um receptáculo de prazer. Eu gemia de forma abafada, meus olhos reviravam enquanto eu sentia o gosto e a pressão de cada um daqueles estranhos. Eu estava sendo usada como a puta de luxo que sempre sonhei em ser no meu íntimo mais sombrio.

Ricardo, vendo meu estado de entrega total, decidiu elevar o nível. Ele se posicionou atrás de mim enquanto eu ainda estava ocupada com os outros homens.

— De costas, agora! — ele ordenou.

Eu me posicionei, arqueando a coluna, e senti o Ricardo entrar no meu pau de costas, uma penetração profunda que me fez soltar um grito agudo. Enquanto ele me socava por trás com um ritmo impiedoso, eu continuava a chupar as outras rolas que se ofereciam na minha frente. Era um sanduíche de carne, um preenchimento total que não deixava espaço para pensamentos, apenas para sensações puras e brutas. Eu sentia que ia explodir a qualquer momento, e a imagem do Lucas assistindo a tudo aquilo, se é que ele tinha coragem de olhar, era o tempero final da minha completa ruína moral.

O ar na cabine estava tão saturado de testosterona e suor que cada respiração minha parecia um gole de luxúria pura. Eu já não era mais a Beatriz, a esposa do Lucas; eu era um objeto de prazer coletivo, uma engrenagem viva e pulsante no centro de uma engrenagem de carne. Ricardo, com as mãos firmes na minha cintura, ditava o ritmo da minha destruição moral com uma calma predatória. Ele me socava por trás com uma força que me jogava para frente, em direção àquela muralha de homens que aguardavam sua vez.

Eu rebolava no pau do Ricardo com um descontrole animal, sentindo cada estocada atingir o fundo da minha alma, enquanto minhas mãos e minha boca não paravam um segundo sequer. Eu estava em transe, um estado de consciência alterada onde a dor e o prazer se fundiam. Foi quando o ritmo mudou. Ricardo soltou um comando baixo, e de repente, a dinâmica de ser "usada" atingiu um nível de humilhação e glória que eu só vira nos meus sonhos mais proibidos.

Sem que eu percebesse o início, a primeira onda de calor atingiu meus seios. Um jato espesso e quente disparado por um dos desconhecidos que me assistia de perto. Logo depois, outro jato atingiu meu ombro, e então o meu rosto. Eu sentia a viscosidade escorrer pela minha pele, mas em vez de nojo, o que eu sentia era um triunfo avassalador. Eu estava sendo batizada naquele novo mundo.

— Isso, usem ela! — Ricardo gritava, incentivando os outros homens enquanto ele mesmo não parava de me possuir por trás. — Marquem essa puta! Mostrem para ela o que é o desejo de verdade!

Tapas estalados começaram a atingir minha bunda com força, deixando marcas vermelhas que ardiam e me faziam rebolar com ainda mais fúria. Meu cabelo, antes impecável, agora estava colado no rosto, encharcado por fluidos de homens que eu nem sabia o nome. Eu recebia jatos na cara, nos olhos, sentindo o cheiro forte e característico de sêmen por todos os lados. Eu estava completamente lambuzada, uma imagem de depravação absoluta sob o comando do Ricardo.

Eu gozei. Gozei de novo. E de novo. Espasmos violentos percorriam meu corpo enquanto eu era preenchida, lambuzada e humilhada. Eu era a "leitada" da noite, o troféu de carne que todos queriam marcar.

Quando Ricardo finalmente atingiu o seu ápice, ele soltou um rugido e descarregou tudo dentro de mim, me segurando com tanta força que senti que ia quebrar. O silêncio que se seguiu na cabine foi preenchido apenas pela respiração ofegante de dezenas de homens.

Foi nesse momento de exaustão e glória que meus olhos buscaram o fundo da cabine. Lá estava ele. Lucas. Meu marido.

Ele estava encostado na parede, pálido, com os olhos arregalados de quem acabara de ver sua santidade ser profanada por uma multidão. Ele vira tudo. Vira sua esposa de joelhos, vira os jatos atingirem meu rosto, vira o Ricardo me usando como um animal. Ele parecia pequeno, humilhado, um coitado diante da magnitude da minha libertinagem.

Eu me levantei com dificuldade, minhas pernas tremendo. Eu estava semi-nua, com o vestido rasgado, o corpo inteiro coberto por restos de nem sei quantos homens. O sêmen escorria pelos meus seios, pelo meu queixo, empastando meu cabelo. Eu sorri. Um sorriso largo, genuíno e radiante.

Caminhei até ele, deixando um rastro de fluidos no chão. Segurei o rosto do meu marido com as mãos ainda sujas e o puxei para um beijo profundo. Eu sentia o corpo dele tremer de choque enquanto eu o beijava, misturando a saliva dele com os restos de todos aqueles desconhecidos que ainda estavam na minha boca e na minha pele.

— Eu te amo, meu amor... — sussurrei contra os lábios dele, a voz doce e carregada de uma felicidade que beirava a loucura. — Eu te amo tanto... obrigada por me dar isso. Obrigada por me deixar ser sua puta.

O Lucas me beijava de volta, um beijo desesperado, humilhado, aceitando os restos de uma legião de machos cafajestes porque, no fundo, ele sabia que agora eu era dele de uma forma que nunca fui antes: eu era a sua criação depravada. Eu era feliz. Eu estava sorrindo. E o amor que eu sentia por ele naquele momento era a coisa mais distorcida e real que eu já experimentara.

O ambiente na cabine começou a se dispersar conforme a adrenalina baixava e o cheiro forte de sexo se assentava. Ricardo, com a calma de um predador satisfeito, limpou-se com um lenço, deu um tapinha de posse na minha bunda marcada e saiu, provavelmente para procurar Tati e ver como o "treinamento" do meu marido tinha progredido. Eu fiquei ali, sentindo o líquido frio escorrer pelas minhas pernas e o peso daquela experiência nos meus ombros.

Tentei me recompor o melhor que pude, ajeitando o vestido que agora parecia um trapo inútil sobre o meu corpo ainda vibrante. Olhei para o Lucas, que permanecia em um silêncio catatônico, e decidi que era hora de massagear o ego dele, que devia estar em frangalhos.

— Nossa, amor... — comecei, aproximando-me dele e passando a mão pelo seu peito. — A Tati... eu vi de longe. Ela te chupava gostoso demais, não é? Eu confesso que fiquei com um tesão absurdo vendo aquela cena. Tive até um pouco de inveja dela por estar sentindo o seu pau enquanto eu era usada por aqueles brutos.

Tentei dar a ele essa pequena prioridade, uma espécie de consolo para o homem que acabara de ver sua esposa ser transformada em um receptáculo coletivo. Lucas me olhou, os olhos ainda nublados por uma mistura de humilhação e desejo residual.

— Podemos ir embora, Beatriz? Por favor? — ele perguntou, a voz saindo quase como um súplica, seca e cansada.

Eu fiz uma carinha de triste, arqueando as sobrancelhas e fazendo um biquinho de quem queria ficar para mais uma rodada, mas percebi que ele estava no limite do que sua mente conservadora podia suportar naquela noite.

— Ah, amor... já? — suspirei, mas logo cedi. — Tudo bem, se você quer assim, eu aceito. Vamos.

Caminhamos pelo corredor do clube, eu com um andar levemente desequilibrado, sentindo o rastro de sêmen secar na minha pele por baixo do vestido, e ele com uma urgência quase desesperada de fugir dali. Quando chegamos ao balcão para pagar a comanda, o recepcionista — um homem jovem, de olhar atento e sorriso cínico — pegou o nosso cartão. Ele olhou para mim, notando meu cabelo desgrenhado, minha cara de alegria absoluta e os restos de maquiagem borrados.

— Pelo visto, você se divertiu muito hoje, não foi? — ele comentou, com uma voz aveludada, enquanto processava o pagamento. — Que bom. Da próxima vez que vierem, eu faço questão de te conhecer melhor, Beatriz.

Eu, no auge da minha nova personalidade solicita e devassa, abri um sorriso radiante. — Ah, eu adoraria! Foi uma noite inesquecível — respondi, inclinando-me levemente sobre o balcão.

Mas o Lucas não deu espaço para a conversa. Ele pegou o recibo com violência e me puxou pelo braço, arrastando-me em direção à porta de saída.

— Vamos logo, Beatriz. Chega — ele rosnou entre os dentes.

Entramos no carro e o silêncio que se seguiu foi denso. Eu estava feliz, sorrindo para o escuro da estrada, sentindo-me a mulher mais poderosa do mundo, enquanto o meu marido, ao meu lado, dirigia com as mãos trêmulas, tentando entender como a sua "menina" tinha se tornado a puta que ele agora carregava para casa.

O trajeto de volta para casa foi preenchido por um monólogo vibrante da minha parte. Eu estava em estado de choque pós-traumático prazeroso, a adrenalina ainda chicoteando meu sistema nervoso. Eu falava sem parar, gesticulando com as mãos, enquanto o Lucas mantinha os olhos fixos na estrada, a mandíbula tão travada que parecia prestes a quebrar.

— Amor, você não tem noção do que eu senti... — eu dizia, a voz saindo rápida, sem filtros. — Eu perdi a conta de quantas vezes eu gozei. O Ricardo me pegava com uma força... e o jeito que os outros homens chegavam? Eu me senti a mulher mais desejada do mundo.

Lucas não dizia uma palavra, mas a respiração dele estava pesada, preenchendo o silêncio do carro. Eu me virei um pouco mais no banco, encarando o perfil dele, o rosto iluminado pelas luzes amareladas da cidade.

— E quando você me beijou lá na cabine, amor? — perguntei, com um sorriso de canto, provocadora. — Você sentiu? Sentiu o tanto de porra que tinha na minha boca? Era o sêmen deles, Lucas. Eu estava transbordando... e você me beijou com tudo aquilo. Foi o beijo mais intenso da nossa vida, não foi?

Eu falava com uma naturalidade assustadora, como se estivéssemos comentando o jantar em um restaurante comum, enquanto ele lutava para não desmoronar sob o peso daquela realidade.

— Beatriz, chega... por favor — ele murmurou, mas a voz não tinha autoridade, era apenas um suspiro de quem estava sendo vencido.

— Chega por que, amor? Olha para você... — eu disse, descendo minha mão até o colo dele.

Apertei a base do seu pau por cima da calça e ele deu um pulo no banco, o carro dando uma leve guinada. Estava duro feito pedra, pulsando de um jeito que eu raramente vira. Com agilidade, abri o zíper e o tirei para fora. Ele estava vermelho, latejando, totalmente entregue ao paradoxo de estar horrorizado e, ao mesmo tempo, mais excitado do que nunca.

Inclinei-me e o tomei na boca. Com poucas chupadas profundas e o uso da língua na cabeça do seu membro, senti o corpo dele amolecer. Lucas soltou um gemido que pareceu um lamento e gozou na minha boca, jatos quentes que eu engoli com um prazer vitorioso.

— Viu só? Que bom que você gostou, amor — eu disse, limpando os lábios e me ajeitando no banco como se nada tivesse acontecido. — A gente vai fazer tanta coisa ainda... isso é só o começo. Eu quero que você veja muito mais.

— Eu não gostei, Beatriz... eu não posso ter gostado disso — ele respondeu, mas o tom era de derrota. O corpo dele já havia admitido a verdade que a mente tentava negar. O paradoxo estava instalado: ele odiava o que viu, mas amava o que sentiu.

Chegamos em casa e o silêncio finalmente se instalou. O cansaço era absoluto, um esgotamento de quem cruzou uma fronteira sem volta. Entramos no quarto, deixamos as roupas jogadas pelo caminho — eu ainda sentindo o rastro seco daquela noite na pele — e desabamos na cama. Apagamos instantaneamente, dois estranhos que agora compartilhavam o segredo mais sujo e excitante da cidade.

Aquele silêncio que se seguiu à nossa chegada em casa não era um silêncio vazio; era um silêncio carregado de segredos que o Lucas ainda não tinha coragem de verbalizar. Eu me joguei na cama, nua, sentindo cada centímetro do meu corpo latejar. Eu estava exausta, "toda usada", com a pele ainda marcada pelos tapas e pelos fluidos que agora secavam, deixando uma película invisível de depravação sobre mim. Eu fechei os olhos e senti o mundo girar, mergulhando em um sono profundo e pesado.

Porém, no meio da madrugada, tive um pequeno lapso de consciência. O quarto estava mergulhado em uma penumbra azulada, cortada apenas pela luz fraca que vinha da rua através da fresta da cortina. Eu não me mexi, mantendo a respiração pesada de quem ainda dormia, mas meus olhos se abriram apenas o suficiente para enxergar o que acontecia ao meu lado.

Ali, sentado na beira da cama, estava o Lucas.

Ele não estava dormindo. Ele estava imóvel, com o tronco inclinado para a frente, fixando o olhar em mim com uma intensidade que beirava a obsessão. Ele mapeava cada marca no meu corpo, cada mancha que aqueles homens tinham deixado na sua "esposa perfeita". E foi então que eu vi: a mão dele subia e descia freneticamente, em um ritmo desesperado. Lucas estava se masturbando na penumbra do quarto enquanto olhava para mim.

O choque e a vergonha que ele demonstrou no carro haviam sido engolidos pelo tesão primitivo de um voyeur que acabara de ser batizado. Ver o meu marido naquele estado, entregue ao prazer solitário gerado pela imagem da minha ruína moral, foi a minha maior vitória. Eu senti um estalo de poder percorrer minha espinha. Ele podia negar o quanto quisesse com palavras, mas aquele gesto na escuridão era a confissão final.

Fiquei extasiada. A certeza de que ele estava louco de tesão — não apesar do que aconteceu, mas por causa do que aconteceu — mudou tudo. Eu não era apenas uma peça no jogo dele; eu era a protagonista absoluta, a diretora de um espetáculo onde ele, a partir de agora, seria o meu espectador mais fiel e o executor dos meus devaneios mais insanos de prazer.

Eu fechei os olhos novamente, com um sorriso imperceptível nos lábios, deixando que o sono me levasse de vez. Eu sabia que, quando o sol nascesse, o Lucas seria um homem diferente. O paradoxo havia sido resolvido: o desejo venceu a moral.

Foto 1 do Conto erotico: Confissão de uma esposa tímida, Primeira experiência em casa de Swing - Parte 5

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Comentários


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mineirucho Comentou em 12/01/2026

Adorei a timidez dela!!!

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tiger48 Comentou em 12/01/2026

Muito bom!

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gatabisolteira Comentou em 12/01/2026

O mais importante é termos e darmos prazer!!!!




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Confissão de uma esposa tímida, Primeira experiência em casa de Swing - Parte 5

Codigo do conto:
251830

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
12/01/2026

Quant.de Votos:
5

Quant.de Fotos:
4