João e Maria: A Bruxa e o Sabor da Humilhação Eterna pelos irmãos incestuosos.

No ano do Senhor de mil seiscentos e cinquenta

Às margens da floresta escura, onde os pinheiros gemem como almas penadas, João e Maria, já não mais crianças, mas moços de vinte invernos, guardavam um segredo que apodrecia como fruta madura ao sol. Aos pais, contaram que a bruxa da casa de doces ardera em seu próprio forno, reduzida a cinzas e fumaça negra.

Mentira sacrílega.

A velha ainda respirava, encurralada na mesma cela de ferro onde outrora aprisionara João, engordando-o como um porco para o Natal. Há dez anos, a bruxa apodrecia ali, alimentada por migalhas de pão duro, água turva de poça, e o espetáculo dos corpos entrelaçados daqueles que jurara devorar.

Os pais, alheios, viviam sua vida de orações e trabalho. Mas João e Maria, oh, eles sabiam do poder que tinham. Há três anos, descobriram que a vingança mais doce não era matá-la, suprimir sua liberdade, mas fazê-la assistir. Fazê-la ver como se devoravam um ao outro, irmão e irmã, carne e pecado, unidos não só pelo sangue, mas por uma fome que só eles saciavam.

No início, era apenas para fazê-la sofrer. Mas depois, virou puro prazer. Vício.

A noite era úmida, o ar pesado como chumbo. João, de ombros largos e costas marcadas por cicatrizes de chicote — marcas da bruxa quando o aprisionara —, carregava o cesto de vime com pão mofado e um odre de água podre. Maria, de quadris largos como os da mãe, os cabelos negros e crespos caindo até a cintura, seguia atrás, os pés descalços afundando na terra mole. Seus pelos, espessos e cacheados como um bosquetim selvagem, escapavam por entre as coxas, úmidos do suor da caminhada.

A bruxa já os esperava, acorrentada ao forno de ferro. Seus olhos, amarelados como sebo de vela, fixaram-se em Maria, que despiu o vestido de linho grosso, deixando-o cair no chão encharcado. Seus seios, pesados e redondos como maçãs maduras, balançavam levemente a cada movimento, os mamilos escuros e duros como pedras de rio. Entre as coxas, o pelo negro e encrespado brilhava com o suor, como um convite obsceno.
— Olha bem, bruxa — disse Maria, passando os dedos por entre os pelos úmidos, abrindo-se sem vergonha.

— Vais assistir a tudo, como sempre. E se fechares os olhos, não terás nem gota d’água por uma semana.

João, já nu, com o membro ereto e grosso como um cabo de enxada, aproximou-se por trás da irmã. Seus pelos pubianos, mais claros que os de Maria, formavam um triângulo espesso que descia até a base do pau, onde uma veia latejava como um coração diabólico.
— Ela gosta de ver, Maria — rosnou João, segurando os seios da irmã com as mãos calejadas, beliscando os mamilos até que ela gemesse.

— Gosta de ver como te como, como te fodo. Não é, bruxa?

A velha rosnou, mas não desviou o olhar. Sua boca, seca como pergaminho, abriu-se em um silvo de ódio.

— Isso é pecado. São irmãos!!! Sois doentes, malditos!

Maria riu, arqueando as costas para que João pudesse lamber suas nádegas, a língua quente e úmida como a de um cão faminto.
— Doentes como tu, velha — ela respondeu, afundando os dedos nos pelos do irmão, guiando-o para dentro dela.

— Mas nós, ao menos, gozamos.

João ajoelhou-se atrás de Maria, as mãos nos quadris dela, os dedos afundando na carne macia. Ela estava de joelhos, as coxas abertas, os pelos negros e encrespados colados de suor, enquanto o irmão enterrava o rosto entre suas pernas, a língua traçando círculos em seu sexo inchado.
— Ahhh… — Maria gemeu, as mãos nos ombros da bruxa, forçando-a a encará-la.

— Vês como ele me lambe, bruxa? Como sabe onde eu gosto…

João levantou o rosto por um instante, os lábios brilhantes de umidade, um sorriso lascivo estampado.
— Tão molhada, Maria… — ele murmurou, voltando a afundar a língua nela, arrancando um gemido abafado.

— E tu, bruxa? Também estás molhada? Ou só de raiva?

Maria riu, as unhas cravando na pele enrugada da velha, forçando-a a manter os olhos abertos.
— Responde, puta velha — ela exigiu, mordendo o lábio enquanto João chupava seu clitóris com voracidade.

— Gostas de ver como ele me come? Como eu gozo na boca dele?

A bruxa tentava desviar o rosto, mas Maria segurou seu queixo com força, os dedos sujos de terra e suor.
— Olha — ela ordenou, empurrando a cabeça da bruxa para mais perto, como se quisesse que ela aspirasse o cheiro do prazer deles.

— Olha como ele me lambe. Como me faz gemer. Nunca terás isso, bruxa. Nunca.

— Queria a carne do meu irmão quando jovem — Maria sussurrou, os olhos brilhando de malícia.

— Agora, vês o prazer que ele dá à minha carne de mulher.

João gemeu contra o sexo de Maria, a língua movendo-se com mais velocidade, os dedos beliscando seus mamilos até que ela se contorcesse de prazer.
— Goza pra ela, Maria — ele murmurou, a voz abafada entre suas coxas.

— Goza bem gostoso, pra esta puta velha sentir inveja.

Maria arqueou as costas, os seios balançando, os gemidos saindo em ondas quentes.
— Ahhh, João… assim… assim… — ela ofegou, as mãos ainda nos ombros da bruxa, como se precisasse se apoiar para não desmoronar.

— Vês, bruxa? Vês como é bom? Como é gostoso?

A bruxa rosnou, os olhos cheios de ódio, mas incapazes de desviar.

— Isso é nojento. Sois animais! Não sei se o pior é o ato ou querer que alguém assista.

Maria sorriu, ofegante, enquanto João a levava ao clímax com a boca, os dedos, a língua.
— Animais como tu nos fizeste — ela respondeu, o corpo tremendo, o prazer explodindo dentro dela como um raio.

— Mas nós, ao menos, não escondemos. Nós gozamos.

E ela gozou, as coxas apertando o rosto de João, os gemidos ecoando pela clareira, enquanto a bruxa assistia, acorrentada, sedenta, e cheia de uma fome que nunca seria saciada.

João levantou-se, o membro latejante e úmido, os olhos fixos na bruxa. Ele segurou Maria pelos quadris, puxando-a para si, e penetrou-a com um movimento firme, arrancando dela um gemido longo e rouco. A bruxa não pôde evitar: seus olhos desceram, fascinados, enquanto o corpo de Maria se adaptava a João, os músculos internos apertando-o como uma luva quente.
— Ahhh, por Deus… — Maria arfou, a cabeça jogada para trás, os cabelos negros colados às costas suadas.

— Ela está olhando, João. Sinto os olhos dela queimando em mim.

João começou a mover-se, devagar a princípio, cada investida arrancando um gemido de Maria. Ele segurou os quadris dela com força, os dedos marcando a pele, enquanto a bruxa assistia, hipnotizada, o corpo trêmulo como se fosse ela quem estivesse sendo penetrada.
— Vês como ela me aperta, bruxa? — João grunhiu, o ritmo acelerando, a pele batendo contra a pele em um som úmido e obsceno.

— Como ela me avança por dentro, como se nunca quisesse me soltar.

Maria gemeu, as palavras saindo entrecortadas:

— É… é como se tu fosses feito pra mim, irmão. Como se… ahhh… como se nosso corpo soubesse o que o outro precisa antes mesmo de a gente saber.

A bruxa tentou fechar os olhos, mas Maria esticou o braço, agarrando seu queixo com força, forçando-a a manter o olhar fixo.
— Não, puta velha — Maria ordenou, a voz rouca de prazer.

— Olha. Olha como ele me fode. Como eu gozo nele. — Ela arqueou as costas, empurrando-se ainda mais contra João, os seios balançando.

— Sentes a inveja corrompendo tua alma? Sentes como tu também querias isso?

João gemeu, as mãos deslizando para a frente, beliscando os mamilos de Maria enquanto ele a penetrava com mais força, cada movimento arrancando dela um som mais alto, mais desesperado.
— Tu nunca terás isso — João rosnou, os olhos fixos nos da bruxa.

— Nunca terás alguém que te conheça tão bem que até a dor vira prazer. Nunca terás alguém que te queira tão suja, tão profunda, quanto eu quero ela.

Maria soltou um grito, o corpo tremendo enquanto o orgasmo a atingia como uma onda. João sentiu o próprio prazer subir, queimando em suas veias como lava. Com um rosnado, ele saiu de dentro de Maria, aproximou-se da bruxa e, com a mão firme, apontou o membro para o rosto da velha.
— Abre a boca, puta — ele ordenou, os olhos brilhando de crueldade.

— Vou te dar o que sempre quis: um pouco de nós.

Maria segurou a cabeça da bruxa, deixando bem na frente do pau do irmão.

João gozou, jatos quentes e espessos caindo dentro da boca, sobre os lábios ressecados da bruxa, o queixo, o pescoço enrugado. Ela tentou recuar, mas as correntes a mantinham presa. Seus olhos, antes cheios de ódio, agora brilhavam com algo mais: uma fome que ia além da carne. Uma fome por aquilo que nunca poderia ter.

Maria aproximou-se, passando os dedos pelo sexo ainda úmido e depois pelos lábios da bruxa, espalhando o sêmen de João como um ungüento profano.
— Lambe — ela sussurrou, a voz doce e venenosa.

— Prova o que nunca terás. Se não fizer, não terá pão e agua.

A bruxa hesitou, mas a sede e a humilhação falavam mais alto. Sua língua, trêmula, tocou os lábios, e o gosto salgado e amargo do pecado encheu sua boca. Quando terminou, seus olhos encontraram os de Maria, e um sorriso torto, quase triunfante, curvou seus lábios ressecados.
— Pensais que me quebrais — ela sibilou, a voz rouca, mas firme.

— Mas não vedes? Sois meus maiores demônios… e eu, vossa maior obra. Sem mim, não haveríeis conhecido a profundidade de vosso próprio inferno.

Maria riu, baixinho, enquanto João jogava um punhado de pedrinhas brancas dentro da cela, as mesmas que marcavam o caminho de volta.
— Até daqui a duas semanas, bruxa — ela disse, vestindo o vestido com lentidão, cada movimento uma tortura.

— Até voltarmos para te mostrar, mais uma vez, o que nunca terás.

E saíram, deixando a bruxa com o gosto deles na boca e a certeza de que, da próxima vez, ela imploraria para olhar.

Porque algumas prisões não têm grades. E alguns pecados são tão doces que até o Diabo choraria por não prová-los.

Foto 1 do Conto erotico: João e Maria: A Bruxa e o Sabor da Humilhação Eterna pelos irmãos incestuosos.

Foto 2 do Conto erotico: João e Maria: A Bruxa e o Sabor da Humilhação Eterna pelos irmãos incestuosos.

Foto 3 do Conto erotico: João e Maria: A Bruxa e o Sabor da Humilhação Eterna pelos irmãos incestuosos.

Foto 4 do Conto erotico: João e Maria: A Bruxa e o Sabor da Humilhação Eterna pelos irmãos incestuosos.

Foto 5 do Conto erotico: João e Maria: A Bruxa e o Sabor da Humilhação Eterna pelos irmãos incestuosos.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


252829 - Polegarzinha: O final feliz que Nunca Existiu - Categoria: Interrraciais - Votos: 3
252762 - Um conto de fadas cruel: Cinderela sendo usada pelas irmãs. - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 3
252033 - Exposição no Corredor: Entre o Pânico e o Prazer de estar nua e presa na frente de dois. - Categoria: Exibicionismo - Votos: 3
251863 - Professora dando aula on-line. Gozando na frente dos alunos sem eles saberem. - Categoria: Incesto - Votos: 2
251673 - Minha esposa Erika na faculdade. Momentos deliciosos com o motorista de táxi em uma noite de chuva. - Categoria: Coroas - Votos: 1
251402 - Ajudando uma desconhecida. O office-boy e a Madura rica sozinhos no apartamento. - Categoria: Coroas - Votos: 2
250652 - A Casa da minha irmã Clara: Um Jogo de Desejos Proibidos por morar com uma nudista. - Categoria: Incesto - Votos: 8
249690 - A Febre e o Abandono no meio da selva. Alucinando com o saci e sendo usada por ele. - Categoria: Interrraciais - Votos: 3
249037 - A Maldição dos Sinos - Um Desejo Inesperado não importa o lugar ou com quem. O sino a controla. - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 4
248953 - A Curiosidade no Brás: Escondido assisti o show de Elise sem ela perceber. - Categoria: Masturbação - Votos: 5
248951 - O Preço da Inveja: Nua e Abandonada na Estrada - Categoria: Exibicionismo - Votos: 3
248848 - O Segredo da Patroa da Fazenda e o caseiro escondido. - Categoria: Zoofilia - Votos: 4
248819 - O vigia viu um vulto da Madrugada: Uma garota nua e virgem na rua. - Categoria: Exibicionismo - Votos: 8
248682 - Isolde, a rainha nua. Precisou governar nua para salvar o povo e seu irmão. - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 3
248195 - A Iniciação da minha esposa: Perdendo a virgindade na frente de uma plateia e com desconhecidos. - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 9
247216 - A Herdeira dos Pecados. O jardineiro seguiu a filha da potroa e viu o que ela escondia. - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 6
245379 - Hipnose ao Entardecer: O Segredo da Vítima Silenciada e a nudez no corredor na frente deles - Categoria: Virgens - Votos: 1
245270 - Relato da minha esposa - O Dia na Casa de Swing. Visitando com o padrinho. - Categoria: Incesto - Votos: 12
241615 - O irmão pegou o diário da irmã. Submissão forçada e humilhação. - Categoria: Incesto - Votos: 10
241493 - Sequestro: Submissão Forçada para salvar o marido dos sequestradores. - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 8
241472 - A Noite dos Desejos Proibidos: A Confissão da Professora que viajou sozinha com os alinos - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 16
240315 - Madrasta e Enteada: A Noite da Primeira Vez - Categoria: Virgens - Votos: 11
239869 - Japonesa se tocando na obra: Não ouviu os passos de alguém chegando. - Categoria: Heterosexual - Votos: 10
239661 - A Fuga da casada na Lagoa: Procurei prazer com estranho no barco. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 13
238108 - A casa de minha enteada: Quando o amor filial virou carnal. - Categoria: Incesto - Votos: 13
237540 - A Patricinha mandona, o Gordinho e o Chalé Isolado - Categoria: Heterosexual - Votos: 10
237248 - Segredos no banho: A Enfermeira e o Paciente cadeirante. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 14
237097 - Primeira Vez e Pura Curiosidade: O Banho Que Acendeu Ana e Nossos Paus. - Categoria: Virgens - Votos: 10
236959 - Prazer em Exposição: Quando a chegada dos amigos fez a Fantasia Secreta da Esposa Sair do Controle. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 10
236324 - O Acidente no Iate: A Visão de um Ajudante de Bordo - Categoria: Confissão - Votos: 12

Ficha do conto

Foto Perfil historiadordossonh
historiadordossonh

Nome do conto:
João e Maria: A Bruxa e o Sabor da Humilhação Eterna pelos irmãos incestuosos.

Codigo do conto:
253147

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
25/01/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
5