Branca de Neve: O Jogo dos Sentidos

Era uma vez, em um reino distante e sombrio, onde a neve caía como lágrimas de uma lua ferida, uma donzela de pele alva como o inverno e lábios vermelhos como o pecado.

Era Branca de Neve, cuja beleza era tão radiante quanto perigosa, pois despertava a inveja daqueles que a cercavam — especialmente de sua madrasta, uma mulher de coração negro e alma gelada, que desejava vê-la morta. Perseguida por caçadores e bestas, a jovem fugiu para as entranhas da floresta, onde as árvores sussurravam segredos e os caminhos se perdiam em sombras.

E foi ali, entre o musgo e o silêncio, que encontrou uma pequena casa de madeira, torta e humilde, mas cheia de vida. Sete homens a habitavam — sete anões, rudes e de corações selvagens, que a acolheram não por bondade, mas por desejo e necessidade.

A história que se conta é de uma moça virtuosa, que limpava e cozinhava... Mas é verdade? A verdade é muito mais interessante.
Então vamos conta-la.

A cabana estava silenciosa, exceto pelo crepitar da lareira e o som úmido de respirações aceleradas. Branca de Neve ajoelhava-se no chão de madeira, nua como o dia em que nasceu, sua pele brilhando sob a luz trêmula das velas. Uma venda de couro grosso lhe cobria os olhos, deixando-a à mercê apenas do tato, do paladar, do cheiro.

Era o jogo da adivinhação — um ritual que os anões haviam criado para testar seus sentidos, sua submissão, seu conhecimento íntimo deles.

Uma mão áspera e calosa deslizou sobre seu seio esquerdo, beliscando o mamilo até que ele endurecesse como uma pedra.
— Humm... — Branca de Neve sorriu, um sorriso lascivo, de quem já conhecia bem aquele toque. — Conheço essa mão... É do Dengoso, não é? — Sua voz era doce, mas carregada de malícia.

— Sempre tão ávido... tão impaciente.

— Puta esperta — Dengoso riu, sua voz fina e rouca, enquanto seus dedos desciam até seu ventre, traçando círculos lentos em sua pele.

De repente, uma boca quente e úmida envolveu seu seio direito, chupando com força, mordiscando a pele sensível.
— Ahhh... — ela arqueou as costas, um gemido escapando de seus lábios. — Chefe... — **sussurrou, reconhecendo a pressão firme, a maneira como ele sugava seus mamilos até deixá-los ardendo.

— Gosto do jeito que chupa meu peito... como se quisesse me devorar.

— E eu vou, sua safada — Chefe rosnou, sua barba áspera arranhando sua pele macia.

— Mas como adivinha quem é sem ver, hein? Como sempre consegue?

Ela riu, um som baixo e sensual.
— Porque conheço cada um de vocês — respondeu, enquanto uma mão grande e áspera deslizava por suas costas, descendo até sua bunda, apertando com força.

— Ah! Esse toque... é do Feliz, não é? — ela arfou, sentindo os dedos gordos do anão afundarem em sua carne macia.

— Sempre tão bruto... tão possessivo. Parece um lobo tentando arrancar um pedaço. Humm, gosto muito.

— Certo como sempre, sua puta — Feliz grunhiu, dando uma palmada em seu traseiro, fazendo-a estremecer.

Então, algo quente e duro encostou em seu rosto. Um pau grosso, pulsante, com veias saltadas e a cabeça úmida e inchada.

Branca de Neve abriu os lábios, deixando a ponta deslizar entre eles, sentindo o gosto salgado e quase metálico..
— Hmmm... — ela lambeu a cabeça, saboreando a textura aveludada, o sabor forte e masculino.

— Esse é do Zangado, não é? — perguntou, antes de abocanhar o membro com avidez, sugando com força, fazendo um som úmido e obsceno.

— Caralho! — Zangado gemeu, segurando sua cabeça com força, empurrando seu pau mais fundo em sua garganta.

— Isso, sua vadia! Chupa direito!

— Gosto desse seu jeito estúpido, só perde para o prazer que esse seu pau torto me trás.

Ela obedeceu, movendo a cabeça para frente e para trás, sentindo o membro latejar em sua boca, seus lábios esticados ao máximo. O gosto era intenso — um misto de suor, musgo e desejo bruto, e ela adorava cada segundo.
— Essa boca foi feita pra chupar pau — Zangado comentou, observando enquanto passava a mão por seu cabelo.

— Olha como ela engole tudo... como se fosse nascida pra isso.

— É porque foi — Mestre riu, ajustando seus óculos empoeirados, enquanto passava os dedos pela fenda úmida de Branca de Neve, sentindo como ela já estava molhada.

— Uma princesa que virou nossa puta... que ironia deliciosa.

Ela gemia em torno do pau de Zangado, seus quadris se movendo instintivamente, buscando mais toque, mais prazer.
— Chega de brincadeira — Soneca ordenou, puxando-a pelo cabelo.

— Agora você vai adivinhar quem vai te foder primeiro.

Branca de Neve sorriu por baixo da venda, sabendo que a noite estava apenas começando.

O local mergulhado em sombras e suspiros, iluminada apenas pelas chamas dançantes da lareira, que lançavam reflexos dourados na pele alva de Branca de Neve. Ela estava de quatro agora e bem exposta, como uma oferenda aos sete anões que a cercavam. A venda de couro ainda cobria seus olhos, deixando-a à mercê dos sentidos que a traíam e a excitavam.

Aqueles sete seres eram extremamente feios. O que gerava dúvida se a venda era fetiche ou para evitar o asco.

De repente, uma língua quente e úmida deslizou entre seus lábios íntimos, lambendo-a com uma habilidade que a fez estremecer. Branca de Neve arqueou as costas, um gemido escapando de seus lábios entreabertos.
— Quem é esse, hum? — perguntou, sua voz trêmula de prazer. — Não é o Feliz... — ela suspirou, sentindo a língua traçar círculos em seu clitóris. — Huuum... não é o Zangado...

O rosto dela tocou o chão e a bunda empinou de tanto prazer.

A língua mergulhou mais fundo, explorando-a com uma voracidade que a fez gemer mais alto.
— Ah! — ela exclamou, sentindo algo úmido pingar em sua coxa.

— É você, Atchim! — sua voz era um misto de surpresa e excitação.

— Você sempre chupa tão gostoso... como se quisesse me devorar toda.

Atchim não respondeu com palavras. Em vez disso, sua língua trabalhou com mais intensidade, fazendo-a tremer e ofegar.

Mas antes que Branca de Neve pudesse dizer mais alguma coisa, dois membros duros e latejantes encostaram em seu rosto. Ela abriu os lábios instintivamente, sentindo o gosto salgado e quente da pele deles. Começou a alternar entre os dois, lambendo, beijando, chupando, enquanto os anões gemiam de prazer.
— Isso, sua puta — uma voz rouca disse — provavelmente Soneca.

— Chupa direito... como a nossa boa escrava.

Ela obedeceu, movendo a cabeça de um lado para o outro, saboreando cada membro, sentindo-os inchar em sua boca.

De repente, algo grosso e duro raspou entre suas nádegas, passando de leve em sua fenda úmida.
— Não! — ela protestou, ainda que sem convicção.

— Não pode ser aí... — sua voz era um misto de resistência e excitação.

— Preciso casar virgem quando meu príncipe chegar... — ela arfou, sentindo a pressão aumentar.

— Tem que ser por trás... todos vocês sabem.

— Seu príncipe? — Mestre riu, sua voz cheia de desdém. — Aqui, você é nossa, princesa. E nós fazemos o que quisermos com você.

Sem mais palavras, o membro raspou novamente contra sua entrada traseira, antes de deslizar para dentro dela com um único movimento firme. Branca de Neve gritou, mas não de dor — de prazer e submissão.

— Ahhh! — ela gemeu, sentindo-se preenchida, dominada. — Sim... assim... me fodam...

Os anões riram, enquanto ela se contorcia entre eles, chupando, sendo chupada, sendo fodida. Seu corpo pertencia a eles agora, e ela não queria mais escapar dessa realidade.

— Você é nossa, Branca de Neve — Dengoso sussurrou, passando a mão por seu cabelo. — Para sempre.

E ela sabia que era verdade.

A cabana estava encharcada de suor, gemidos e o cheiro pesado de sexo. Branca de Neve, ainda de quatro, sentia os corpos dos anões ao seu redor, cada um deles ofegante, cada um deles próximo ao limite. Seu próprio corpo ardia, latejava, molhado e usado, mas ainda faminto por mais.

Ela alternava entre os membros duros que lhe eram oferecidos, chupando com voracidade, saboreando o gosto salgado e quente de cada um. Zangado segura sua cabeça, fodendo sua boca com força, enquanto Feliz e Dengoso se masturbavam ao seu lado, esperando sua vez. Atchim ainda lambia seu sexo por trás, sua língua ágil fazendo-a tremer.
— Vão gozar, seus safados — ela sussurrou, sua voz rouca de desejo, enquanto sentia o pau de Dunga raspar contra sua entrada traseira.

— Vão gozar tudo em mim...

Dunga grunhiu, segurando seus quadris com força, enfiando-se nela com golpes profundos e brutais.

— Isso, sua puta — ele rosnou. — Toma tudo...

Um a um, os anões começaram a gemer mais alto, seus corpos tensionando. Zangado foi o primeiro, gozando em sua boca, encharcando sua língua com seu sabor amargo e quente. Branca de Neve engoliu tudo, sem hesitar, lambeu os lábios e passou para o próximo.
— Sua boceta é nossa, princesa — Atchim murmurou, enfiando dois dedos nela enquanto chupava seu clitóris.

— E você também.

Feliz veio em seguida, jorrando em seu rosto, marcando-a com seu prazer. Ela fechou os olhos por trás da venda, sentindo o líquido quente escorrer por sua bochecha, enquanto continuava a chupar Dengoso com avidez.
— Porra, sua vadia — Dengoso gemeu, segurando seu cabelo com força, gozando em sua garganta.

— Você foi feita pra isso...

Dunga não aguentou mais. Com um último empurrão brutal, ele gozou dentro dela, encharcando suas entranhas com seu esperma quente. Branca de Neve gritou, seu próprio orgasmo explodindo em ondas de prazer sujo e proibido.

— Sim... sim... — ela arfou, sentindo seu corpo tremer, seu sexo contraindo em torno do pau de Dunga, como se não quisesse deixá-lo escapar.

Os outros anões terminaram nela também — em seus seios, em sua barriga, em suas costas. Ela estava coberta deles, marcada, usada.

E adorava cada segundo.

Quando finalmente os gemidos cessaram e os corpos se afastaram, Branca de Neve ficou de joelhos, respirando fundo, sentindo o esperma escorrer por suas coxas. Seus lábios estavam inchados, sua garganta ardia, seu corpo doía de uma maneira deliciosa.

Com mãos trêmulas, ela removeu a venda de couro, piscando enquanto seus olhos se ajustavam à luz fraca da cabana. Os anões estavam espalhados ao seu redor, alguns bebendo, outros rindo, todos satisfeitos.

Sem uma palavra, ela se levantou, seu corpo nu brilhando com o suor e as marcas deles. Caminhou até a porta da cabana, abriu-a e saiu para a noite fria da floresta.

O ar gelado beijou sua pele quente, fazendo-a estremecer. Olhou para o céu estrelado, respirando fundo, como se estivesse renascendo.

E então, começou a cantar.

Sua voz era doce e melancólica, como um suspiro da floresta, uma melodia que parecia vir de um sonho distante.

"Quando meu amor verdadeiro irá chegar? Quando seus braços me envolverão? Atravessarei montanhas, vales e mares, Para sentir seu toque, seu beijo, seu amor.

Quando meu amor verdadeiro irá chegar? Quando seus olhos encontrarão os meus? Esperarei sob a lua, sob o sol, Até que seu coração me chame de volta pra casa.

Quando meu amor verdadeiro irá chegar? Quando sua voz sussurrará meu nome? Até lá, serei só uma sombra na noite, Uma princesa perdida, mas nunca esquecida..."

Os anões ouviram da cabana, em silêncio pela primeira vez. Nenhum deles riu. Nenhum deles falou.

Porque, por um momento, ela não era mais deles.

Ela era apenas uma garota, cantando para a noite, esperando por um amor que talvez nunca chegasse, mas que, mesmo assim, ela continuaria a desejar.

E a floresta, como sempre, guardou seu segredo.

Foto 1 do Conto erotico: Branca de Neve: O Jogo dos Sentidos

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Branca de Neve: O Jogo dos Sentidos

Codigo do conto:
253730

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
02/02/2026

Quant.de Votos:
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