De madrugada, entrei gatinhando no quarto para ninguém ver o meu movimento. Meu coração batia forte enquanto me aproximava. Com todo o cuidado, enfiei a mão por baixo da cueca dele e agarrei aquele pau grosso, veioso e cabeçudo. Tinha uns 20 cm de rola grossa, pesada, com veias saltadas e uma cabeça enorme, vermelha e brilhante. Tirei o pau todo para fora pela lateral da cueca e, sem perder tempo, abri bem a boca e comecei a mamar gostoso.
Chupei devagar no início, lambendo toda a cabeça grossa, enfiando a língua na fresta, saboreando o gosto forte de macho. Depois desci mais, engolindo o máximo que conseguia, babando muito enquanto o pau endurecia na minha garganta quente. Passei uns minutos mamando deliciado, sentindo ele latejar na minha boca, quando de repente senti uma mão forte agarrando meus cabelos com firmeza.
Bruno acordou e, em vez de me afastar, forçou minha cabeça para baixo, enfiando mais rola goela adentro até eu engasgar. Ele levantou da cama silenciosamente, o pau babado apontando pra cima, grosso e pulsante. Fomos pé ante pé até a cozinha.
Mal chegamos e ele me empurrou contra a bancada, abaixou minha cueca com violência e cuspiu direto no meu cu. Esfregou a cabeça grossa na minha entrada e meteu de uma vez, abrindo meu rabo sem piedade.
— Caralho, que cu guloso… — rosnou baixinho no meu ouvido.
Ele começou a me comer forte, segurando meus quadris, metendo fundo e rápido. O barulho molhado de saco batendo contra minha bunda ecoava baixinho na cozinha. Eu rebolava como uma puta, empinando o rabo pra ele me arrombar melhor. Bruno metia com vontade, tirando quase tudo e enfiando até as bolas, esticando meu cu ao máximo.
Ele me virou de frente, me levantou na bancada e me fodeu olhando nos meus olhos, uma mão apertando meu pescoço enquanto a outra batia no meu pau duro e babando. Depois me colocou de quatro no chão frio, cuspiu mais uma vez no meu cu já aberto e voltou a me comer com força, dando tapas estalados na minha bunda.
— Isso, toma rola, sua vadia… Abre esse cu pra mim — sussurrava enquanto me arrombava.
Eu gemia baixo, desesperado:
— Me fode mais forte, Bruno… Me usa como sua puta… Esse cu é todo seu hoje.
Ele alternava gostoso: tirava do cu, enfiava na minha boca pra eu limpar, depois voltava pro rabo, fodendo minha garganta e meu cu sem parar. Eu babava inteiro, cuspe escorrendo pelo queixo, lágrimas de tesão nos olhos. Em certo momento ele me fez sentar no pau dele, me rebolando enquanto ele mordia meus mamilos e apertava minha bunda.
Depois de me comer por uns bons vinte minutos, ele avisou:
— Vou gozar, porra…
— Goza na minha boca! Quero engolir tudo — implorei.
Ele tirou do cu, eu me ajoelhei rápido e abri a boca bem aberta, língua para fora. O primeiro jato foi grosso e forte, acertando direto no fundo da garganta. Vieram mais cinco jatos potentes, quentes e viscosos, enchendo minha boca até transbordar. Gozou horrores, uma porra grossa, branca e salgada que eu engoli guloso, sentindo o gosto forte dele descer pela garganta. O resto escorreu pelo meu queixo, pingando no peito e na barriga.
Ainda lambi e suguei o pau dele até ficar limpinho, tirando as últimas gotas. Ele me puxou pelo cabelo, me deu um beijo molhado e safado, provando o próprio gozo na minha língua.
Voltamos para nossos quartos fingindo que nada tinha acontecido durante a madrugada.
Meu cu latejava, aberto e cheio do tesão dele, enquanto o gosto da porra grossa ainda permanecia na minha boca.