Entrei no quarto, tomei um banho rápido e decidi arriscar. Deixei a porta entreaberta, acendi só o abajur do criado-mudo para criar uma luz quente e baixa. Tirei toda a roupa, subi na cama e me posicionei exatamente como queria: de quatro, bem na beirada do colchão, joelhos afastados, o peito colado no lençol e a bunda empinada alta, virada direto para a porta. Meu cu lisinho, recém-lavado e brilhando de lubrificante, exposto para qualquer um que passasse pelo corredor.
Mal se passaram trinta segundos e ouvi passos pesados parando. Um peão alto, barba por fazer, camisa xadrez aberta mostrando o peito peludo e suado, ficou ali parado, olhando. Seu pau já marcava forte dentro da calça jeans surrada.
— Porra… tá oferecendo mesmo, viado? — murmurou com a voz rouca.
Não respondi com palavras. Só balancei a bunda devagar, convidando. Ele entrou, fechou a porta só o suficiente para não ser visto de fora, mas deixou uma fresta. Tirou o cinto com pressa, baixou a calça e o pau saltou grosso, veioso, com a cabeça vermelha e brilhando de pré-gozo. Sem falar muito, cuspiu na mão, passou na rola e encaixou direto.
— Ai, caralho… — gemi alto quando ele meteu tudo de uma vez.
Ele me fodeu exatamente do jeito que eu mais amo: frango assado. Segurou meus quadris com força, me puxando pra trás enquanto metia fundo, rápido, batendo as bolas pesadas contra minha bunda. O quarto encheu do barulho molhado de carne contra carne, do meu cu estalando ao redor daquela vara grossa. Ele gemia baixo, xingando baixinho:
— Que cu guloso da porra… apertadinho pra caralho…
Eu rebolava para trás, pedindo mais, sentindo ele roçar direto na minha próstata a cada estocada.
Depois de uns minutos ele acelerou, tirou o pau e virou meu corpo. Gozou forte, jatos grossos e quentes espirrando direto na minha barriga, no peito, escorrendo pela pele. Um leite branco, grosso, cheiroso de macho. Ele puxou o ar, guardou a rola ainda babando e saiu sem dizer mais nada.
Fiquei ali, ofegante, o cu latejando. Limpei superficialmente a barriga com a toalha, mas deixei o cheiro dele em mim. Abri a porta de novo, mais ainda dessa vez, e voltei para a mesma posição: bunda empinada, convidando.
Não demorou nem dois minutos.
Dois peões pararam na porta. Um moreno, forte, com braços tatuados. O outro mais claro, barba cerrada, olhar faminto. Eles trocaram um olhar cúmplice e entraram, fechando a porta quase toda.
— Dois de uma vez, safado? — perguntou o moreno, já abrindo o botão da calça.
Eles não perderam tempo. O moreno ficou na minha frente, segurou minha cabeça pelos cabelos e enfiou o pau grosso na minha boca até bater na garganta. O outro se posicionou atrás, cuspiu no meu cu já fodido e meteu de uma vez, fundo, sem piedade. Fui transformado num buraco perfeito para os dois.
Chupava com fome, babando no pau do moreno enquanto o outro socava meu cu com força. Os dois gemiam, me chamando de puta, de viadinho gostoso. O pau na boca latejava, salgado, cheirando a suor do dia de trabalho. O pau no cu me arrombava gostoso, esticando meu anelzinho inchado.
— Vamos tentar DP — disse o da frente.
Eles tentaram. O de trás saiu, e os dois tentaram enfiar as duas rolas ao mesmo tempo no meu cu. Era apertado demais, dolorido e delicioso. Consegui aguentar só a cabeça dos dois juntos, mas não passou disso. Mesmo assim, o tesão foi insano. Eles voltaram ao ritmo anterior: um metendo no cu, o outro fodendo minha garganta.
Não aguentaram muito. O primeiro a gozar foi o da boca. Puxou o pau e descarregou jatos pesados no meu rosto, nos olhos, na língua. Quase ao mesmo tempo o outro tirou do cu e gozou também, cobrindo minha bunda, minhas costas e o resto da cara com porra quente.
Fiquei ali, de quatro, rosto pintado de leite dos dois, o cu vermelho e aberto, escorrendo lubrificante e saliva. Eles deram risada baixa, guardaram as rolas e saíram, me deixando destruído e satisfeito.
Limpei o rosto o melhor que pude, fechei a porta e caí na cama. Corpo leve, cu latejando gostoso, cheiro de macho por todo lado. Dormi como uma puta bem comida, sonhando com quem mais poderia aparecer na próxima porta aberta.
Votado. Nada como ser fodido por um roludo, sacudo, pentelhudo, grosso e com veias saltadas. Melhor que isso só se forem vários ao mesmo tempo. Quem dá não pode se recusar a nada que os machos queiram tem que aguentar tudo e implorar por mais. Até terminar todo arregaçado, cuspido esporrado e mijado por eles que é como eles marcam sua propriedade. A dor e a humilhação fazem parte, então foda-se, pode gemer, chorar, gritar até sangrar, quem mandou querer dar...Adoro os brutos, nada de beijos...
Ousadia que alimenta inúmeros desejos. Excitante conto.