Conto 4 – A Campainha


Já estava tão acostumada a ficar nua em casa que a roupa tinha virado uma memória distante.
Era uma tarde quente de sábado. A mãe estava no banho há uns quinze minutos. Eu estava na sala, deitada no sofá, as pernas abertas, uma mão brincando distraída com os pelos densos e pretos da minha buceta enquanto assistia qualquer coisa na televisão. Os seios pesados repousavam para os lados. A bunda grande afundava no estofado. O suor fazia a pele brilhar.
Fome. Resolvi pedir uma pizza.
Pedi pelo telefone, paguei no cartão e fiquei esperando. Continuei nua, claro. Nem me passou pela cabeça vestir qualquer coisa. Quando a campainha tocou, levantei do sofá sem pensar duas vezes e fui até a porta da frente.
Abri.
Marcos estava do outro lado.
Marcos do terceiro ano. O mesmo que sentava duas carteiras na minha frente. Alto, magro, pele morena de sol, cabelo cacheado. Segurava a caixa de pizza com as duas mãos. Os olhos dele abriram desmesuradamente.
Eu só me dei conta de que estava completamente nua quando vi o olhar dele descer.
Seios pesados e fartos, mamilos escuros endurecidos pelo ar-condicionado. Barriga. E embaixo, a buceta coberta de pelos pretos e densos, os lábios um pouco abertos pela posição em que eu estava. A bunda grande ficava visível de lado.
O susto me bateu no peito como um soco.

Mas logo atrás veio uma onda quente e molhada que desceu direto para entre as pernas. Minha buceta latejou forte. Senti os pelos ficarem imediatamente mais úmidos. O coração batia tão alto que eu tinha certeza que ele escutava.
— C-Cláudia… — ele gaguejou, a voz falhando.
Eu não me cobri.

Não corri.

Fiquei parada na porta, nua, sentindo o olhar dele queimar em cada centímetro do meu corpo. A excitação era tão intensa que minhas coxas tremeram.
— A pizza… — consegui dizer, a voz rouca.
Foi aí que a porta do banheiro se abriu no corredor.
A mãe saiu nua, enxugando o cabelo com uma toalha, os seios pesados balançando, a buceta com pelos mais ralos e alguns fios grisalhos à mostra, a bunda larga e macia. Ela ainda falava:
— Cláudia, quem é que tá na por—
Travou.
Os olhos dela encontraram Marcos.

Marcos encontrou o corpo nu da minha mãe.

O silêncio que se formou foi tão denso que deu para ouvir o ventilador da sala.
Maria soltou um grito abafado, tentou cobrir os seios com uma mão e a buceta com a outra, mas a toalha caiu no chão. Ficou ali, vermelha, ofegante, nua na frente do entregador.
— Cláudia! — a voz dela saiu estrangulada. — Fecha essa porta agora!
Mas eu não fechei.

Pelo contrário. Estendi a mão e peguei a caixa de pizza. Meus seios balançaram com o movimento. A buceta peluda ficou ainda mais exposta quando me inclinei um pouco.
— Quanto que deu, Marcos?
Ele engoliu em seco. O volume na calça estava impossível de esconder. O rosto estava vermelho como se tivesse pegado fogo.
— Vinte… vinte e cinco. Mas… você já pagou no cartão.
Eu sorri, nervosa e excitada ao mesmo tempo. A umidade escorria pelos meus pelos densos e descia pela coxa interna.
— Então tá. Obrigada.
Ele entregou a caixa sem conseguir tirar os olhos do meu corpo… e do corpo da minha mãe, que ainda tentava se cobrir sem sucesso. Depois deu um passo para trás, quase tropeçando.
— Tchau… Cláudia. Dona Maria.
Virou-se e saiu rápido, a orelha vermelha, a caminhada engessada. Só quando ele sumiu na esquina é que eu fechei a porta.
A mãe veio em cima de mim como uma tempestade.
— Você ficou louca?! Atendeu a porta assim?! Nua?! Na frente de um menino da sua escola?!

E eu… eu saí do banho e ele me viu também! Meu Deus, Cláudia, o que as pessoas vão pensar? O que a igreja vai pensar se souberem?
Ela estava tremendo. Ainda nua. Os seios pesados subiam e desciam com a respiração agitada. A buceta dela estava visível entre os dedos que tentavam cobrir.
Eu coloquei a pizza na mesa e me virei para ela, sem fazer nenhum movimento para me cobrir.
— Foi sem querer, mãe. Eu juro. Estou tão acostumada a ficar assim em casa que… eu esqueci. Abri a porta no automático.
Ela abriu a boca para continuar a bronca, mas eu continuei, a voz mais baixa, mais honesta:
— Mas… eu gostei.

Quando vi que era o Marcos e que ele estava me olhando inteira… a buceta latejou tão forte que quase gozei em pé. Fiquei molhada na hora.

E quando você saiu nua também… eu senti uma coisa ainda mais forte.

Desculpa. Foi sem querer. Mas eu gostei.
A mãe ficou parada, ofegante, ainda tentando cobrir o corpo com as mãos. O olhar dela desceu pelo meu corpo nu — pelos seios pesados, pela bunda grande, pela buceta peluda e brilhante de excitação — e depois baixou para o próprio corpo exposto.
O silêncio voltou.

Só o som do ventilador e o cheiro de pizza quente no ar.
Ela respirou fundo, passou a mão no rosto e murmurou, a voz ainda trêmula:
— Vai guardar essa pizza. E a gente vai conversar sério depois.

De verdade, Cláudia. Isso não pode acontecer de novo.
Mas enquanto falava, ela não foi buscar roupa.

Ficou ali, nua, na sala, comigo.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


272381 - Conto 16 – O Biquíni de Crochê - Categoria: Exibicionismo - Votos: 0
272380 - Conto 15 – Férias no Rio Negro - Categoria: Exibicionismo - Votos: 0
272379 - Conto 14 – Águas Negras - Categoria: Exibicionismo - Votos: 0
272378 - Conto 13 – Mãe e Filha Putas - Categoria: Exibicionismo - Votos: 0
272377 - Conto 12 – Duas Putas - Categoria: Exibicionismo - Votos: 0
272376 - Conto 11 – A Casa dos Pelados - Categoria: Exibicionismo - Votos: 0
272374 - Conto 10 – O Calor Gostoso - Categoria: Exibicionismo - Votos: 0
272373 - Conto 9 – Naturistas - Categoria: Exibicionismo - Votos: 1
272369 - Conto 8 – A Minha Vez - Categoria: Exibicionismo - Votos: 0
272364 - Conto 6 – O Fim da Liberdade - Categoria: Exibicionismo - Votos: 0
272363 - Conto 5 – A Primeira Estranha - Categoria: Exibicionismo - Votos: 0
272357 - Conto 3 – O Jardim Que Voltamos a Habitar - Categoria: Exibicionismo - Votos: 0
272355 - Conto 2 – Conquistando o Espaço - Categoria: Exibicionismo - Votos: 1
272353 - Conto 1 – O Calor Que Despiu a Fé - Categoria: Exibicionismo - Votos: 0
270524 - Episódio 23 – A festa da gestora (Parte 1) (contado por Anita) - Categoria: Exibicionismo - Votos: 2
270522 - Episódio 22 – A noite no barco (contado por Anita) - Categoria: Exibicionismo - Votos: 1
269583 - Episódio 20 – A massagem do velho (contado por Anita) - Categoria: Exibicionismo - Votos: 2
269582 - Episódio 19 – A visita do pai (em Coari) (contado por Anita) - Categoria: Exibicionismo - Votos: 2
269581 - Episódio 18 – Todos na casa (contado por Anita) - Categoria: Exibicionismo - Votos: 2
269580 - Episódio 17 – No meio da mata (contado por Anita) - Categoria: Exibicionismo - Votos: 2
269579 - Episódio 16 – Os peladões da mata (contado por Anita) - Categoria: Exibicionismo - Votos: 2
269572 - Episódio 15 – A família volta (contado por Anita) - Categoria: Exibicionismo - Votos: 2
269571 - Episódio 14 – O banho à beira do rio (contado por Anita) - Categoria: Exibicionismo - Votos: 2
269570 - Episódio 16 – Vila Canaã (contado por Anita) - Categoria: Exibicionismo - Votos: 2
269569 - Episódio 15 – Parte 3 (contado por Cíntia) - Categoria: Exibicionismo - Votos: 2
269562 - Episódio 15 – Parte 2 (contado por Cíntia) - Categoria: Exibicionismo - Votos: 2
269561 - Episódio 15 – Parte 1 (contado por Cíntia) - Categoria: Exibicionismo - Votos: 2
269560 - Episódio 14 – A chegada de Bruna (contado por Cíntia) - Categoria: Exibicionismo - Votos: 2
269559 - Episódio 11 – A Casa de Cintia - Categoria: Exibicionismo - Votos: 3
269160 - Episódio 10 – Parte 3 (contado por Anita) - Categoria: Exibicionismo - Votos: 4

Ficha do conto

Foto Perfil casalamazonas
casalamazonas

Nome do conto:
Conto 4 – A Campainha

Codigo do conto:
272360

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
15/09/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0