Mas logo atrás veio uma onda quente e molhada que desceu direto para entre as pernas. Minha buceta latejou forte. Senti os pelos ficarem imediatamente mais úmidos. O coração batia tão alto que eu tinha certeza que ele escutava.
— C-Cláudia… — ele gaguejou, a voz falhando.
Eu não me cobri.
Não corri.
Fiquei parada na porta, nua, sentindo o olhar dele queimar em cada centímetro do meu corpo. A excitação era tão intensa que minhas coxas tremeram.
— A pizza… — consegui dizer, a voz rouca.
Foi aí que a porta do banheiro se abriu no corredor.
A mãe saiu nua, enxugando o cabelo com uma toalha, os seios pesados balançando, a buceta com pelos mais ralos e alguns fios grisalhos à mostra, a bunda larga e macia. Ela ainda falava:
— Cláudia, quem é que tá na por—
Travou.
Os olhos dela encontraram Marcos.
Marcos encontrou o corpo nu da minha mãe.
O silêncio que se formou foi tão denso que deu para ouvir o ventilador da sala.
Maria soltou um grito abafado, tentou cobrir os seios com uma mão e a buceta com a outra, mas a toalha caiu no chão. Ficou ali, vermelha, ofegante, nua na frente do entregador.
— Cláudia! — a voz dela saiu estrangulada. — Fecha essa porta agora!
Mas eu não fechei.
Pelo contrário. Estendi a mão e peguei a caixa de pizza. Meus seios balançaram com o movimento. A buceta peluda ficou ainda mais exposta quando me inclinei um pouco.
— Quanto que deu, Marcos?
Ele engoliu em seco. O volume na calça estava impossível de esconder. O rosto estava vermelho como se tivesse pegado fogo.
— Vinte… vinte e cinco. Mas… você já pagou no cartão.
Eu sorri, nervosa e excitada ao mesmo tempo. A umidade escorria pelos meus pelos densos e descia pela coxa interna.
— Então tá. Obrigada.
Ele entregou a caixa sem conseguir tirar os olhos do meu corpo… e do corpo da minha mãe, que ainda tentava se cobrir sem sucesso. Depois deu um passo para trás, quase tropeçando.
— Tchau… Cláudia. Dona Maria.
Virou-se e saiu rápido, a orelha vermelha, a caminhada engessada. Só quando ele sumiu na esquina é que eu fechei a porta.
A mãe veio em cima de mim como uma tempestade.
— Você ficou louca?! Atendeu a porta assim?! Nua?! Na frente de um menino da sua escola?!
E eu… eu saí do banho e ele me viu também! Meu Deus, Cláudia, o que as pessoas vão pensar? O que a igreja vai pensar se souberem?
Ela estava tremendo. Ainda nua. Os seios pesados subiam e desciam com a respiração agitada. A buceta dela estava visível entre os dedos que tentavam cobrir.
Eu coloquei a pizza na mesa e me virei para ela, sem fazer nenhum movimento para me cobrir.
— Foi sem querer, mãe. Eu juro. Estou tão acostumada a ficar assim em casa que… eu esqueci. Abri a porta no automático.
Ela abriu a boca para continuar a bronca, mas eu continuei, a voz mais baixa, mais honesta:
— Mas… eu gostei.
Quando vi que era o Marcos e que ele estava me olhando inteira… a buceta latejou tão forte que quase gozei em pé. Fiquei molhada na hora.
E quando você saiu nua também… eu senti uma coisa ainda mais forte.
Desculpa. Foi sem querer. Mas eu gostei.
A mãe ficou parada, ofegante, ainda tentando cobrir o corpo com as mãos. O olhar dela desceu pelo meu corpo nu — pelos seios pesados, pela bunda grande, pela buceta peluda e brilhante de excitação — e depois baixou para o próprio corpo exposto.
O silêncio voltou.
Só o som do ventilador e o cheiro de pizza quente no ar.
Ela respirou fundo, passou a mão no rosto e murmurou, a voz ainda trêmula:
— Vai guardar essa pizza. E a gente vai conversar sério depois.
De verdade, Cláudia. Isso não pode acontecer de novo.
Mas enquanto falava, ela não foi buscar roupa.
Ficou ali, nua, na sala, comigo.