Ele foi à igreja conosco algumas vezes, sentado no mesmo banco, o corpo ainda cheirando a sabão do banho compartilhado. E mais de uma vez, à noite, vi minha mãe saindo do apartamento dele, o cabelo um pouco bagunçado, a camisola torta, o jeito de quem tinha acabado de gozar.
Até que um dia cheguei mais cedo da escola.
O portão do quintal estava entreaberto. Ouvi gemidos baixos vindos do apartamento. Me aproximei em silêncio e olhei pela janela aberta.
Minha mãe estava apoiada no parapeito, os seios pesados para fora, balançando com força. Seu João estava atrás dela, nu, segurando a cintura larga dela e fodendo com vontade. A buceta da mãe, inchada e molhada, engolia o pau grosso dele a cada estocada. O som molhado e o cheiro de sexo invadiam o quintal.
Não finjo nada.
Soltei uma risadinha e falei alto o suficiente para os dois ouvirem:
— Nossa… que calor gostoso hoje, hein?
Os dois pararam na hora.
Minha mãe soltou um grito abafado, tentou se afastar, mas as pernas tremiam. Seu João saiu de dentro dela com um som úmido. O pau dele estava duro, brilhante de gozo e de molhada dela, balançando pesado.
Ela veio correndo para a porta da cozinha, completamente nua, a buceta inchada, vermelha, os lábios abertos e brilhantes, um fio escorrendo pela coxa interna.
— Cláudia! Filha… eu… a gente…
Seu João veio atrás, sem nenhuma pressa de cobrir o pau duro.
Eu estava rindo, já tirando a blusa do uniforme.
— Perdão, não queria atrapalhar. Fiquem à vontade…
Mãe, não pode deixar o Seu João assim. Vai terminar o serviço.
Ela ainda tentou argumentar, o rosto em chamas, as mãos tentando cobrir a buceta inchada sem conseguir.
— Cláudia, não é bem assim… a gente precisa conversar…
Mas Seu João passou o braço por cima dos seios dela por trás, puxou o corpo dela contra o peito e começou a se esfregar. O pau duro deslizava entre as nádegas largas da mãe.
— Amor… — ele falou baixo, a boca perto do ouvido dela — sua filha já é uma mulher e entende dessas coisas. Fica calma. É tudo normal.
Ele puxou uma cadeira da cozinha, sentou e, com as mãos na cintura dela, fez minha mãe sentar no pau dele.
No começo ela resistiu um pouco, as coxas tremendo, o rosto virado para o lado de vergonha. Mas quando a cabeça grossa abriu os lábios inchados e o pau inteiro foi entrando devagar, ela soltou um gemido longo e fundo. As mãos dela foram para os ombros dele. As coxas abriram mais. E ela começou a cavalgar.
Na minha frente.
Os seios pesados da mãe subiam e desciam com força. A buceta molhada engolia o pau grosso, fazendo barulho a cada descida. Seu João segurava a bunda larga dela, abrindo as nádegas, gemendo baixo.
Eu não aguentei.
Tirei o resto da roupa em segundos. Fiquei nua na cozinha, a buceta peluda já encharcada. Sentei na outra cadeira, abri bem as pernas e enfiei dois dedos dentro de mim, o polegar esfregando o clitóris inchado. Os olhos presos na cena: minha mãe cavalgando o pau enorme de Seu João, gemendo sem conseguir mais segurar a voz, os seios balançando, a buceta engolindo tudo.
Ela olhou para mim uma vez, os olhos vidrados de prazer, e não pediu para eu parar.
Só gemeu mais alto.
Eu masturbava sem vergonha, os dedos sumindo nos pelos densos e pretos, a buceta fazendo barulho molhado junto com a dela. O cheiro de sexo tomava conta da cozinha inteira.
Seu João olhou para mim por cima do ombro da mãe, sorriu de lado e falou, a voz rouca:
— Isso, Cláudia… aproveita também.
E a mãe, cavalgando cada vez mais rápido, só conseguiu gemer um “sim…” baixo, quase sem voz.
Os três nus na cozinha.
O pau grosso entrando e saindo da buceta da minha mãe.
Os meus dedos enterrados na minha própria buceta peluda.
E o calor de Coari entrando pela porta aberta do quintal, como se estivesse abençoando tudo.