Agora era a minha vez.
Saí de casa ainda vestida. Short, camiseta larga, sutiã e calcinha. O quintal estava escuro, iluminado só pela lua e pelo clarão fraco que vinha da cozinha. O chuveiro ainda pingava do banho de Seu João. A água que sobrava no cano estava morna, aquecida pelo dia inteiro de sol no tanque.
Abri o registro e me molhei por cima da roupa. A camiseta grudou imediatamente nos seios pesados. O short escureceu e colou na bunda grande. Fiquei assim por alguns segundos, só sentindo a água escorrer. Depois, sem pensar muito, puxei a camiseta para cima e tirei. O sutiã veio logo em seguida. Os seios caíram livres, pesados, os mamilos já duros com o contraste da água.
Ouvi a voz da mãe na janela da cozinha, baixa, quase um assobio:
— Cláudia… para com isso. Entra agora.
Estava nua da cintura para cima, a lua clareando a curva dos meus seios e o caminho de pelos que descia da barriga. Olhei na direção dela, mostrei a língua de brincadeira e continuei. Puxei o short junto com a calcinha de uma vez só. A buceta peluda e densa apareceu de uma vez, os pelos já molhados. Fiquei completamente nua no meio do quintal.
A mãe bufou baixinho, mas não gritou. Só ficou na janela, observando.
Comecei a me ensaboar com calma. Passei a mão nos seios, nos mamilos, na barriga. Depois virei de costas para a casa de Seu João e me inclinei um pouco, abrindo as nádegas. Passei o sabão devagar entre elas, esfregando o cu com dois dedos, sentindo o arrepio subir pela coluna. A água escorria pela fenda, pingava dos pelos densos da buceta.
Foi nesse momento que a janela do apartamento se abriu.
Seu João passou, parou e ficou olhando.
Levei um susto. O coração subiu na garganta. Mas não me cobri. Continuei com a mão entre as nádegas por mais um segundo antes de me virar devagar.
Ele estava só de bermuda, o peito nu. A luz fraca da casa dele iluminava metade do rosto.
— Essa água tá boa, né… com esse calor — ele comentou, a voz baixa, quase brincando.
Engoli em seco. A mão desceu sozinha para a buceta. Comecei a lavar os pelos densos, abrindo os lábios com os dedos, deixando a água e o sabão entrarem.
— Tá boa sim, Seu João — respondi, tentando manter a voz firme. — Melhor do que ficar suada o dia inteiro.
Ele não desviou o olhar. Eu também não.
— Não te incomoda eu estar tomando banho assim? — perguntei, os dedos ainda esfregando devagar.
— Não. É normal. Com o calor que faz e a água só aqui… cada um se vira como pode.
Enquanto ele falava, meus dedos continuaram o movimento. Sem perceber direito, já tinha enfiado dois dentro da buceta. Os pelos pretos e molhados se abriam em volta dos nós dos dedos. O polegar roçava o clitóris inchado. A excitação era tão forte que minhas pernas tremeram. A água escorria pela mão, misturada com outra coisa mais quente e escorregadia.
A voz da mãe ecoou da cozinha, mais alta dessa vez:
— Cláudia! Termina logo esse banho e entra!
Seu João soltou uma risadinha baixa, quase inaudível.
— Que pena…
Virou as costas, fechou a janela e sumiu dentro do apartamento.
Fiquei ali mais alguns segundos, os dois dedos ainda enterrados na buceta latejante, a lua iluminando meus seios pesados e a bunda grande molhada. Depois tirei a mão, enxaguei o corpo inteiro e fechei o registro.
Quando entrei na cozinha, nua, pingando no chão, a mãe estava encostada na pia com os braços cruzados. O olhar dela desceu pelo meu corpo — seios, barriga, mato preto encharcado — e depois subiu de novo até meu rosto.
Não falou nada.
Só suspirou fundo e jogou uma toalha em cima da mesa.
Eu peguei a toalha, mas não me enrolei nela.
Fiquei nua na cozinha, sentindo a buceta ainda pulsar, e sorri sozinha.