Pensaram que só vocês podiam ser felizes?
Minha mãe ficou branca. A boca abriu, mas nenhum som saiu.
Seu João, porém, não esperou.
Largou as malas, caminhou até ela, agarrou o vestido fino pelo decote e puxou com força. O tecido rasgou. Os seios pesados dela saltaram livres. Em dois movimentos ele tirou o resto da roupa, jogou minha mãe de quatro no chão ao meu lado e enfiou o pau enorme de uma vez só na buceta dela.
Ela gritou.
Os meninos se aproximaram. Um colocou o pau na boca dela. Outro segurou a cabeça dela e começou a meter fundo na garganta. Em poucos minutos minha mãe estava sendo comida por todos, exatamente como eu. De quatro, cavalgando, chupando dois ao mesmo tempo, a cara coberta de saliva e pré-gozo, gemendo alto enquanto o pau grosso de Seu João ia e vinha na buceta inchada.
Eu tirei os paus de dentro de mim, me virei para Seu João e falei, ofegante:
— Agora é a minha vez, pai.
Ele saiu de dentro da minha mãe, o pau brilhando de molhada dela, e me puxou pela cintura. Me colocou de quatro na frente dela e enfiou tudo de uma vez na minha buceta peluda. Minha mãe, com a boca ocupada por outro pau, olhou nos meus olhos enquanto o marido metia em mim com força. Eu gozei gritando, a buceta apertando o pau enorme dele, os pelos densos encharcados.
A partir daquele dia, Seu João passou a ter duas putas.
Dormíamos os três juntos todas as noites. Eu de um lado, minha mãe do outro, e ele no meio, o pau sempre duro, revezando entre as duas bucetas. Muitas madrugadas eu acordava com ele me comendo devagar enquanto minha mãe dormia colada nas minhas costas. Outras vezes era eu quem puxava a cabeça da minha mãe para baixo e a fazia chupar minha buceta enquanto o pau dele entrava e saía dela.
Virei viciada em lamber a buceta da minha mãe enquanto Seu João metia nela.
Ficava deitada debaixo, a língua aberta, sentindo o pau grosso dele roçar no meu rosto a cada estocada, chupando os lábios inchados dela, bebendo a mistura dos dois. Ela gemia meu nome, puxava meu cabelo e gozava na minha boca enquanto o marido enchia ela de porra.
A casa dos pelados tinha se tornado oficialmente uma casa de putas.
E eu e minha mãe éramos as duas principais.