Ia até a casa mais próxima buscar alguma coisa, ou só para sentir o vento quente na pele. Algumas pessoas da região me viam. Algumas desviavam o olhar. Outras olhavam tempo demais. Eu apenas cumprimentava e seguia, a bunda grande balançando, os seios pesados ao livre.
Meu pai não pediu para eu me cobrir nenhuma vez.
Na terceira noite, dois amigos dele apareceram. Homens do mato, da mesma idade, mãos grossas, cheiro de cigarro e terra. Vieram beber cachaça e conversar. Eu estava nua na rede, de pernas abertas, nem me incomodei em fechar. Eles olharam. Meu pai olhou para mim e depois para eles.
— Ela vive assim agora — foi tudo que ele disse.
A cachaça foi descendo. A conversa foi esquentando. Em determinado momento um dos amigos perguntou, rindo sem graça:
— E pode… encostar?
Olhei para meu pai. Ele estava sério, mas não negou. Apenas acendeu outro cigarro e ficou observando.
Levantei da rede, nua, e fui até o homem. Peguei a mão calejada dele e coloquei no meu seio pesado. Ele apertou. O outro veio atrás e passou a mão na minha bunda grande. Em poucos minutos eu estava de joelhos no chão de madeira da casa, chupando o pau de um enquanto o outro me comia de quatro. Meu pai ficou sentado na cadeira, fumando, o volume aparecendo na bermuda.
Quando o primeiro gozou na minha boca, olhei para meu pai e falei, a voz rouca de tanto chupar:
— Você também, pai.
Ele demorou só um segundo. Depois abaixou a bermuda. O pau dele era grosso, veiaúdo, já duro. Ajoelhei na frente dele e engoli. O gosto era diferente. Mais forte. Mais meu.
Os três me comeram aquela noite.
Revezaram. Me colocaram de quatro, de barriga para cima, cavalgando. Meu pai foi o que mais demorou. Meteu fundo, segurando minha cintura, gemendo baixo enquanto os amigos seguravam minhas pernas abertas. Gozei com o pau dele dentro, a buceta peluda apertando, os seios balançando com força. Quando ele gozou, encheu minha buceta e ficou parado, ofegante, ainda enterrado em mim.
Nas noites seguintes virou rotina.
Às vezes só meu pai.
Às vezes os amigos voltavam.
Uma noite foram quatro homens. Fiquei no meio da casa simples, nua, sendo comida em todos os buracos, enquanto o rio negro corria lá fora e a luz amarela da lâmpada iluminava os corpos suados.
De dia eu continuava nua.
Tomava banho no trapiche com meu pai olhando. Andava pelo caminho de terra com porra escorrendo pela coxa. Cozinhava para eles depois das fodas, ainda pelada, os seios pesados manchados de saliva e gozo seco.
As férias inteiras foram assim.
Nua na casa.
Nua no rio.
Nua no caminho.
E fodida pelo meu pai e pelos amigos dele sempre que a vontade batia.
Quando chegou a hora de voltar para Coari, meu pai me acompanhou até o barco. Eu já estava vestida de novo. Antes de eu subir, ele puxou minha mão e falou baixo:
— Qualquer hora você volta. A casa continua aberta. E sem roupa.
Sorri, beijei o rosto dele e entrei no barco.
A buceta ainda latejava gostoso da última foda da manhã.
E as águas negras do rio ficaram para trás, carregando o cheiro do meu corpo nu.