Conto 11 – A Casa dos Pelados


A partir daquele dia na cozinha, minha mãe e Seu João não se aguentavam mais.
Transavam o tempo todo. De manhã no chuveiro do quintal. De tarde na rede. De noite no quarto, com a porta aberta, gemendo sem se importar se eu escutava. Às vezes eu passava e via o pau grosso dele saindo molhado da buceta da mãe, ou ela de joelhos chupando. E eu, nua, parava no corredor e me masturbava ali mesmo, olhando.
Não demorou. Em menos de dois meses eles casaram no civil. Seu João virou meu padrasto. O apartamento do fundo ficou vago de novo. A casa inteira voltou a ser só nossa — agora em três.
Na lua de mel eles viajaram para Manaus. Fiquei com a casa só para mim durante uma semana inteira.
Chamei Larissa no mesmo dia.
— Vem dormir aqui. A casa tá só minha. A gente fica nua o tempo todo.
Ela veio. Passamos aqueles dias completamente peladas. Tomávamos banho juntas no chuveiro do quintal, comíamos nua na mesa, dormíamos abraçadas na cama grande da mãe, as bucetas se tocando de leve durante a noite. Contei tudo. Que a vida nudista tinha subido de nível. Que eu via minha mãe e Seu João transando quase todo dia. Que às vezes me masturbava na porta do quarto enquanto ele metia nela com força.
Larissa ficou de boca aberta, os olhos brilhando, a mão já descendo entre as próprias pernas.
— Caralho, Cláudia… que delícia.
No final de semana seguinte resolvemos fazer uma festinha.
Era aniversário da Rute, a mais velha da turma, já tinha feito dezenove. Como a fama da “casa dos pelados” já corria solta na escola, tivemos uma ideia: festa nudista. Quem quisesse vir, vinha. Mas tinha que ficar nu.
Rute topou na hora.

No total: eu, Larissa, Rute e mais uma menina da sala — quatro mulheres. E seis meninos da nossa turma, incluindo o Marcos.
Chegaram todos vestidos, acanhados, rindo sem graça. O quintal estava iluminado só com algumas luzes de led e o som já tocava um funk pesado baixo. Eu estava nua desde o começo, os seios pesados livres, a buceta peluda à mostra. Larissa também.
Para quebrar o gelo, propus um jogo de equipes.
— Duas equipes. Quem perder a rodada tira uma peça de roupa ou faz um desafio. Vale tudo.
Começamos bebendo cerveja gelada e jogando. A cada derrota uma blusa caía. Depois uma calça. Depois o sutiã. Depois a calcinha. Os meninos foram ficando só de cueca, depois sem nada. Os paus foram aparecendo, a maioria já meio duros de nervoso e excitação.
Quando o último menino tirou a cueca, estávamos todos nus no quintal.
Os seis paus duros apontando para cima, veias saltadas, algumas gotas de pré-gozo brilhando nas cabeças. As quatro bucetas à mostra — a minha peluda e densa, a da Larissa mais rala, a da Rute bem depilada, a da outra menina com um matinho claro.
O funk ficou mais alto. As meninas começaram a dançar. Bunda batendo, seios balançando, bucetas se esfregando de leve quando a gente se encostava. Os meninos olhavam babando, masturbando devagar.
Não sei quem começou.
Acho que fui eu.
Puxei o Marcos pela mão, me agachei na frente dele e engoli o pau que eu tinha visto pela primeira vez na porta de casa meses atrás. Ele gemeu alto. Do lado, Larissa já estava de quatro no chão de cimento, um dos meninos enfiando com força na buceta dela. Rute foi parar no colo de outro, cavalgando o pau grosso enquanto mais um enfiava o dedo no cu dela.
Em poucos minutos virou orgia.
Fomos comidas por todos.
Revezamos. Eu chupei três paus seguidos enquanto outro me comia de quatro, segurando minha bunda grande e metendo fundo na buceta peluda. Gozei gritando quando o segundo menino enfiou o dedo no meu cu ao mesmo tempo. Vi Larissa ser comida nos dois buracos ao mesmo tempo, gemendo alto, a cara coberta de porra. Rute estava deitada de costas no chão, pernas abertas, enquanto dois meninos gozavam nos seios e na boca dela.
O quintal inteiro cheirava a sexo, suor e cerveja. Gemidos, barulho de pele batendo, risadas bêbadas. Eu gozei tantas vezes que perdi a conta. A buceta ardia gostoso, os pelos densos encharcados de porra de vários meninos. Em determinado momento estava de joelhos chupando um enquanto outro me comia por trás e um terceiro esperava a vez segurando o pau duro na minha cara.
Quando o sol começou a clarear, estávamos todos caídos pela área de serviço e pela sala, nus, suados, cobertos de porra seca e saliva. A festa tinha acabado. A orgia também.
Rute, ainda ofegante, com porra escorrendo da buceta depilada, olhou para mim e riu:
— Melhor aniversário da minha vida, porra.
Eu, deitada de pernas abertas, a buceta peluda latejando e cheia, só consegui sorrir.
A casa dos pelados tinha oficialmente subido de nível.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Conto 11 – A Casa dos Pelados

Codigo do conto:
272376

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
15/09/2026

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