No total: eu, Larissa, Rute e mais uma menina da sala — quatro mulheres. E seis meninos da nossa turma, incluindo o Marcos.
Chegaram todos vestidos, acanhados, rindo sem graça. O quintal estava iluminado só com algumas luzes de led e o som já tocava um funk pesado baixo. Eu estava nua desde o começo, os seios pesados livres, a buceta peluda à mostra. Larissa também.
Para quebrar o gelo, propus um jogo de equipes.
— Duas equipes. Quem perder a rodada tira uma peça de roupa ou faz um desafio. Vale tudo.
Começamos bebendo cerveja gelada e jogando. A cada derrota uma blusa caía. Depois uma calça. Depois o sutiã. Depois a calcinha. Os meninos foram ficando só de cueca, depois sem nada. Os paus foram aparecendo, a maioria já meio duros de nervoso e excitação.
Quando o último menino tirou a cueca, estávamos todos nus no quintal.
Os seis paus duros apontando para cima, veias saltadas, algumas gotas de pré-gozo brilhando nas cabeças. As quatro bucetas à mostra — a minha peluda e densa, a da Larissa mais rala, a da Rute bem depilada, a da outra menina com um matinho claro.
O funk ficou mais alto. As meninas começaram a dançar. Bunda batendo, seios balançando, bucetas se esfregando de leve quando a gente se encostava. Os meninos olhavam babando, masturbando devagar.
Não sei quem começou.
Acho que fui eu.
Puxei o Marcos pela mão, me agachei na frente dele e engoli o pau que eu tinha visto pela primeira vez na porta de casa meses atrás. Ele gemeu alto. Do lado, Larissa já estava de quatro no chão de cimento, um dos meninos enfiando com força na buceta dela. Rute foi parar no colo de outro, cavalgando o pau grosso enquanto mais um enfiava o dedo no cu dela.
Em poucos minutos virou orgia.
Fomos comidas por todos.
Revezamos. Eu chupei três paus seguidos enquanto outro me comia de quatro, segurando minha bunda grande e metendo fundo na buceta peluda. Gozei gritando quando o segundo menino enfiou o dedo no meu cu ao mesmo tempo. Vi Larissa ser comida nos dois buracos ao mesmo tempo, gemendo alto, a cara coberta de porra. Rute estava deitada de costas no chão, pernas abertas, enquanto dois meninos gozavam nos seios e na boca dela.
O quintal inteiro cheirava a sexo, suor e cerveja. Gemidos, barulho de pele batendo, risadas bêbadas. Eu gozei tantas vezes que perdi a conta. A buceta ardia gostoso, os pelos densos encharcados de porra de vários meninos. Em determinado momento estava de joelhos chupando um enquanto outro me comia por trás e um terceiro esperava a vez segurando o pau duro na minha cara.
Quando o sol começou a clarear, estávamos todos caídos pela área de serviço e pela sala, nus, suados, cobertos de porra seca e saliva. A festa tinha acabado. A orgia também.
Rute, ainda ofegante, com porra escorrendo da buceta depilada, olhou para mim e riu:
— Melhor aniversário da minha vida, porra.
Eu, deitada de pernas abertas, a buceta peluda latejando e cheia, só consegui sorrir.
A casa dos pelados tinha oficialmente subido de nível.