O retorno do pai - 5



O beijo continuou, mas agora mais intenso.

Nossas línguas se encontraram, ele me envolveu nos braços dele e me vi sendo abraçada.

Então ele me levantou. No colo dele, como se eu não tivesse vinte e seis anos e um metro e setenta e três, como se eu fosse a menina pequena que ele devia ter carregado.

Me levou pra dentro, atravessou a sala no escuro, e eu senti o braço dele tremendo.

“Quarto é o segundo”, sussurrei no ouvido dele, e mordi o lóbulo.

A porta do meu quarto fechou com o pé. Ele me deitou na cama e ficou parado em pé, no escuro, só a luz do poste entrando pela janela, o ventilador girando em cima.

Eu via o vulto dele. Ombros largos, respiração funda, as mãos fechadas ao lado do corpo como se ele estivesse se segurando.

“Tira a roupa”, eu falei.

Ele obedeceu. Devagar. Botão por botão, a camisa de linho abrindo no peito moreno, os pelos grisalhos descendo pela barriga.

Eu puxei a minha camiseta por cima da cabeça e joguei no chão. Fiquei de sutiã de algodão, o suor colando nas costas. Ele olhou. Olhou muito. E depois ajoelhou na beira da cama, e a boca dele desceu no meu pescoço.

Quente. A barba por fazer raspando na pele fina debaixo do queixo, os lábios sugando ali, o hálito de cerveja e cigarro misturado com o cheiro de sabonete.

Senti a mão dele descer pelas minhas costas, o polegar encaixando exatamente no fecho do sutiã. Ele abriu com um gesto rápido, de homem que já fez aquilo mil vezes, e eu fiquei solta, os seios caindo pra fora, pesados.


Ele parou. Levantou o rosto e olhou.

“Deus do céu, filha.” A voz rouca. “São maiores do que eu imaginei.”

"E desde quando o senhor imaginava eles”

"Desde aquele dia da torneira"

"Eu sabia. Sabia q tinha olhado"

"E vc, desde quando sentiu isso por min!?

Ele começou a chupar um mamilo.

Meu corpo arqueou sozinho. Senti cada terminação nervosa acordando ao mesmo tempo, a boca dele morna, a língua desenhando círculos, o outro seio seguro na mão larga dele, quente, o polegar passando por cima do bico.

Eu gemi. Um gemido comprido, alto, que eu não soltava há meses.

"Aaiiên q tesao. Eu não sei pai, só sei que quero que o senhor seja meu homem"

Ele riu, sugou meu peito com mais força

Gemi mais alto

Ele abafou com a mão livre.

“O menino”, ele sussurrou.

“Lucas tá dormindo.” respondi

Ele ficou trocando de seio, mamando como se tivesse fome guardada. Eu me empurrei contra a coxa dele e senti. Duro. Comprido. Através da calça, subindo pela minha perna.

Meu estômago revirou. Fazia quase um ano que eu não tinha aquilo dentro de mim.

Ele desceu.

Língua no meio dos meus seios, na barriga, no umbigo. Puxou meu shortinho de dormir com os dedos, tirou junto a calcinha, e ficou com a cara entre as minhas coxas, respirando ali em cima.

Eu pdia sentir que estava molhada. O cheiro de boceta subindo entre nós. Ele passou o nariz pela dobra do meu quadril e fez um som grave, de satisfação.

"Porra, ta molhada pra caralho "

“É de tesão.”


Ele lambeu. Uma lambida comprida, de baixo pra cima, e eu gritei no travesseiro. Ele não acelerou. Fez devagar, como quem tem tempo, chupando cada canto, a língua entrando no buraco e saindo, o queixo dele todo molhado.

Colocou um dedo na entrada. Só a ponta.

Empurrou.
“
Ain.” A palavra saiu esganiçada. “Aí, pai.”

Ele levantou o rosto. O queixo brilhando na luz do poste.

“Fala de novo.”

“Pai.”

Ele enfiou o dedo até o fundo. Eu apertei os lençóis. As paredes da minha boceta se contraíram em volta do dedo dele: eu senti.

Ele mexeu devagar, para dentro e para fora, e depois enfiou o segundo. Eu me abri pra ele como se aquilo fosse a coisa mais natural do mundo.

Dois dedos grossos, o anel raspando. Ele dobrava por dentro e acertava um ponto que ninguém tinha acertado em anos.

“aaaain caralho"

"Isso meu amor, geme pra papai"

E eu gemi. Alto. Ele tirou os dedos molhados e levou até a boca, provando.

"Nunca imaginei um dia sentir o gosto da boceta da minha filha.

"Tá gostoso!?

"Muito"

Depois se levantou do chão, tirou a calça com as duas mãos, e a cueca foi com ela. Ficou parado ali. Nu. O pau dele subindo, escuro, grosso, a cabeça brilhando no escuro. Não era mais meu pai. Era um homem. Um homem que queria me foder, e eu queria que ele metesse.

Eu abri as pernas.

“Vem pai, anda, me come"

Ele subiu na cama. Ajoelhou entre as minhas coxas, encostou a cabeça do pau dele na entrada molhada da minha boceta e ficou ali, passando o pau dele de leve, olhando nos meus olhos. Um instante. Dois. Um silêncio em que nós dois sabíamos o que estava por vir.

Ele empurrou.

Entrou devagar, centímetro por centímetro, e cada centímetro que penetrava eu apertava o lençol. Ele parou no fundo, parado, o quadril colado no meu, e ficou ali, respirando em cima de mim, o suor do peito dele pingando no meu.

“Meu Deus, filha.” A voz saiu quebrada. “que boceta gostosa.”

“Faz tempo.”

“Faz tempo o quê?”

“Que um homem não me come.”

"Se quiser posso te comer sempre que você quiser "

"Aain, eu quero.

Ele fechou os olhos. E começou.

Primeiro devagar. Saía quase até a ponta e voltava fundo, devagar, medindo meu corpo com o dele.

Cada estocada acertava por dentro um ponto que me fazia abrir a boca sem som. Eu ia subindo pela cama, ele tinha que me segurar pelo quadril, os dedos dele afundando na minha gordura da cintura, a bunda batendo na parte de dentro das coxas dele.

“Assim”, eu sussurrei. “Assim, pai.”

Ele acelerou. Agora mais fundo, mais forte, o pau raspando toda a parede da minha boceta, o som dos nossos corpos subindo no quarto junto com o clique do ventilador.

A cama começou a bater na parede. Ele agarrou a cabeceira com a mão livre e meteu com o corpo todo, e cada estocada arrancava um gemido meu que eu tentava engolir no travesseiro.

“Tá vendo o que tu faz comigo?” ele falou, entre respirações. “Tá vendo?”

“Tô.”

Tu é perfeita, minha filha.” Ele desceu a boca no meu pescoço e meteu mais devagar. “Peitos macios. Cheirosos. Boceta molhada.”

Lambuzou o lábio no meu ouvido. “Eu te amo.”

Aquelas três palavras me rasgaram por dentro.

“Também te amo, pai.” As mãos subiram pelas costas dele, cravando as unhas nos ombros largos.

“Nunca mais sai da minha vida.”

“Eu prometo.” Ele enterrou fundo e ficou ali.

“Sempre vou tá contigo.”

“Promete, pai?”

“Prometo.”

“Promete, pai?”

“Prometo.”

E eu puxei ele pela nuca, colei a boca na dele e sussurrei contra os lábios: “Ai, que tesão. Fode tua princesinha.”

Ele tomou fôlego. Um som grave e fundo subiu do peito dele, e as duas mãos me viraram de lado, sem sair de dentro.

Ficamos de lado, ele atrás de mim, o braço passando por baixo do meu seio, e meteu de novo. Agora eu não podia mais olhar pra ele. Só sentir. A mão dele segurando meu peito, o quadril batendo na minha bunda, a boca dele no cangote, mordendo de leve.


“aai isso. Fode, pai.”


Ele enfiou mais fundo do que antes. A mão desceu pela minha barriga, entrei pelas pernas, e os dedos dele tocaram meu clitores.

Passou devagar. Eu gritei de novo, o corpo inteiro subindo como uma onda que não vinha do ventre, vinha da espinha, subia pelo estômago, queimava.

“Não para”, eu pedi.

“Não vou parar.”

Ele metia e esfregava ao mesmo tempo, o pau raspando por dentro e o dedo por fora, e eu cheguei sem aviso. Fechei as pernas, apertei o pau dele com tudo o que eu tinha, e aquele espasmo veio longo, doloroso, doce, um atrás do outro.

"Aaaaaain caralhouuuu"

Atrás de mim, ele continuou metendo. Mais rápido. Mais forte. A respiração dele cortada, o suor pingando nas minhas costas.

“Vou gozar, filha.”

“Dentro.”

“Tem certeza?”

“Dentro, pai. Eu quero sentir.”

Ele gemeu. Não foi grito. Foi um som fundo. Eu senti o pau dele latejando dentro de mim, cada jato quente contra a minha parede, e ele continuou metendo até sair tudo, até ficarmos os dois molhados de suor e sem ar, na cama de conchinha

Ficamos deitados de lado, ele atrás de mim, o braço passando por cima do meu corpo, a mão grande aberta no meio dos meus seios como se guardasse alguma coisa ali. A perna dele enrolada na minha. A minha boceta escorrendo a porra dele entre as coxas.

“Ain, que saudade que eu tava de um homem me comendo”, eu murmurei pro escuro.

Ele riu contra a minha nuca.

De repente escuto algo

A voz do Lucas atravessou a parede

“Mãe?”

Meu pai tirou a mão do meu peito como se ela tivesse queimado. O colchão rangeu quando eu me levantei.

Peguei a camiseta do chão, vesti de qualquer jeito, e saí do quarto. No corredor, o piso frio nos pés..

“Tô aqui, amor.”

Ele estava sentado na cama, o cabelo amassado de um lado, olhos apertados de sono. A bola de futebol caída no chão. “Escutei barulho.”

“Foi o ventilador. Tá batendo.” Sentei na beira do colchão dele e passei a mão no cabelo do menino. “Dorme. Amanhã a gente vai na praia.”

“O vô vai?”

Minha garganta fechou.

“Vai.”

Ele sorriu, satisfeito, e se deitou de novo, abraçado ao travesseiro. Fiquei ali até a respiração dele ficar funda outra vez. Depois voltei pro meu quarto. Meu pai estava de pé, já vestido, a camisa de linho meio amassada, os dedos parados no meio dos botões.

“Ele tá bem?”, ele perguntou.

“Tá.”

Ficamos os dois no escuro. O ventilador clicando. O cheiro do quarto era uma mistura de suor, sexo e sabonete, e eu sabia que ia sentir aquele cheiro no travesseiro por dias.

“Eu vou embora”, ele disse.

Ta

Ele se aproximou. Me beijou na testa — um beijo de pai, dessa vez

Depois saiu. Ouvi o portão, o motor do fiat, o som dele indo embora pela rua estreita. Deitei sozinha na cama molhada.

Ele voltou na quarta


Foi numa quarta de manhã, quando eu voltava da casa da dona Lúcia com as mãos cheias de sacola

Pediu autorização pra entrar, como se ja não fosse de casa

Ele entrou, pôs a mochila no canto da sala, e foi consertar a dobradiça do armário que vivia caindo. Ao meio-dia comemos. À noite ele dormiu no sofá. Na quinta, dormiu no meu quarto.

Assim começou.

A gente não combinou nada. Não falou de futuro.

As semanas passaram e ele foi ficando cada vez mais comigo. Comprou uma gaveta na minha cómoda sem perguntar.

Trouxe duas camisas penduradas num cabide. Ensinou o Lucas a andar de bicicleta na calçada. Fez o almoço de domingo com macarrão e frango, do jeito dele, com alho demais. O menino passou a dormir sem chamar a mãe três vezes por noite.

Descobri que ele gostava de manhã. Me acordava com a mão por baixo da camiseta, o polegar girando no bico do meu seio.

Não precisava falar nada. Eu abria as pernas, e ele entrava devagar, e a gente fodia com o quarto ainda escuro e o galo do vizinho cantando lá fora.

"Mete pai, vai!!"
"Toma meu amor, do jeito que você gosta"

Meses passaram. Março virou junho, junho virou setembro e Lucas fez sete anos num bolo de aniversário com velinha e brigadeiro de panela.

As contas deixaram de me assombrar. Tinha dinheiro para as coisas, e para as coisas que eu não sabia que queria. Paguei a luz adiantada. Comprei um fogão novo

Ja tinha passado sete meses que meu pai vivia um vida dupla comigo e consequentemente refletia na outra vida dele em Santos.

Mais alguns meses passaram e chegou o dia que ele me olhou e disse

“Você vai ter teu pai no telhado de tarde, e marido na cama de noite.”

Eu sabia que a partir daquele dia ele vinha pra ficar.

Meu pai separou da sua mulher, e veio morar comigo.

Os meses foram passando ja estávamos no meio do ano seguinte.

chegou com festa na escola do Lucas. Meu pai compareceu de camisa azul-marinho, sentou numa cadeira pequena demais e filmou tudo com uma câmera emprestada. O menino apresentou uma dança junina, todo torto, e no fim da apresentação gritou "meu pai tá ali!" para o diretor.

Meu coração parou.

"Ele falou pai", eu sussurrei e meu pai riu e disse:"deixa, ta tudo bem, de certa forma, agora eu sou.

No fim de semana, aproveitamos uma praia no Guarujá

"Vem cá, filha."

"Pra onde?" Eo o Lucas?
"Ele ta com a dona Cida"

Subimos num alpendre. Tinha um quartinho lá na parte de cima

"Vem ."

Pai, o q o senhor vai aprontar

Fui. Sentei no colo dele. O pau dele estava duro por baixo da sunga. Senti o tesao subir da minha barriga quando a mão dele pousou na parte de trás do meu biquini.

"Sonhei com a gente transando aqui", disse ele, a voz rouca.

"É fetiche? Transar aqui no alpendre"

Ele riu.

Ele encostou o polegar no meu lábio inferior. Ele puxou meu rosto para o dele e beijou devagar


beijo veio lento, úmido, morno. Conhecia o gosto da minha boca, o jeito como eu respirava fundo antes de abrir mais. A mão dele subiu pelas minhas costas, puxou nó do biquíni deixou a alça cair do ombro. A boca desceu pelo pescoço. Ele me mordeu ali, naquela veia que pulsa perto da orelha, e eu gemi.

"Tira", pedi.

Ele tirou. O meu biquíni foi pro chão. Fiquei so com a parte de baixo e nada mais. Ele me olhou de cima a baixo, os olhos demorando nos meus seios, na dobra da cintura, no quadril largo que eu sempre achei defeito. Ele lambeu os beiço

Ele me colocou no sofá. O corpo afundou naquele tecido áspero e quente. Ele ajoelhou entre as minhas pernas, colocou o pau pra fora. o caralho saltando para fora, grosso, a ponta molhada. Ele tocou a cabeça no meu biquíni, por cima do tecido.

O pau dele subiu. Era escuro, veiado, o mesmo que me abria toda noite. Lambi a ponta devagar, depois chupei com a boca inteira, sentindo ele pulsar na língua.

As mãos dele afundaram no meu cabelo. Ele-deixava eu fazer meu tempo, e eu fazia. Cuspia, lambia, chupava até as bolas, voltava, levava fundo. A cadência do meu pescoço acompanhava o rosnado baixo que saía da garganta dele.


"Levanta", ele gemeu.

Fiquei de quatro. Ele puxou meu biquíni de lado e meteu.

Entrou seco e apertado, porque eu estava molhada por dentro mas não por fora, e a dor foi um relâmpago bom que explodiu na espinha. Ele ficou parado um segundo, a respiração presa, e depois arregaçou.

"Ai, pai."


Fode, pai. Fode essa boceta."

Ele metia com força, o quadril batendo na minha bunda,. A mão direita puxou meu cabelo para trás, a esquerda esfregou meu clitores Eu empurrava de volta contra ele, querendo mais, querendo que ele metesse até o talo, até o fundo.

Eu virei o rosto,

Fazendo cara de menina sapeca

" te amo pai"

Ele não aguentou, aumentou a velocidade das estocadas e gozou na minha xota.

Pqp não aguento quando vc faz isso

Eu rir, sabia como deixar ele louco

E fodemos assim muitos outros dias.

Foi assim que a minha casa, não ,minha vida virou do completo avesso.O homem que me deu a vida, fez o dever de pai,e agora fazia o dever de macho.

E foi assim que meu coração, cheio de rachaduras, aprendeu a bater junto com o dele, como pai, como homem, como tudo.

13 de agosto de 2006.

Foto 1 do Conto erotico: O retorno do pai - 5

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O retorno do pai - 5

Codigo do conto:
273339

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
27/09/2026

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