Eu e meu pai no sertão - 2



Os dias que se seguiram pareciam transcorrer normais, quer dizer, minha ida ao colégio Alcir Veredas, onde eu construía meu futuro, não havia mudado, nem a volta pra casa no terreno batido. Também a roça era a mesma de sempre, o calor talvez estivesse mais forte, pedindo por chuva.

Se as coisas fora de casa pareciam as mesmas de sempre,as de dentro de casa não se podia dizer o mesmo. Desde que ajudei meu pai com suas dores em seu pau, ele abaixava a cabeça me negando um olhar.

Olhar esse que também negaria, pois tinha medo de deixar transparecer para ele que passei a semana inteira com aquela cena do pau dele espirrando porra pra todo lado na cabeça. Não é como se pensasse a todo momento. De dia eu conseguia me ocupar — tinha a roupa pra lavar, o almoço pra fazer

Mas de noite, quando a casa ficava quieta, era como se o quarto do meu pai chamasse por mim. Eu via a mão dele fechada em volta do pau. Via as veias pulsando contra os meus dedos. Via o jato branco saltando e escorrendo pelo meu pulso.

Então, numa sexta-feira como qualquer outra, depois de secar a louça, meu pai sentou na mesa da cozinha, torceu as mãos grossas uma na outra e disse:

— Filha, senta aqui. Preciso falar uma coisa com você.

Sentei

— Sobre... — ele começou, e parou. Coçou a nuca. — Sobre o que aconteceu outro dia. Na massagem.

— Eu sei, pai.

— Não, você não sabe. — Ele respirou fundo.Chegou uma hora que eu não posso mais ficar calado, senão você fica com uma ideia errada na cabeça.

— Então fala

— A ereção do homem funciona que nem a chuva na terra, entende? O solo, quando tá seco, ele espera a água. A água cai e o solo abre, se fende, bebe tudo. O corpo da gente é igual. O sangue desce, o pau enche, endurece. Não é porque o homem quer. É porque a natureza pediu. É pra fecundar.

— E quando o senhor... gozou?

Ele ficou vermelho até as orelhas. Talvez eu devesse escolher melhor as palavras, mas era a que eu tinha ouvido a respeito

— Aquilo é a semente. É o que o homem dá pra mulher pra fazer brotar a vida. Sai por si mesmo, quando o corpo entende que cumpriu o que devia.

— Mas eu não sou sua mulher, pai.

— Não, e nunca vai ser.— O que aconteceu ali não foi escolha. Foi o corpo respondendo a uma outra necessidade

Ficamos os dois quietos por um tempo. A panela de ferro ainda fumegava no fogão.

Então de repente o pai muda o rumo da prosa, fala da mãe, da saudade, do medo de ficar sozinho naquela casa.

Então estiquei as mãos tocando a dele

— O senhor não ta sozinho.

— Eu sei fia, mas é outro tipo de solidão que me refiro

— E tem mais de uma!?

— Se tem..

— E poque não posso ajudar com essa outra.

— Pode fia, voce pode, mas não deve

— Mas tanta coisa já é meu dever, o que essa tal de solidão tem de tão diferente de lavar a casa, dar de comer as galinha?

— Talvez um dia a gente descobre junto, por ora, assim vai ser.

Quatro dias se passaram depois daquele conversa. E veio uma nova crise.

Estava cozinhando quando ouvi o gemido. Não era um gemido de dor contida. Era um som arrancado, que vinha de dentro, que doía só de escutar. Encontrei ele caído de bruços na cama, o corpo inteiro tremendo.

E ele estava chorando.

Meu pai, que eu nunca vi derramar uma lágrima nem quando enterrou a mãe, estava com o rosto enterrado no travesseiro e os ombros subindo e descendo.

— Pai?

— Eu não aguento mais.

— Calma pai, eu tou aqui. Anda, vira

Ele virou-se devagar. Meus dedos foram até o cordão da calça do pijama dele. Desatei o nó e fui descendo a calça dele entre os quadris. O pau dele estava livre, apontando pro teto, mais inchado do que eu já tinha visto. As veias saltavam como raízes de um tronco de arvore fora da terra. A glande brilhava de tão tensa, arroxeada nas bordas.

— Deve tá doendo muito dessa vez pro senhor chegar a chorar.

Ele mal conseguia falar.

— É como se tivesse pedra dentro de mim. Umas pontadas como de faca

— E tá mais inchado, pai.

Peguei o óleo de copaíba. Minha mão tremia. Despejei o óleo na palma e comecei.

No primeiro toque ele deu um tremelique

Eu tinha as duas mãos sujas, escorregando pelo pau, depois descendo até os testículos, que também estavam duros, pesados, quentes como pedra de fogão

Fui encontrando um ritmo, pra cima, depois pra baixo. Aos poucos ia mais rapido

— Tá melhorando, pai?

— Tá, minha filha. Tá sim.

Continuei com os movimentos. Para cima. Para baixo.O pau dele brilhava, duro.

Aos poucos, os gemidos dele começaram a mudar. O quadril dele deu um leve salto para cima. Os músculos da mandíbula foram relaxando. E o olhar dele mudou. Ficou mais brando. Mais lento. Como se ele estivesse me vendo pela primeira vez.

— Eu agora consigo notar quando a dor tá indo embora.

— Consegue, filha? Como?

— Seu olhar pra mim.

— O que tem ele?

— Muda. O senhor me olha com um olhar que eu nunca vi antes.

— É de agradecimento fia.

Sorri.

— Não precisa pai, faço poque amo o senhor.

— Também te amo fia

Então o olhar dele desceu para o meu sorriso, depois para o meu queixo, em seguida para o decote na minha camisa

Por algum motivo mordi os lábios.

Os quadris subiram contra as minhas mãos, os dedos agarraram o lençol

— O que foi pai!!?

— Ta vindo

— Vai gozar!!?

— Humrum, vou

Ele apertou minha mão

— Fia, faz mais rapido

— Assim!!?

— Isso!!

Com a mão direita pressionei com força o pau dele. Movimento para cima, para baixo, rapido, forte

— Isso fia, assim, assim


E então os jatos saltaram. Grossos. Brancos. Escorrendo entre os meus dedos, pingando pelo dorso da minha mão, caindo no colchão.

E junto com aquilo, uma coisa se acendeu em mim. Uma quentura funda, subindo de baixo, como se tivesse uma brasa dentro de mim.

Meu pai saltava um sonoro:"AAAAAAH"

o peito dele descia, subia. Então ele me olhou. Dessa vez me olhou

— O que foi fia!!? voce ta bem!?

— Pai, posso falar uma coisa?

— O que foi fia!?

— eu tô sentindo algo.

— O que é?

— Um calor forte. Assim, vindo de lá de baixo.E quando eu toco lá, sinto ela molhada.

— Vem da sua borboleta?

— Sim.

— Isso é normal, fia. Desde que o mundo é mundo, quando uma mulher ve um homem gozar, a borboleta reage. O corpo entende.

— E o que isso significa?

— Significa que ela tá pronta pra receber um pau.

CONTINUA.....

Foto 1 do Conto erotico: Eu e meu pai no sertão - 2

Foto 2 do Conto erotico: Eu e meu pai no sertão - 2

Foto 3 do Conto erotico: Eu e meu pai no sertão - 2

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Eu e meu pai no sertão - 2

Codigo do conto:
274889

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
17/10/2026

Quant.de Votos:
1

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