Eu e meu pai no sertão - 3 Final




Fechei a porta do quarto e encostei as costas na madeira. O coração batia tão forte que eu sentia nas orelhas. “Significa que ela tá pronta pra receber um pau”.
A voz do meu pai ficou girando na minha cabeça, grave, séria..

Tranquei a porta por dentro. Não sei por quê. A casa era só nossa.

Tirei a blusa suja de sêmen e joguei num canto. O shortinho desceu pelas pernas sozinho, quase sem eu puxar. Fiquei só de calcinha, parada no meio do
quarto, sentindo o ar frio da noite entrar pela fresta da janela e subir entre as coxas.

Deitei na cama de barriga pra cima. O lençol de algodão estava gelado nas costas. Fechei os olhos e a imagem veio pronta, sem eu chamar: a mão do meu pai
agarrando o lençol, os nós dos dedos brancos, o jato grosso saltando e escorrendo entre os meus dedos.

Minha mão desceu sozinha. Passou pela barriga, chegando na boceta com pelos pretos que eu nunca tinha olhado com atenção. Os dedos pararam ali, no
meio, onde o calor subia como brasa abafada.

Encostei.

O corpo inteiro deu um solavanco. Foi como levar um choque de cerca elétrica, só que por dentro. Molhada. Muito molhada. A ponta do dedo médio escorregou
pra cima e pra baixo naquele lugar que pulsava, e a minha respiração já estava descompassada antes mesmo de eu começar de verdade.

Aquilo que o meu pai chamou de borboleta. A tal da coisa que esconde dentro da gente.

— Aia… — saiu da minha boca, num fio de voz, sem eu querer.

Não tinha ninguém pra escutar. Mas mesmo assim eu tapei a boca com a mão livre, porque o som me deu vergonha.

O dedo achou um lugar no alto, um carocinho duro, escondido na dobra. Quando eu passei por ele, foi diferente. Uma pontada que não era dor. Uma coisa que
fazia o quadril subir da cama, querendo mais. Fiquei ali, tateando, descobrindo aos poucos, como quem procura o caminho de um riacho no mato escuro.

E a mão soube. Não sei de onde veio aquela sabedoria, mas soube. Dois dedos de um lado, o polegar de outro, o ritmo veio igual a chuva fina: lento no começo,

depois firme, depois mais rápido, molhado, escorregando, voltando.

A imagem voltou. O pau do meu pai, grosso, cheio de veias, saltando na minha mão. O leite branco espirrando no meu pulso. A boca dele aberta num gemido
que eu nunca tinha escutado de homem nenhum. Aquele gemido me arrepiava até os cabelos do braço.

O quadril começou a subir sozinho. A cama rangia embaixo de mim, um rangido curto, ritmado, que parecia dizer o que eu estava fazendo.

Uma pressão foi se ajuntando lá no fundo, embaixo do umbigo. Pressionava como quem aperta um pano molhado. Aumentava. Puxava. E eu ia junto, os dedos
loucos, o polegar cada vez mais rápido, a outra mão agarrando o lençol do mesmo jeito que o meu pai agarrou.

E então.

O corpo travou. As pernas fecharam em volta da minha própria mão. A barriga subiu. Ficou tudo branco por dentro dos olhos por um instante, e veio uma onda
quente descendo de mim, um tremor longo, gostoso, que me deixou ofegante, molhada até o lençol, os dedos parados ali, sentindo cada última ondulação.

Fiquei deitada, o peito subindo e descendo, olhando o teto.

Então era isso.

Foi a primeira vez na minha vida que tinha feito aquilo

E naquela noite eu repeti. E na manhã seguinte também. E na seguinte. Descobri que antes de dormir era o melhor, quando a casa ficava quieta e eu podia abafar o rosto no travesseiro. Aprendi os caminhos com mais calma: que a pressa não era amiga, que os dedos deviam voltar muitas vezes antes de chegar lá, que tudo ficava mais gostoso quando eu apertava o clitóris entre dois dedos e ficava parada, sem mexer.

Guardei pra mim. Ou quase.

Foi no almoço, quatro dias depois, enquanto eu servia o arroz e ele cortava a carne, que a coisa saiu da minha boca sem eu pensar.

— Pai, o senhor lembra do que falou outro dia? Do calor que eu senti?

A faca dele parou no prato.

— Lembro.

— Eu descobri como resolve. À noite, na minha cama.

— Resolve — ele repetiu. — Então você aprendeu.

— Aprendi. Sozinha. A mão vai lá e… e passa.

Ele soltou o garfo na mesa. Aí olhou pra mim, e o olhar dele era o mesmo daquele dia, sério, fundo. E a fala veio mansa:

— Filha, você lembra da solidão que falei antes.

— Sim pai, lembro

— Então, era sobre isso.Você ta lidando com a sua

— Se é assim,eu também tô lidando com a do senhor

Ele ficou quieto. Um silêncio comprido. Depois assentiu, devagar, e disse:

— Tá. Está mesmo.

Levantou-se e foi pra fora, e me deixou com aquela frase na cabeça. Está mesmo.

A dor veio na madrugada da quinta. Forte como das outras vezes. Entrei no quarto e o encontrei com as duas mãos na virilha, o pijama puxado até o joelho, o pau apontando pra cima, roxo, as veias saltadas como raiz velha.

— De novo, pai.

Sentei na beirada da cama e peguei o vidro de óleo de copaíba. Despejei na palma, esfreguei as mãos uma na outra pra aquecer, e envolvi o pau dele.

O corpo dele relaxou. A dor cedeu um pouco.

Comecei a massagem. Devagar, do jeitinho que ele gostava. A glande aparecia e sumia por cima do meu punho, brilhando de óleo. Os testículos pesados embaixo, quentes. Eu conhecia o ritmo já, sabia quando ele estava prestes a pedir mais rápido, mas não precisava mais pedir. Eu ia
.
Foi então que eu notei.

Ele me olhava.

Não pro lado, como das outras vezes. Não pro teto. Nos meus olhos. Direto, preso. Com uma cara que não era de dor.

— O senhor tá me olhando daquele jeito — eu disse, e a mão desacelerou sozinha.

— Desculpe, fia. É mais forte do que eu.

— Não precisa pedir desculpa. — Eu acho que gosto.

Ele arregalou os olhos. Ficou parado, o maxilar tenso, e a respiração dele mudou de ritmo. Depois, devagar, ele se inclinou um pouco e encostou a mão na minha coxa.

A mão dele tremia. Cheia de calo, gorda, quente como tijolo no sol. Eu senti o calor passando pelo tecido do shortinho, e não tirei o corpo pra trás. Só fiquei.

Os dedos dele apertaram a coxa, e eu deixei escapar uma respiração descompassada.

Ele chegou mais perto. Levantou a barra da minha blusa devagar, como quem tem medo, e os meus seios pequenos apareceram, os bicos duros de frio e de outra coisa. Ele parou ali, olhando, sem tocar.

— Pai… o senhor não sente mais dor?

— Não muito. — A voz saiu baixa. — Sinto outra coisa.

— O que é?

— Vontade de ter você.

— Mas eu sempre fui do senhor.

— Verdade. — Ele assentiu, os olhos nos meus peitos. — Mas não desse jeito.

Aí ele apertou. A mão grande cobriu a minha carne, o polegar passou por cima do bico, e eu gemi baixinho, de um jeito que eu nunca gemido antes. Ele abaixou a cabeça e beijou. Primeiro um, depois o outro, a boca quente, a barba rala arranhando de leve. Eu passei a mão na cabeça dele, no cabelo preto baixinho, como quem segura um animal grande.

Ele desceu pela minha barriga. O nariz, a boca. Chegou pertinho do meio das minhas pernas, ainda por cima do tecido do shortinho, e inspirou.

— Você tem cheiro de fruta doce — ele murmurou.

Depois puxou o short por baixo, com fome, na pressa de tirar. A calcinha veio junto. Fiquei nua embaixo dele, as pernas abertas, e aquele homem meu pai enterrou a boca na minha boceta como se fosse beber água num verão quente.

A língua dele achou o carocinho de imediato e ficou ali, lambendo, como se lambesse o fundo de um recipiente que quase não tem mais nada para sugar. Eu agarrei o lençol com as duas mãos, o corpo dobrando, gemendo alto, sem me preocupar com quem ia escutar. Ninguém ia.

O calor voltou. A pressão debaixo do umbigo. Só que dessa vez não era a minha mão fazendo. Era ele.

— Ai, pai… — eu choraminguei.

Ele parou, subiu pela minha barriga e me puxou por cima dele. Montada no peito do meu pai, joelhos afundando no colchão, eu senti o pau dele encostando no meio das minhas pernas, ainda duro, ainda doendo um pouco.

— Vai com calma — ele disse, a mão na minha cintura.

Desci devagar. O carocinho da glande achou o lugar. Entrou pela primeira vez, e doeu. Uma dor de esticar, de abrir. Eu parei, respirei, e ele ficou ali, me segurando, sem empurrar. Só os dedos apertando a minha cintura, esperando.

— Tá doendo?

— Um pouco. Mas é gostoso.

Desci mais. A boceta foi se abrindo, aquela coisa grossa entrando devagar, os lábios se esticando pra caber. Senti cada centímetro, cada veia raspando por dentro, e o meu corpo molhando, respondendo, abraçando o pau do meu pai como se conhecesse.

Quando ele chegou até o fim, os dois ficamos parados, um dentro do outro, respirando.

Aí comecei a me mexer. Vai e vem, no ritmo que o quadril pedia, e ele acompanhava, segurando a minha cintura, ajudando a levantar e a descer. A dor foi cedendo, virou ardor, virou outra coisa. Cada descida batia fundo numa parede dentro de mim que eu nem sabia que existia.

— Isso, minha cabritinha — ele grunhiu, uma voz que eu nunca tinha escutado dele. — Fode pra mim.

— Aai… que gostoso, pai.

— Tá gostando, filha?

— Humrum. sinn, muitoo.

Os corpos se encontrando fazia um som molhado que enchia o quarto. Eu sentia a boceta apertando o pau dele, cada subida levando a pele, cada descida esmagando aquele lugar no fundo que fazia as minhas pernas tremerem.

— Senhor não sente mais dor?

— Não, fia. — Ele arfou, o rosto vermelho, os olhos presos no lugar onde os dois se ajuntavam. — Sua boceta me curou.

Aquilo me rasgou por dentro. Eu subi o ritmo, puxada por alguma força que não era minha, os seios balançando no ar, o suor escorrendo entre eles. Ele agarrou firme a minha bunda com as duas mãos e começou a empurrar de baixo, o quadril subindo, batendo fundo, fundo.

A onda veio de novo. Igual à da minha cama, só que cem vezes maior. Subiu pelas pernas, travou a barriga, fez tudo ficar branco. Eu caí sobre ele, mordendo o ombro do meu pai pra não gritar, e senti. Senti ele pulsando dentro de mim, jorrando, quente, aquela enxurrada que eu já conhecia na mão, agora batendo lá no fundo, onde nunca ninguém tinha chegado.

Ficamos os dois parados, os corpos colados, a respiração desencontrada.

A dor dele tinha ido embora naquele dia e depois também, até não aparecer mais. Vai ver ele tinha razão, minha boceta curou ele e ao mesmo tempo me fez descobrir o prazer

Foto 1 do Conto erotico: Eu e meu pai no sertão - 3 Final

Foto 2 do Conto erotico: Eu e meu pai no sertão - 3 Final

Foto 3 do Conto erotico: Eu e meu pai no sertão - 3 Final

Foto 4 do Conto erotico: Eu e meu pai no sertão - 3 Final

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Eu e meu pai no sertão - 3 Final

Codigo do conto:
274909

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
18/10/2026

Quant.de Votos:
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