Desejando foder com meu pai



Me chamo Rayane, cabelos castanhos, cacheadinhos, branquinha, daquela que a pele fica avermelhada. Minha bochechas eram a primeira coisa que fica vermelha. Não era e nunca fui de ser uma super gostosa, era magrinha, seios médios. Tinha 20 aninhos quando isso aconteceu, era mais ou menos entre 2004 e 2007, não lembro mais o ano exato, mas isso não é o mais importante. Eu sou filha única, morava sozinha com meu pai que na época devia ter seus quarenta e poucos anos, minha mãe já era falecida. Desde então meu pai não se envolveu com outra mulher, vivia do trabalho pra casa e da casa pro trabalho. Único lazer que ele tinha era de se reunir com os amigos no bar que tinha perto de casa.

Eu meio que ficava de lado. Meu pai era mais na dele, introvertido, falava pouco. Eu quase nunca sabia o que ele estava pensando ou sentindo. A gente morava num apartamento pequeno no Tatuapé, dois quartos, sala apertada, cozinha que mal cabia uma mesa

Era um sabado, a tarde, ele tinha saido pra comprar alguma coisa pra comer e eu resolvi arrumar o armário da sala. Um armário de madeira escura, com porta que rangia, onde meu pai guardava tudo que ele considerava importante. Contas antigas, chaves que não abriam mais nada, uma caixinha de ferramentas e mais um monte de velharias.

Pois bem, atrás de uma pilha de manuais de eletrodoméstico, uma fita VHS encaixada dentro da capa plástica transparente.

Devia ser alguma coisa gravada da TV, novela, jogo de futebol, foi o que eu pensei de primeira, mas quando eu puxei vi na capa uma mulher morena seminua e
escrito: “as panteras, as colegiais”.

Vi que se tratava de outra coisa. Ignorei. Fingi que não vi. Dois meses se passaram.

Num domingo à tarde, procurando um lençol no armário do corredor, esbarrei numa caixa de papelão. Lá dentro, entre camisetas velhas, outra fita.Letras
grandes, vermelhas: PANTERAS — EM NOME DO PAI E DA FILHA. A caixa mostrava uma mulher de costas, um homem de meia-idade atrás dela. Senti o rosto esquentar. Não era qualquer filme pornô

Inicialmente fiquei achando aquilo muito estranho, até então nunca tinha pensando sobre relações sexuais entre pai e filha, mas ao mesmo tempo, fiquei curiosa, meu pai não estava em casa. Eu sabia que ele só voltaria lá pras seis. A fita ficou na minha mão por uns três minutos. Coloquei no videocassete da sala, o controle remoto ao lado do corpo na poltrona, e apertei play antes que eu pudesse perder a coragem e mudasse de ideia.

A trama era simples. Um homem de meia-idade passa mal, é levado às pressas pra uma clínica. No hospital, recebe uma carga pesada de sedativos e
anestésicos. Depois de alguns dias de internação, recebe a visita da esposa e das duas filhas. O médico informa que ele está se recuperando bem, prestes a
receber alta, mas que ainda precisará passar mais alguns dias em observação.

Durante esse período restante, sob o efeito contínuo das medicações, o homem passa a ter sonhos e delírios eróticos recorrentes e intensos envolvendo suas próprias filhas.

Assisti tudo. Do começo ao fim. A boca seca, as pernas cruzadas com força na poltrona, os dedos apertando o controle remoto sem perceber. O homem na tela
tinha que interpretava o pai era bem diferente do meu. O ator tinha mais barba do que o meu pai, era negro, meu pai branco.

Quando a primeira cena de sexo começou, eu parei de respirar.

Era a mulher dele traindo ele com outro,cena bem gostosa, mas nada tinha me preparado para o que vinha a seguir.
Na cena o pai chegava em casa e encontrava a filha na cama, dormindo. Ela usava uma camisola de tecido fino. Ele levanta o tecido suficiente para ve a bunda e a boceta dela.

Então ele não se aguenta, tira a roupa, coloca a rola para fora e monta por trás dela.

Ele começa a foder ela, que responde gemendo. Eu diminuo o volume da televisão, com receio de alguém me ouvir, mesmo que só tenha eu naquele momento.Ele continua fodendo a filha, agora de quatro.

Por fim, ele goza no rabo da filha enquanto desperta de um sonho.

Na minha cabeça eu fico pensando se ele também me olha de alguma forma parecida. Será se quando eu ando com minhas camisolas ele me olha com tesão?

Não da muito tempo de ficar pensando nisso, uma cena de sexo atrás da outra me deixa concentrada na tela

A filha mais velha subia na cama do hospital, o homem deitado, sonolento, a mão dele subindo pela perna dela devagar. A câmera demorava na coxa, no joelho,
na barra do vestido. Eu senti um calor subir pela nuca, se espalhar pelas costas, descer até a barriga.

Apertei as coxas uma contra a outra e mordi o lábio.

Puta que pariu.

Enquanto o roludo do pai fodia a gostosa da filha, eu voltava a pensar

O que meu pai pensava quando olhava pra mim? O que ele via?

Eu estava realmente com tesão assistindo aquilo. Acabei levantando a saia, afastei a calcinha de ladinho e comecei a me masturbar.

O pai comia o cu da filha que gemia alto me fazendo baixar o volume mais uma vez. Ele voltou a foder a boceta dela e eu não me aguentei mais, dedilhava
minha bocetinha intensamente, até senti vindo aquela sensação gostosa, arqueei o corpo pra gozando como ha muito tempo não fazia, desde o termino do meu namoro com o Thiago.

Alias meu primeiro e unico namorado até então.

No fim, desliguei a TV, tirei a fita, e enfiei de volta na caixa. Não rebobinei. Não pensei. Só voltei pro meu quarto, deitei, e fiquei olhando pro teto.

A cena não saía da minha cabeça. Daquele homem comendo a filha, o gemido da mulher que fazia a filha. Fechei os olhos e, por um segundo, foi o meu pai. Eu.
Os dois.

CONTINUA....


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Desejando foder com meu pai

Codigo do conto:
275511

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
24/10/2026

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