Ela sorriu de canto e seguiu. Ninguém ao redor prestou atenção. Izac apareceu pouco depois. Cumprimentou todo mundo normal, deu um tapinha nas costas do John e veio até a geladeira. Quando passou atrás de mim, a mão dele encostou de leve na minha cintura por uma fração de segundo.
— Precisa de ajuda aí, Nilce?
— Tô bem, obrigada.
A voz dele estava calma, educada. Como se nada tivesse acontecido na noite anterior. No almoço todo mundo sentou junto. John conversava alto com os primos sobre o feriado prolongado. Como era feriado, Izac e Carla iam ficar até segunda. Carla estava do outro lado da mesa. Em determinado momento ela me olhou por cima do copo e perguntou, em tom de conversa normal:
— Nilce, aquele filme de ontem… você gostou?
— Foi… interessante — respondi. — Um pouco tenso.
Izac riu baixo, fingindo que estava rindo de outra coisa.
— Tenso é pouco — ele comentou, sem olhar pra mim.
O resto da mesa continuou falando de futebol e de viagem. Ninguém desconfiou. No final da tarde todos tinham ido embora para se arrumar. A ideia era encontrarmos todo mundo mais tarde num restaurante. Carla e Izac tinham ido dormir durante a tarde. Eu estava no meu quarto, deitada, tentando descansar. Liguei pro John.
— Vai demorar? — perguntei.
— Tô numa conveniência com os meninos, tomando umas. Vou demorar um pouco sim.
Desliguei puta da vida. Carla, que estava na porta do quarto, viu minha cara.
— Acalma prima — ela falou baixo. — Respira.
— Ele é um corno — soltei cheia de raiva. — Vou tomar banho pra relaxar.
Por impulso, olhei pra Carla e perguntei:
— Vocês vêm comigo?
Carla franziu a testa.
— Não é arriscado?
— Deixo o tablet ligado com as câmeras — respondi, já pegando o aparelho. — A gente vigia se alguém chegar.
Liguei o app das câmeras da frente e da lateral da casa. A imagem da rua e do portão apareceu em tempo real. Deixei o tablet em cima da cômoda, a tela virada pra cama. Carla foi chamar o Izac no quarto ao lado e logo chegou no meu quarto.
Nós três entramos no banheiro. O chuveiro já estava esquentando. Tirei a roupa sem cerimônia. Carla e Izac fizeram o mesmo. Tomamos um banho bem gostoso nós três juntos. O pau do Izac não amolecia nunca. Continuava grosso, curvado e veiudo, batendo de leve na minha coxa de vez em quando. Carla estendeu a mão, segurou o pau dele com firmeza e olhou pra mim:
— Quer brincar com ele hoje? Só deixou porque você é da família…
Eu fiquei meio em dúvida. Nunca tinha feito algo assim. Mas olhei pro tablet, vi a rua vazia e pensei no John bebendo com os amigos enquanto eu estava ali carente.
— Meu marido merece ser corno— falei baixo.
Saímos do banheiro e fomos direto pra minha cama. Izac sentou no meio, Carla de um lado e segurou a base do pau dele, apontando na minha direção.
— Chupa — ela mandou.
Eu me abaixei e engoli o pau dele. Enquanto chupava, enfiei a mão entre as pernas e comecei a siriricar. A cabeça dele subia e descia na minha boca. Carla segurava firme o pau dele guiando na minha boca. De repente ela soltou o pau e falou:
— Já volto.
Ela saiu do quarto rápido e voltou menos de um minuto depois com um vibrador na mão. Depois ligou o aparelho e se sentou do lado de novo. Depois que chupei o suficiente, subi em cima dele. Encaixei o pau na minha buceta e desci devagar até o fundo. Comecei a quicar. No começo ainda pensava que era proibido demais. Depois me soltei. Rebolava com força, subindo e descendo, com os seios balançando enquanto ele segurava minha cintura.
Ele me virou, me colocou de quatro e meteu na minha buceta, fundo com socadas pesadas. O barulho molhado enchia o quarto. Carla estava do lado, com a buceta completamente exposta e inchada, passando o vibrador no clitóris e nos lábios enquanto observava o marido dela me comer. Os olhos dela não saíam do pau dele entrando e saindo de mim.
Depois de um tempo ele tirou, posicionou a cabeça do pau no meu cu e empurrou. Eu me contraí na hora.
— Não… — falei. – Aqui não
Carla se aproximou, passou a mão nas minhas costas e falou calma:
— Relaxa. Tenta. Respira fundo.
Eu respirei. Ele empurrou de novo, mais devagar. Dessa vez entrou. Doeu, mas foi entrando. Quando ele enterrou até o fundo eu soltei um gemido longo.
— Porra… que cu apertado — ele gemeu. – Vou meter com calma prima, relaxa...
Começou a meter no meu cu devagar. Cada socada fazia eu tremer. Carla se aproximou mais e enfiou o vibrador ligado direto na minha buceta, pressionando o clitóris enquanto o marido dela comia meu cu. O zumbido e a vibração forte me fizeram gozar rápido. Esguichei no vibrador, a porra saindo com força da minha buceta aberta, molhando a mão dela e o lençol.
Izac acelerou as socadas no meu cu. Eu ainda tremia do orgasmo quando ele cravou fundo e gozou. Senti a porra grossa e quente dele enchendo meu cu. Quando tirou, a porra começou a vazar em quantidade, escorrendo pela minha bunda e sujando o lençol da cama.
Eu caí de lado, cansada, com o cu latejando e aberto, com a porra dele ainda saindo. Carla desligou o vibrador que estava todo melado da minha porra e levou à boca dela.
— Que delicia de porra prima — ela falou quase sorrindo.
Olhei pro tablet novamente e a rua continuava vazia. Izac se levantou e foi pro banheiro. Eu e Carla também para nos limpar. Ficamos rindo satisfeitos como uns safados.
Mais tarde, no restaurante, John chegou atrasado, cheirando a cerveja e bebado. Cumprimentou todo mundo, sentou e pediu mais bebida. Carla me passou o cardápio e falou alto, pro resto da mesa ouvir:
— Nilce, amanhã a gente ajuda a limpar a casa antes de ir embora, pode ser?
— Pode — respondi, normal.
Por baixo da mesa sentia Carla me cutucar e sorrir de canto como se nada tivesse acontecido.
Ninguém desconfiou de nada. Nem o corno do John.




