A atração não veio de uma hora pra outra. Foi aos poucos. Devagar. Perigoso. Tudo começou nos churrascos e encontros. Quase todo mês a Letícia reunia os amigos aqui em casa. Diego sempre fazia parte do grupo. Amigos da faculdade, do trabalho, gente da mesma idade. A casa enchia, a piscina lotava. Eu sempre era a mãe que organizava tudo e parceira.
Diego com aos 20 e poucos anos mudou. O corpo ficou largo, a voz grossa, o jeito de olhar diferente. No começo eu só notava de relance. Depois passei a procurar. Aos poucos fui me perdendo. Comecei a escolher a roupa pensando se ele vinha.
Passei a usar shorts mais curtos. Deixava o cabelo solto. Quando ele ria alto com os amigos da Letícia, eu sentia um aperto estranho no peito. Quando ele me abraçava de cumprimento, demorava um segundo a mais e eu absorvia o cheiro dele.
Kiko nunca notou. Pra ele eu era só a esposa que organizava as coisas. Letícia também não desconfiava. Diego e ela continuavam próximos, como sempre.
Foi ficando pior. Nas noites em que Kiko me comia, eu fechava os olhos e me pegava imaginando o Diego. O peso do corpo, a voz, o pau que eu nunca tinha visto de verdade, mas que eu já inventava na cabeça. Gozei mais de uma vez pensando nele enquanto meu marido me comia.
Uma tarde qualquer eu não aguentei...eu o espiei. Ele tinha vindo ajudar a Letícia a carregar umas caixas de trabalho da faculdade e pediu pra tomar banho antes de ir embora. A porta do banheiro da área de serviço ficou entreaberta. Eu passei no corredor e parei. Vi o corpo dele debaixo da água. O pau pesado, semi-duro, balançando quando ele se virava. Fiquei ali alguns segundos paralisada com o coração disparado e a buceta latejando. Saí antes que ele percebesse.
A reviravolta veio no meio da semana, à noite. Letícia estava viajando a trabalho. Kiko tinha saído pra um jantar com clientes e avisou que ia demorar. Diego apareceu de surpresa. Bateu na porta carregando uma caixa de ferramentas.
— Tia, o tio pediu pra eu trazer. Ele vai usar pra colocar o móvel planejado da cozinha.
Eu estava completamente desprevenida. Short curto de ficar em casa e uma blusa fina, sem sutiã. Os seios pesados marcavam o tecido. Fiquei sem graça na hora, mas abri a porta.
— Entra. Pode deixar na área de serviço.
Ele entrou. O silêncio da casa pesava. Enquanto ele deixava a caixa, aproveitei a deixa:
— Já que você veio… me ajuda a tirar as coisas do armário antigo? Amanhã o seu tio vai desmontar.
Ele aceitou. Fomos pra cozinha. Eu abria as portas do armário velho e ia passando as louças, panelas e potes pra ele colocar nas caixas. Toda vez que eu me inclinava, o short subia. Toda vez que eu esticava o braço, a blusa colava nos seios. Os bicos dos meus peitos estavam duros. Eu sentia o olhar dele.
Ele tinha saído da academia. O short de malha marcava o pau pesado de lado. Em determinado momento nossas mãos se tocaram ao passar um utensílio. Nenhum dos dois puxou na hora. Depois subi na escadinha pra alcançar as coisas de cima.
— Segura minhas pernas senão eu caiu aqui sobrinho — pedi.
O safado segurou acima do joelho, os dedos quentes na minha pele. Eu olhei pra baixo e dei risada:
— O tio não segura assim, viu…
Ele não riu. Só apertou um pouco mais. O silêncio ficou pesado. Eu desci um degrau. Ele não tirou a mão. Subiu a mão devagar pela minha coxa, por baixo do short. Os dedos encontraram a beira da minha calcinha.
— Nossa Tia… — ele falou baixo — Na adolescência eu já bati várias punhetas aqui nessa casa… te vendo de short e de biquíni.
Eu não afastei. Ele puxou a calcinha de lado e passou o dedo no meio da minha buceta. Eu já estava molhada. Um gemido escapou da minha boca. No segundo seguinte ele me puxou da escadinha. Me beijou com fome. A língua invadiu a minha. Em vez de ficar na cozinha, eu guiei ele pelo corredor até o meu quarto. Até a cama que eu dividia com o Kiko.
Me deitou no colchão. Puxou meu short e a calcinha. Eu estava encharcada. Ele abriu minhas pernas e chupou minha buceta com fome, os dedos entrando fundo. Eu gemia baixo, com medo de alguém chegar.
Depois ele abaixou o short. O pau estava duro como pedra, grosso e as veias saltadas — exatamente como eu tinha visto no banho. Ele enfiou de uma vez. Eu segurei o lençol com força.
— Caralho… sobrinho…
— Aguenta tia — ele gemeu metendo fundo. — Olha a tia sendo comida pelo sobrinho na cama do tio.
Ele fodia com força, as socadas profundas. Eu rebolava contra ele, as unhas cravadas nas costas dele.
— Mais fundo… fode sua tia… - eu pedia com tesão
Ele me virou de quatro na cama e meteu de novo. Uma mão no meu cabelo, a outra apertando minha bunda e enfiando o dedo no meu cu. O barulho molhado ecoava no quarto. Eu gozei primeiro, tremendo, a buceta apertando o pau dele. Esguichei forte no pau dele, o jato molhando a virilha e a barriga dele. Ele parou por um segundo, assustado.
— Caralho, tia… nunca tinha visto isso…
Ele voltou a meter rápido, mais fundo ainda. Quando sentiu que ia gozar, perguntou ofegante:
— Onde você quer o leite tia ?
— Na boca — respondi.
Ele tirou rápido, me virou e enfiou o pau entre os meus lábios. Gozei engolindo enquanto ele despejava porra quente na minha garganta. Engoli o que pude, o resto escorrendo pelo queixo e peitos.
Ficamos satisfeitos na cama de casal. O gozo dele ainda escorria pela minha boca e o meu mel que saia da buceta manchava o lençol do Kiko. Diego passou a mão no meu rosto e falou baixo:
— Isso não vai ser só uma vez tia.
Desde aquele dia, nos encontros da turma da Letícia, nosso olhar se cruzava por um segundo a mais como se nada tivesse acontecido. A gente sempre trocava nudes e mensagens escondidas falando putaria um pro outro.
Essas foram as primeiras que mandei pra ele.




